<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528</id><updated>2012-02-16T10:54:35.945-08:00</updated><category term='serial'/><category term='KALIBRADOS'/><category term='key e crack'/><category term='LITERATURA/LIVROS'/><category term='FILOSOFIA'/><category term='LINGUA PORTUGUESA'/><category term='POLITICA'/><category term='GEOLOGIA'/><category term='HISTÓRIA'/><category term='ECOLOGIA'/><category term='CULTURA GERAL'/><title type='text'>TRABALHOS ESCOLARES &amp; MUITO MAIS DE NICK</title><subtitle type='html'>BLOG DE POSTAGEM DE MATÉRIAS DOS DIFERENTES RAMOS DO SABER E POSTAGEM DE MUITAS OUTRAS COISAS DO INTERESSE DE TODOS</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>24</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-4531302489173070567</id><published>2011-03-12T12:39:00.000-08:00</published><updated>2011-03-12T12:39:32.203-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CULTURA GERAL'/><title type='text'>ESTATUTO E PAPEL SOCIAL</title><content type='html'>INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No presente trabalho iremos abordas temas excentricamente delineados na noção de estatuto e papel social, nele iremos abordas exaustivamente sobre o estatuto e papel social e faremos uma breve incursão em alguns subtemas subordinados a eles, tais como a atitude, as crenças e falaremos também da religião como refúgio e sobre o preconceito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estatuto é o conjunto de posições relativas a um indivíduo. O homem socializado faz parte de vários grupos que estão interligados. Uma pessoa assume várias posições e cada uma está ligada a um grupo. É o conjunto dessas posições que situam o indivíduo na hierarquia social e que constituem o seu estatuto. Estas posições representam níveis de prestígio e de poder diferentes, tal como envolvem compensações diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sociólogos chamam papel social às expectativas da sociedade, relativamente ao nosso comportamento em cada circunstância particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESENVOLVIMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTATUTO SOCIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamam estatuto social ao lugar, ou posição, que determinado indivíduo ou grupo ocupa na colectividade, bem como o conjunto de comportamentos que esse indivíduo ou grupo pode objectivamente esperar dos demais, em virtude do papel social que desempenha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estatuto é portanto o comportamento que o indivíduo espera dos outros em relação a si próprio e ao seu papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um indivíduo, ao ocupar múltiplas posições, vais desempenhar múltiplos papéis, como se fosse um actor. Na vida social, o papel social e a posição social são coincidentes. Assim, o papel social é o sector organizado de orientação de uma pessoa definindo a sua participação no processo de interacção pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principais factores que influenciam o estatuto social:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estrato social a que pertence;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ascendência: família de que o indivíduo provém ( nobre, rica, intelectual, etc.;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Situação económica (poder económico);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Situação política;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Papéis que desempenha;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Meios que o indivíduo frequenta;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sexo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Idade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cor a pele; etnia;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falamos de estatuto, falamos de Estatuto atribuído e Estatuto adquirido. O Estatuto atribuído é o lugar que cada indivíduo ocupa nos diferentes grupos a que pertence ou no conjunto da sociedade global, poder-lhe-á ser, inquestionavelmente, transmitido, isto é, atribuído. Assim acontece com o estatuto de filho, de herdeiro, o de monarca que ascende ao trono por via hereditária… Em todos os casos apontados, os indivíduos nada fizeram para terem direito ao cargo ou à posição social que ocupam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estatuto adquirido, por seu turno, resulta de um certo esforço dos indivíduos para o alcançar. É o caso do indivíduo casado, com profissão, praticante de um desporto ou um candidato a um cargo político, por exemplo. Nestas situações, o indivíduo teve de agir para conseguir este novo estatuto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAPEL SOCIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Papel Social é, assim, um conjunto de comportamentos próprios de um determinado cargo social esperados pela sociedade enquanto o estatuto social é um conjunto de comportamentos que um indivíduo espera da sociedade em função do papel social que desempenha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os papéis diferem no espaço e no tempo, e além disso, são múltiplos e variados, tal como o são as suas ligações e relações. Assim, o número e a natureza dos papéis sociais constituem a imagem de uma sociedade num momento preciso da sua história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A variedade de papéis que cada indivíduo desempenha é tanto maior quanto mais desenvolvida economicamente for a sociedade em que este se encontra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas sociedades modernas os indivíduos são integrados numa rede cada vez mais complexa de funções, verificando-se uma diversificação de posições e uma multiplicação de papéis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com efeito, os papéis evoluem em função do contexto global, a nível social, económico e cultural, modificando-se também a sua hierarquia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATITUDE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atitudes são constatações, favoráveis ou desfavoráveis, em relação a objetos, pessoas ou eventos. Uma atitude é formada por três componentes: cognição, afeto e comportamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plano cognitivo está relacionado ao conhecimento consciente de determinado fato. O componente afetivo corresponde ao segmento emocional ou sentimental de uma atitude. Finalmente, a vertente comportamental está relacionada à intenção de comportar-se de determinada maneira com relação a alguém, alguma coisa ou evento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas acham que atitude é ação. Todavia, atitude é racionalizar, sentir e externar. A atitude não é um processo exógeno. É algo interno, que deve ocorrer de dentro para fora. E entre a conscientização e a ação, necessariamente deverá estar presente o sentimento como elo de ligação. Ou você sente, ou não muda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As atitudes devem estar alinhadas com a coerência, ou acabam gerando novos comportamentos. Tendemos a buscar uma coerência racional em tudo o que fazemos. É por isso que muitas vezes mudamos o que dizemos ou buscamos argumentar até o limite para justificar uma determinada postura adotada. É um processo intrínseco. Se não houver coerência, não haverá paz em nossa consciência e buscaremos um estado de equilíbrio que poderá passar pelo auto-engano ou pela dissonância cognitiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CRENÇA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em filosofia, mais especificamente em epistemologia, crença é uma condição psicológica que se define pela sensação de convicção relativa a uma determinada ideia a despeito de sua procedência ou possibilidade de verificação objetiva. Logo pode não ser fidedigna à realidade e representa o elemento subjetivo do conhecimento. Pode também ser entendida como sinônimo de fé e, assim como qualquer manifestação de convicção, acompanha absoluta abstinência à dúvida pelo antagonismo inerente à natureza destes fenômenos psicológicos e lógica conceitual. Ou seja, é ser convicto, e sendo a fé/crença uma forma de convicção, é impossível duvidar e crer ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de linguisticamente consensual, a definição de tal expressão têm sofrido mudanças substanciais ao longo dos séculos tendo sido definida de formas diferentes em diferentes períodos, ora como convicção dissidente da razão, ora como convicção racionalmente fundada. Platão, iniciador da tradição epistemológica, opôs a crença (ou opinião - "doxa", em grego) ao conceito de conhecimento como modelo de explanação contrário às premissas relativistas sugeridas pelos sofistas que abordavam as crenças/opiniões e o conhecimento de forma indiscriminada reduzindo a verdade à conjectura de interesse individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRECONCEITO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preconceito é um "juízo" preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude "discriminatória" perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos". Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém, ou de um grupo social, ao que lhe é diferente. As formas mais comuns de preconceito são: social, "racial" e "sexual".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De modo geral, o ponto de partida do preconceito é uma generalização superficial, chamada "estereótipo". Exemplos: "todos os alemães são prepotentes", "todos os norte-americanos são arrogantes", "todos os ingleses são frios". Observar características comuns a grupos são consideradas preconceituosas quando entrarem para o campo da agressividade ou da discriminação, caso contrário reparar em características sociais, culturais ou mesmo de ordem física por si só não representam preconceito, elas podem estar denotando apenas costumes, modos de determinados grupos ou mesmo a aparência de povos de determinadas regiões, pura e simplesmente como forma ilustrativa ou educativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observa-se então que, pela superficialidade ou pela estereotipia, o preconceito é um erro. Entretanto, trata-se de um erro que faz parte do domínio da crença, não do conhecimento, ou seja ele tem uma base irracional e por isso escapa a qualquer questionamento fundamentado num argumento ou raciocínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RELIGIÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Religião é um conjunto de crenças sobre as causas, natureza e finalidade da vida e do universo, especialmente quando considerada como a criação de um agente sobrenatural,[1] ou a relação dos seres humanos ao que eles consideram como santo, sagrado, espiritual ou divino.[2] Muitas religiões têm narrativas, símbolos, tradições e histórias sagradas que se destinam a dar sentido à vida. Elas tendem a derivar em moralidade, ética, leis religiosas ou em um estilo de vida preferido de suas idéias sobre o cosmos e a natureza humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra religião é por vezes usada como sinônimo de fé ou crença, mas a religião difere da crença pessoal na medida em que tem um aspecto público. A maioria das religiões têm comportamentos organizados, incluindo as congregações para a oração, hierarquias sacerdotais, lugares sagrados, e/ou escrituras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A religião é um caminho coletivo. Mas a religiosidade é um caminho pessoal, pois resulta da relação direta entre o ser individual e o Todo. O homem, portanto, pode filiar-se a uma religião e não ter religiosidade. Mas quem tem religiosidade não necessita de religião, embora, pelos motivos mais diversos, possa pertencer a religião que mais se aproxima de sua concepção da Divindade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda teologia não passa de um faz de conta. O que chamamos de dogmas são as regras deste jogo. E o jogo parece real para os jogadores, os quais, zelosamente, observam suas regras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem religioso é um ser com uma fé apurada, ele acredita nas coisas que não vê acredita simplesmente por ouvir. Tendo em conta este facto todo o religioso acredita em uma entidade suprema, uma divindade em um ser superior omnipresente, omnisciente e omnipotente por isso quando alguém com essa crença vê sua vida em uma situação de crise ou colapso, acredita que já não há solução possível neste caso recorrem ao ser supremo, é a partir daí que o homem começa a ter a religião como refúgio para seus tormentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo o mundo observam-se situações do género, pessoas correndo por trás de religiões para dar respostas aos seus mais perturbadores problemas que vão desde questões de saúde, social, familiar e até mesmo a nível espiritual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um amplo estudo podemos concluir o seguinte; O estatuto dá ao indivíduo a definição de si próprio. Ele incorpora-se na consciência de si. Na noção de estatuto há certamente uma ideia de hierarquia. Isto é evidente no domínio económico mas é também verdade nos domínios familiar, religioso, político ou intelectual. Há portanto estatutos inferiores e superiores. Os superiores exaltam a estima de si próprio e os inferiores diminuem-na ou oprimem-na.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papel social define o conjunto de normas, direitos, deveres e explicativas que condicionam o comportamento dos indivíduos junto a um grupo ou dentro de uma instituição. Os papéis sociais, que podem ser atribuídos ou conquistados, surgem da interacção social, sendo sempre resultado de um processo de socialização.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-4531302489173070567?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/4531302489173070567/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2011/03/estatuto-e-papel-social.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/4531302489173070567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/4531302489173070567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2011/03/estatuto-e-papel-social.html' title='ESTATUTO E PAPEL SOCIAL'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-6209254744604268820</id><published>2010-08-19T12:27:00.000-07:00</published><updated>2010-08-19T12:27:43.603-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LITERATURA/LIVROS'/><title type='text'>DAN BROWN- O CÓDIGO DA VINCI</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/TG2DtkBd7wI/AAAAAAAAAB0/F2_x7AX5iJo/s1600/O+CODIGO+DAVINCI.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/TG2DtkBd7wI/AAAAAAAAAB0/F2_x7AX5iJo/s320/O+CODIGO+DAVINCI.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Bom caros blogeros ca vai mais uma das minhas publicações "O CODIGO DAVINCI" um livro escrito por Dan Brown e que espelha a vida de um simbolista e famoso professor de howard que se ve em Paris para desvendar um dos maiores senão mesmo o maior seguedo da humanidade o que no livro está intitulado de o SANTOGRAL, mas que na verdade significa algo muito mais interessante e pertinente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postei aqui o livro para download (baixar) dadas as dificuldades que muitos têm em o encontrar defrutem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;one&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; link 4shared:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.4shared.com/document/uzdH7HSz/Dan_Brown_-_O_Cdigo_da_Vinci-b.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-6209254744604268820?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/6209254744604268820/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2010/08/dan-brown-o-codigo-da-vinci.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/6209254744604268820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/6209254744604268820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2010/08/dan-brown-o-codigo-da-vinci.html' title='DAN BROWN- O CÓDIGO DA VINCI'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/TG2DtkBd7wI/AAAAAAAAAB0/F2_x7AX5iJo/s72-c/O+CODIGO+DAVINCI.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-8905047762496346970</id><published>2010-07-23T02:33:00.000-07:00</published><updated>2010-07-23T02:33:49.987-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='POLITICA'/><title type='text'>ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DE ANGOLA</title><content type='html'>INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No presente trabalho faremos uma incursa naquilo que é conhecido como administração local, a localidade em estudo é o estado angolano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo estado independente no mundo deve ter uma linhagem ou um estilo administrativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Angola é um estado independente e soberano desde Novembro de 1975, e desde então se formou um cordão administrativo que até hoje nos nossos dias tal é seguido, embora não do mesmo jeito devido as mudanças  constitucionais. Mas é de realçar aqui que embora as mudanças de constituição há certos cargos que se mantêm intactos, como é o caso do cargo e funções da presidência da república, de alguns ministérios, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No nosso trabalho vamos entender como são subdivididas as responsabilidades administrativas no governo angolano.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESENVOLVIMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo em conta a imperatividade político-legal de se proceder ao reajuste da Orgânica do Governo angolano, com base no disposto na Lei Constitucional e no Acórdão do Tribunal Supremo, nas vestes de Tribunal Constitucional, de 21 de Dezembro de 1998, referente às competências do Presidente da República relativas ao poder de direcção e chefia do Governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havendo necessidade de, para tal fim adoptar-se uma estrutura governativa e os mecanismos da sua direcção, coordenação, articulação e funcionamento, adequados ao cumprimento do Programa de Governo capaz de implementar, em condições de eficácia os objectivos nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo da República de Angola é o órgão de condução da política geral do País e o órgão superior da Administração Pública, conforme estabelecido na Lei Constitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forma de deliberação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo da República de Angola, no exercício das suas competências, delibera colegialmente em sede de Conselho de Ministros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Composição do governo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo da República de Angola, no âmbito da sua estrutura, é presidido pelo&lt;br /&gt;Chefe do Governo (presidente da república) e integrado pelo Primeiro-ministro, pelos Ministros, pelos Secretários de Estado e pelos Vice-Ministros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1 Chefe do Governo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O Presidente da República é o Chefe do Governo, nos termos da Lei Constitucional e do Acórdão do Tribunal Supremo, de 21 de Dezembro de 1998, nas vestes do Tribunal Constitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Compete ao Chefe do Governo:&lt;br /&gt;      a) Exercer o poder de direcção e chefia do Governo;&lt;br /&gt;      b) Dirigir o Governo;&lt;br /&gt;      c) Exercer as demais funções que lhe sejam cometidas pela Lei Constitucional e pela legislação em vigor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. No exercício do poder de direcção e chefia do Governo, o Presidente da República é o Chefe do Governo e é coadjuvado pelo Primeiro-ministro, podendo colocar sob responsabilidade deste a coordenação de determinadas áreas do Governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.2 Primeiro Ministro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O Primeiro Ministro é o coadjutor do Presidente da República, enquanto Chefe do Governo, na coordenação e condução da acção geral do Governo, competindo-lhe, para além do previsto na Lei Constitucional e no Acórdão do Tribunal Supremo, nas vestes do Tribunal Constitucional, de 21 de Dezembro de 1998, o seguinte:&lt;br /&gt;      a) Supervisionar as atribuições dos titulares do sector produtivo e do sector social, mediante despachos colectivos;&lt;br /&gt;      b) Criar comissões ou grupos de trabalho para a execução de actividades relativas ao cumprimento do Programa do Governo;&lt;br /&gt;      c) Controlar a execução dos programas sectoriais e intersectoriais e elaborar os&lt;br /&gt;respectivos balanços com recomendações, pareceres e propostas de medidas dirigidas ao Chefe do Governo;&lt;br /&gt;      d) Orientar a realização de fiscalização da acção dos sectores de governação sob&lt;br /&gt;sua superintendência, através da Inspecção-geral do Estado, sempre que necessário;&lt;br /&gt;      e) Realizar encontros de trabalho e transmitir orientações aos governadores das províncias, no quadro das suas competências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. No exercício das suas atribuições e competências, o Primeiro-ministro é assistido por um gabinete, cujo estatuto orgânico é aprovado por diploma do Conselho de Ministros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. O Primeiro-ministro, na sua ausência ou impedimento, é substituído por um&lt;br /&gt;Ministro que propuser à aprovação do Presidente da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.3 Ministros e Secretários de Estado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Integram o Governo, para além do Primeiro-ministro, os seguintes Ministros e Secretários de Estado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ministro da Defesa Nacional,.Ministro do Interior, Ministro das Relações Exteriores, Ministro da Economia, Ministro da Administração do Território, Ministro da Administração Pública, Emprego e Segurança Social, Ministro da Justiça, Ministro do Planeamento, Ministro das Finanças, Ministro do Comércio, Ministro da Hotelaria e Turismo, Ministro da Agricultura, Ministro das Pescas, Ministro da Indústria, Ministro dos Petróleos, Ministro da Geologia e Minas, Ministro do Ambiente, Ministro da Ciência e Tecnologia, Ministro do Urbanismo e Habitação, Ministro das Obras Públicas, Ministro dos Transportes, Ministro da Energia, Ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Ministro da Saúde, Ministro da Educação, Ministro da Cultura, Ministro da Assistência e Reinserção Social, Ministro da Família e Promoção da Mulher, Ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos de Guerra, Ministro da Juventude e Desportos, Ministro da Comunicação Social, Ministro Sem Pasta, Ministro Sem Pasta, Secretário de Estado para o Desenvolvimento Rural, Secretário de Estado para o Ensino Superior e Secretário de Estado das Águas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.3.1 Competências dos ministros e secretários de estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Os Ministros e Secretários de Estado possuem competências próprias que a lei&lt;br /&gt;lhes atribui e as que, nos termos da lei, lhes forem delegadas pelo Presidente da República ou pelo Conselho de Ministros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. De acordo com as directrizes do Governo, aos Ministros e Secretários de Estado,&lt;br /&gt;no geral, compete:&lt;br /&gt;     a) Dirigir o funcionamento dos seus Ministérios e Secretarias de Estado;&lt;br /&gt;     b) Coordenar a implementação da política e estratégia aprovadas pelo Governo para os seus sectores de governação;&lt;br /&gt;     c) Exercer as demais atribuições que lhes sejam acometidas pelos estatutos&lt;br /&gt;orgânicos e demais legislação em vigor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. As competências específicas de cada Ministro e Secretário de Estado são definidas em diploma próprio, a ser aprovado pelo Conselho de Ministros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Os Ministros Sem Pasta têm as competências que lhes forem atribuídas por despacho do Presidente da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.3.2 Substituições de ministros e secretários de estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Cada Ministro, na sua ausência ou impedimento, é substituído pelo Vice-Ministro&lt;br /&gt;que indicar ao Presidente da República ou, na falta de tal indicação, pelo membro do Governo que o Presidente da República indicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Cada Secretário de Estado, na sua ausência ou impedimento, é substituído por um Secretário de Estado ou Ministro que indicar ao Presidente da República ou, na&lt;br /&gt;falta de tal indicação, pelo membro do Governo que o Presidente da República indicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Conselho de Ministros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho de Ministros é o órgão colegial do Governo encarregue de realizar a coordenação geral da governação do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 Composição do conselho de ministros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho de Ministros é convocado e presidido pelo Chefe do Governo e integrado pelo Primeiro-ministro, pelos Ministros e pelos Secretários de Estado. Participam, ainda, nas reuniões do Conselho de Ministros o Governador do Banco Nacional de Angola com estatuto de convidado permanente, bem como outras entidades, com o estatuto de convidados, convocadas por iniciativa do Presidente da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Presidente da República pode delegar ao Primeiro-ministro a presidência das sessões do Conselho de Ministros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2 Competências do conselho de ministros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compete, em geral, ao Conselho de Ministros:&lt;br /&gt;      a) Adoptar as linhas gerais da governação do País, coordenar e acompanhar a&lt;br /&gt;sua implementação;&lt;br /&gt;      b) Apresentar as propostas de diplomas legais em matérias de interesse reservadas à Assembleia Nacional e adoptar as propostas de diplomas legais em matérias não reservadas à Assembleia Nacional;&lt;br /&gt;      c) Adoptar e submeter à aprovação da Assembleia Nacional os diplomas legais em matérias de interesse governativo;&lt;br /&gt;      d) Adoptar o Plano Nacional e o Orçamento Geral do Estado, submetê-los à aprovação da Assembleia Nacional, dirigir e acompanhar a sua execução;&lt;br /&gt;      e) Aprovar os planos e programas executivos, os programas específicos e os projectos de grande dimensão decorrentes da implementação do Plano Nacional;&lt;br /&gt;      f) Aprovar os actos do Governo inerentes à promoção do desenvolvimento do País e a satisfação das necessidades colectivas;&lt;br /&gt;      g) Apreciar e decidir sobre as matérias de interesse e da competência do Governo que lhe forem submetidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3 Funcionamento do conselho de ministros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho de Ministros reúne-se em sessões ordinárias e extraordinárias mediante convocatória do Presidente da República. As deliberações do Conselho de Ministros são adoptadas por consenso, na forma de decretos-lei, decretos e resoluções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.4 Comissão Permanente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho de Ministros é integrado por uma Comissão Permanente, que funciona no intervalo das sessões do Conselho de Ministros e que está encarregue de assegurar a implementação das deliberações do Conselho de Ministros sobre os assuntos de natureza política, económico-produtiva e sócio-humanitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As deliberações da Comissão Permanente do Conselho Ministros são adoptadas por consenso na forma de recomendações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.5 Secretariado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho de Ministros é apoiado por um Secretariado que assegura a actividade técnica e administrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluindo com a nossa incursão, podemos chegar a conclusão que um estado independente (país) só consegue ser organizado e consequentemente desenvolvido só e somente se tiver uma boa estrutura administrativa. Com base no estudo feito vimos que Angola possui uma excelente estrutura administrativa, onde cada qual conhece seu cargo e suas funções. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de realçar que na actual administração angolana o presidente da república é o cabeça do estado, com competências para exonerar ou indicar qualquer um para qualquer cargo político. E de dizer que o primeiro ministro é o quadjuvador do presidente ou seja, na ausência do presidente é ele que tomas as rédeas do país,  outra entidade também de capital importância para o país é o conselho de ministros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-8905047762496346970?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/8905047762496346970/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2010/07/estrutura-administrativa-de-angola.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/8905047762496346970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/8905047762496346970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2010/07/estrutura-administrativa-de-angola.html' title='ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DE ANGOLA'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-1210027239091483064</id><published>2010-07-23T02:30:00.000-07:00</published><updated>2010-07-23T02:30:48.537-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FILOSOFIA'/><title type='text'>VIDA E OBRA DE FILOSOFOS</title><content type='html'>1. ANAXIMANDRO DE MILETO.&lt;br /&gt;Filósofo e astrônomo grego, Anaximandro nasceu em 610 a. C., em Mileto (actual Turquia), onde também teria morrido, em 547 a. C. Sabe-se que era discípulo de Tales, e o historiador Apolodoro de Atenas refere-se a ele, vivo, em 546 a. C.. São-lhe atribuídas a descoberta da obliqüidade da eclíptica, a introdução do quadrante solar e a invenção de mapas geográficos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mileto foi uma importante cidade da Ásia Menor, no sul da Jônia, fragilizada pelos conflitos de ordem política. Conquistada pelos lídios, acabou sendo parcialmente destruída pelos persas. Mileto teria conhecido uma nova fase de progresso durante o período imperial de Roma. Depois, no final do século 10, teria sido destruída por um terremoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anaximandro pertenceu à Escola de Mileto, fundada por Tales (640 a. C. - 545 a. C.), responsável por formular a primeira teoria cosmológica, sobre a origem e a formação do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Anaximandro, o princípio, ou elemento primordial, era o "ápeiron", infinito ou indeterminado, a matéria eterna e indestrutível, da qual provêm todos os seres finitos e determinados, e na qual os contrários - como o quente e o frio, o seco e o úmido -, em luta uns com os outros, são finalmente reabsorvidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anaximandro também tratou da origem dos seres vivos, que teriam vindo do barro e formariam seqüência desde o mais simples até o homem, surgido de um ser pisciforme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Anaximandro se atribui a medição dos solstícios e dos equinócios, trabalhos para determinar a distância e o tamanho das estrelas - e a afirmação de que a Terra é cilíndrica e ocupa o centro do Universo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. TALES DE MILETO&lt;br /&gt;Tales de Mileto foi o primeiro filósofo ocidental de que se tem notícia. Ele é o marco inicial da filosofia ocidental. De ascendência fenícia, nasceu em Mileto, antiga colônia grega, na Ásia Menor, atual Turquia, por volta de 624 ou 625 a.C. e faleceu aproximadamente em 556 ou 558 a.C..&lt;br /&gt;Tales é apontado como um dos sete sábios da Grécia Antiga. Além disso, foi o fundador da Escola Jônica. Considerava a água como sendo a origem de todas as coisas, e seus seguidores, embora discordassem quanto à “substância primordial” (que constituía a essência do universo), concordavam com ele no que dizia respeito à existência de um “princípio único" para essa natureza primordial.&lt;br /&gt;Entre os principais discípulos de Tales de Mileto merecem destaque: Anaxímenes que dizia ser o "ar" a substância primária; e Anaximandro, para quem os mundos eram infinitos em sua perpétua inter-relação.&lt;br /&gt;No Naturalismo esboçou o que podemos citar como os primeiros p-assos do pensamento Teórico evolucionista: "O mundo evoluiu da água por processos naturais", aproximadamente 2460 anos antes de Charles Darwin. Sendo seguido por Empédocles de Agrigento na mesma linha de pensamento evolutivo: "Sobrevive aquele que está melhor capacitado".&lt;br /&gt;Tales foi o primeiro a explicar o eclipse solar, ao verificar que a Lua é iluminada por esse astro. Segundo Heródoto, ele teria previsto um eclipse solar em 585 a.C. Segundo Aristóteles, tal feito marca o momento em que começa a filosofia. Os astrônomos modernos calculam que esse eclipse se apresentou em 28 de Maio do ano mencionado por Heródoto.&lt;br /&gt;Se Tales aparece como o iniciador da filosofia, é porque seu esforço em buscar o princípio único da explicação do mundo não só constituiu o ideal da filosofia como também forneceu impulso para o próprio desenvolvimento dela.&lt;br /&gt;A tendência do filósofo em buscar a verdade da vida na natureza o levou também a algumas experiências com magnetismo que naquele tempo só existiam como curiosa atração por objetos de ferro por um tipo de rocha meteórica achado na cidade de Magnésia, de onde o nome deriva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cosmologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fenícios – através de sua mitologia – consideravam os elementos da Natureza (o Sol, a Terra, o Céu, o Oceano, as Montanhas,etc.) como forças autônomas, honrando-os como deuses, elevados pela fantasia a seres ativos, móveis, conscientes e dotados de sentimentos, vontades e desejos. Estes deuses constituíam-se na fonte e na essência de todas as coisas do universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tales foi um dos primeiros pensadores a alterar esses conceitos observando mais atentamente os fenômenos da natureza. A Phisis. O ponto de partida da teoria especulativa de Tales – como também de todos os demais filósofos da escola Jônica – foi a verificação da permanente transformação das coisas umas nas outras e sua intuição básica é de que todas as coisas são uma só coisa fundamental, ou um só princípio (arché).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos escritos de Tales, nenhum deles sobreviveu até nossos dias. Suas ideias filosóficas são conhecidas graças aos trabalhos de doxógrafos como Diógenes Laércio, Simplício e principalmente Aristóteles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua obra - Metafísica, Aristóteles nos conta: “Tales diz que o princípio de todas as coisas é a água, sendo talvez levado a formar essa opinião por ter observado que o alimento de todas as coisas é úmido e que o próprio calor é gerado e alimentado pela umidade. Ora, aquilo de que se originam todas as coisas é o princípio delas. Daí lhe veio essa opinião, e também a de que as sementes de todas as coisas são naturalmente úmidas e de ter origem na água a natureza das coisas úmidas”.&lt;br /&gt;Em seu livro – Da Alma, Aristóteles escreve: “E afirmam alguns que ela (a alma) está misturada com o todo. É por isso que, talvez, Tales pensou que todas as coisas estão cheias de deuses. Parece também que Tales, pelo que se conta, supôs que a alma é algo que se move, se é que disse que a pedra (ímã) tem alma, porque move o ferro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse esforço investigativo de Tales no sentido de descobrir uma unidade, que seria a causa de todas as coisas, representa uma mudança de comportamento na atitude do homem perante o cosmos, pois abandona as explicações religiosas até então vigentes e busca, através da razão e da observação, um novo sentido para o universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. ANAXIMENES DE MILETO&lt;br /&gt;Anaxímenes de Mileto (588-524 a.C.) concordava com Anaximandro de Mileto quanto ao a-peiron, e com as características desse princípio apontadas por Anaximandro. Mas postulou que esse a-peiron fosse o Ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi discípulo e continuador da escola Jônica e escreveu sua obra: “Sobre a natureza”, também em prosa. Dedicou-se especialmente à meteorologia. Foi o primeiro a afirmar que a luz da Lua é proveniente do Sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Tales sustentava a ideia de que a água é o bloco fundamental de toda a matéria, Anaxímenes dizia que tudo provém do Ar e retorna ao Ar. Era inquieto.&lt;br /&gt;Adágio de Anaxímenes: "Exatamente como a nossa alma, o ar mantém-nos juntos, de forma que o sopro e o ar abraçam o mundo inteiro…"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cosmologia de Anaxímenes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simplício em seu livro Física nos conta: “Anaxímenes de Mileto, filho de Eurístrates, companheiro de Anaximandro, afirma também que uma só é a natureza subjacente, e diz, como aquele, que é ilimitada, não porém indefinida, como aquele (diz), mas definida, dizendo que ela é Ar. Diferencia-se nas substâncias, por rarefação e condensação. Rarefazendo-se, torna-se fogo; condensando-se, vento, depois, nuvem, e ainda mais, água, depois terra, depois pedras, e as demais coisas provêm destas. Também ele faz eterno o movimento pelo qual se dá a transformação.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Terra, acreditava Anaxímenes, foi formada primeiro, e dela, ergueram-se as estrelas, dando a impressão de que estas são rarefações do fogo. A Terra era plana e boiava no Ar. O Sol também era “plano e largo como uma folha” e caminhava através do Ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com uma passagem isolada escrita pelo teólogo sírio Aécio, Anaxímenes pensava que as estrelas eram fixas como “pregos no cristalino”. Ele também alegadamente acreditava que as estrelas não produziam calor por causa de sua grande distância em relação à Terra, o que era uma visão mais acurada do que a de Anaximandro, que considerava as estrelas mais próximas da Terra do que o Sol.&lt;br /&gt;A presunção feita por Anaxímenes de que o Ar estava eternamente em movimento, traz ao pensamento a noção de que o Ar possuía vida – uma crença razoável no contexto primitivo que sempre associou vida com sopro. Há evidências de que Anaxímenes fez analogias entre o Ar-divino que sustenta o Universo e o ar-humano, ou alma, que dá vida aos homens. Sobre isto, Aécio escreve: “Como nossa alma, que é ar, soberanamente nos mantém unidos, assim também todo o cosmo sopro e ar o mantém”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal comparação, entre o macrocosmo e o microcosmo, permitiu a Anaxímenes desenvolver o argumento sobre a existência de uma única entidade – o Ar – a sustentar a diversidade de todas as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anaxímenes e a Física Moderna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anaxímenes diz que as coisas sólidas são ar condensado e que as mais rarefeitas são ar mais rarefeito (assim como a água para Tales, o ar deveria ser meramente uma metáfora do Ar, para Anaxímenes). E dá como exemplo o ar que sai da boca: se assopramos com os lábios mais apertados (fazendo beiço) o ar sai frio, e se "assopramos" com a boca aberta, sai quente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A variação quantitativa de tensão da realidade originária dá origem a todas as coisas" é uma forma de se dizer que todas as coisas são diferentes "formas" de Ar original. Isso é muito semelhante à teoria das supercordas, que diz que os quarks (partículas que formam todas as outras, inclusive elétrons, prótons e nêutrons) são como que vibrações de energia: as diferentes partículas seriam mais ou menos como frequências diferentes da vibração da energia (mais ou menos como as notas musicais são vibrações diferentes de um fio; a quarta corda do violão, se tocada enquanto se aperta na primeira casa, faz um dó, na segunda casa, um ré, e assim sucessivamente, porque quanto mais próxima a casa estiver do corpo do violão, maior vai ser a frequência da vibração da corda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a teoria das supercordas estiver certa, Anaxímenes também estava. Pois, se chamarmos o Ar de energia, e sabendo que "quente" e "frio" são estados produzidos pela vibração dos elétrons (quanto mais os elétrons vibram, mais quente a coisa que eles compõem está), ele descreveu a teoria há muito tempo, utilizando expressões e imagens diferentes, como em uma analogia. (Para um estudo e análise mais detalhada sobre Anaxímenes cf. SPINELLI, Miguel. Filósofos Pré-Socráticos. Primeiros mestres da filosofia e da ciência grega. Porto Alegre: Edipucrs, 2ªed., 2003). Nao podemos confudir Anaximenes com Anaxagoras,são dois filosofos diferentes,com nomes parecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. HERÁCLITO DE EFÉSO&lt;br /&gt;Heráclito de Éfeso (Éfeso, aprox. 540 a.C. - 470 a.C.) foi um filósofo pré-socrático considerado o "pai da dialética". Recebeu a alcunha de "Obscuro" principalmente em razão da obra a ele atribuída por Diógenes Laércio, Sobre a Natureza, em estilo obscuro, próximo ao das sentenças oraculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vulgata filosófica, Heráclito é o pensador do "tudo flui" (panta rei) e do fogo, que seria o elemento do qual deriva tudo o que nos circunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De seus escritos restaram poucos fragmentos (encontrados em obras posteriores), os quais geraram grande número de obras explicativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dados biográficos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heráclito nasceu em Éfeso, cidade da Jônia (atual Turquia). Diógenes Laércio relata que "Heráclito, filho de Blóson, ou, segundo outra tradição, de Heronte, era natural de Éfeso. Tinha uns quarenta anos por ocasião da 69ª Olimpíada (504-501 a.C.). Era homem de sentimentos elevados, orgulhoso e cheio de desprezo pelos outros".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por seu desprendimento em relação ao poder e pelo desprezo que dedicava aos bens materiais, Heráclito não era simpático aos efésios, que eram exatamente o seu oposto. Foi, aliás, muito criticado por seus concidadãos quando conseguiu convencer o tirano Melancoma a abdicar para ir viver nos bosques, em livre contato com a natureza. Heráclito era acusado de desprezar a plebe, de se recusar a participar da política - essencial aos gregos) - e de desdenhar os poetas, os filósofos e a religião. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos da sua vida, passou a viver ainda mais isolado, nas montanhas, alimentando-se somente de plantas. Quando adoeceu, atacado por uma hidropisia, Heráclito foi obrigado a voltar à cidade. Aos médicos, cujo conhecimento ridicularizava, perguntou se seriam capazes de transformar uma inundação em seca, aludindo à sua doença. Os médicos não entenderam e acabaram sendo expulsos por Heráclito. O filósofo resolveu então recorrer a um curandeiro que lhe aconselhou imergir-se no estrume pois o calor faria evaporar a água em excesso que havia em seu corpo. Foi um desastre: os cães de Heráclito não reconheceram o dono, inteiramente coberto de excrementos, e o atacaram, causando a sua morte. É possível também que a causa da morte de Heráclito tenha sido o sufocamento sob esterco de vaca. O historiador Neantes de Cízico (século III a.C.) afirma que, tendo sido impossível retirar o corpo de sob o esterco, lá permaneceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pensamento de Heráclito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os filósofos de Mileto (Tales, Anaximandro, Anaxímenes, entre outros) haviam percebido o dinamismo das mudanças que ocorrem na physis, como o nascimento, o crescimento e a morte, mas não chegaram a problematizar a questão.&lt;br /&gt;Heráclito, inserido no contexto pré-socrático, parte do princípio de que tudo é movimento, e que nada pode permanecer estático - Panta rei ou "tudo flui", "tudo se move", exceto o próprio movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas este é apenas um pressuposto de uma doutrina que vai mais além. O devir, a mudança que acontece em todas as coisas é sempre uma alternância entre contrários: coisas quentes esfriam, coisas frias esquentam; coisas úmidas secam, coisas secas umedecem etc. A realidade acontece, então, não em uma das alternativas, posto que ambas são apenas parte de uma mesma realidade, mas sim na mudança ou, como ele chama, na guerra entre os opostos. Esta guerra é a realidade, aquilo que podemos dizer que é. "A doença faz da saúde algo agradável e bom"; ou seja, se não houvesse a doença, não haveria por que valorizar-se a saúde, por exemplo. Ele ainda considera que, nessa harmonia, os opostos coincidem da mesma forma que o princípio e o fim, em um círculo; ou a descida e a subida, em um caminho, pois o mesmo caminho é de descida e de subida; o quente é o mesmo que o frio, pois o frio é o quente quando muda (ou, dito de outra forma, o quente é o frio depois de mudar, e o frio, o quente depois de mudar, como se ambos, quente e frio, fossem "versões" diferentes da mesma coisa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heráclito sustenta que só a mudança e o movimento são reais, e que a identidade das coisas iguais a si mesmas é ilusória: para Heráclito tudo flui (panta rei).&lt;br /&gt;O panta rei é uma consequência de polemos (guerra, conflito), que reina sobre tudo. Em consequência, Heráclito de Éfeso não é o filósofo do "tudo flui" mas do "tudo flui enquanto resultado da tensão contínua dos opostos em luta".&lt;br /&gt;A doutrina dos contrários&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro do pensamento de Heráclito, Deus não tinha a aparência de um homem nem de outro animal qualquer. Deus não era nem criador, nem onipotente. Heráclito limitava-se a identificá-lo com os opostos, os quais persistem apesar de suas mudanças e assim são capazes de compreender sua própria unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Deus é dia-noite, inverno-verão, guerra-paz, saciedade-fome; mas se alterna como o fogo, quando se mistura a incensos, e se denomina segundo o gosto de cada um." Nesse argumento, podemos ver que Heráclito considerava as diversas divindades da mitologia grega, que eram adoradas pelos homens de seu tempo, como sendo apenas fogo misturado a diferentes tipos de incensos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a alma consiste apenas de mais uma rarefação do fogo e sofre as mesmas mudanças que todas as outras coisas também experimentam; e a morte traz a completa extinção da alma. "Para almas é morte tornar-se água, e para água é morte tornar-se terra, e de terra nasce água, e de água alma."&lt;br /&gt;Novamente aqui, nesse raciocínio, vemos Heráclito descrever seus caminhos "para baixo" e "para cima".&lt;br /&gt;5. PARMÊNIDES DE ELÉA&lt;br /&gt;Filósofo pré-socrático (539 - 469 a. C.), matemático e poeta grego, natural de Eléia, hoje Vélia, na Magna Grécia, sul da Itália, entre o pontal Licosa e o cabo Palinuro, que inaugurou o pensamento metafísico que, sistematizado no platonismo, entende como ilusório o mundo dos sentidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecido já na antiguidade como um sábio importante, a maior figura da escola a que pertenceu, talvez o mais profundo de todos pressocráticos. Sabe-se que como legislador em Eléia, deu leis aos seus concidadãos, o que significa haver ocupado posição de destaque em sua cidade, uma então recente fundação dos jônios. Lá teria também fundado uma escola semelhante aos institutos pitagóricos, para o ensino da dialética, foi discípulo do pitagórico Amínias e seguidor de Xenófanesde Cólofon. Seus seguidores, os eleáticos, entre os quais o mais famoso foi Zenão (também escrito Zeno ou Zenon) de Elea, opunham-se às idéias numéricas dos pitagóricos, ao mobilismo de Heráclito e à toda a filosofia jônica, atacando os conceitos de multiplicidade e divisibilidade, defendendo, em oposição, a unidade e a permanência do ser. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Admirado por Aristóteles e por Platão, que deu seu nome a um dos Diálogos e em O Sofista o denominou de O Grande Parmênides. Formulou pela primeira vez o princípio de identidade, segundo ele o que está fora do ser não é ser, o não-ser é nada, portanto o ser é um. Sua principal e única obra conhecida e da qual ainda restam fragmentos, é um longo poema filosófico em duas partes e 150 versos, Da natureza ou Sobre a verdade, onde dois terços se referem à metafísica e um terço à física. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defendia a forma esférica da Terra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. EMPÉNDOCLES DE AGRIGENTO&lt;br /&gt;(492 - 432 a. C ) Político, filósofo, médico, místico e poeta grego, nascido em Aeragas, hoje Agrigento, na Sicília, cidade colonial grega no litoral sul da Sicília, então parte da Magna Grécia, no Mar Mediterrâneo, um dos notáveis defensores da teoria da constituição da matéria de Pitágoras, um profundo teórico da evolução dos seres vivos e considerado o primeiro sanitarista da história. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro filósofo nascido no Ocidente, para estabelecer um compromisso entre a doutrina eleática e a evidência comum dos sentidos, adotou todos os pontos até então considerados básicos e acrescentou-lhes um quarto, chamando-os de raízes das coisas, rizomata, que Aristóteles mais tarde os denominou de elementos. Substituiu, pois, a busca dos jônicos de um único princípio das coisas para interpretação do universo pelo de que "todos os fenômenos da natureza são resultado da mistura de quatro elementos: água, fogo, ar e terra". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua concepção cosmológica com essas quatro substâncias, elas se uniriam sob a força de algo que os misturasse das várias formas. Para que isso ocorresse teorizou os seus dois princípios: o amor como fator de união, e o influxo do ódio para a divisão. Já Anxímenes considerara o ar como substancial, mas foi o cientista de Agrigento que provou sua existência material, através de experimentos envolvendo relógios de água, e o denominou de éter. Os mananciais e os vulcões seriam provas da existência de água e fogo no interior da Terra. Sob a influência eleática conceituou que as substâncias elementares seriam eternas e imutáveis e que não poderiam ser explicadas de outra maneira. Este princípio continua sendo empregado pela ciência até os dias de hoje, sem muita ênfase mas com ar de resignação. Em resumo o materialismo eleático afirmava o seguinte: "o que é, é; nada pode surgir do que não é, bem como o que é não pode converter-se em nada". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visto na antiguidade como profeta e mago, em Carme Lustral apresentava-se como um profeta e mensageiro e foi também poeta, orador, além de competente médico. Como cientista seus conhecimentos foram notáveis em várias áreas do conhecimento em sua época. Ele descobriu, embora não se saiba como, que a luz requer tempo para se propagar e que a luz da Lua seria indireta. Do médico e pitagórico Alcmeão de Crotona, assumiu a teoria de que a saúde era um equilíbrio próprio entre componentes opostos, e que a doença manifestava-se quando um deles prevalecesse. Defendeu a teoria dos poros como passagens respiratórias do corpo, e a da visão como o encontro de um raio que emanava dos próprios olhos sobre as efluências do objeto. Como administrador notabilizou-se por suas pioneiras idéias sanitaristas e ambientais nas comunidades urbanas. Mandou construir sistemas de drenagem em várias localidades do mundo grego e, inclusive conseguiu deter uma epidemia de malária em Salinonto, acontecimento que mais tarde foi lembrado, de forma agradecida, nas moedas cunhadas naquela cidade. Como político notabilizou-se por se opor a oligarquia e defender a democracia, sendo por isso, desterrado e, lendariamente, teria morrido atirando-se no Etna para provar que era um deus. Outros afirmam que como um deus, quando morreu teria se elevado para o céu. Escreveu dois poemas em jônico: Sobre a natureza e Katharmoi (as purificações), do qual resta somente uma centena de versos. &lt;br /&gt;7. ANAXÁGORAS DE CLOZOMENE &lt;br /&gt;Anaxágoras (c. 500 - 428 a.C.),nativo de Clazomene, nas proximidades de Esmirna, é filósofo grego pré-socrático da escola jônica nova. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Foi também o primeiro filósofo jônico a se estabelecer em Atenas, cerca do ano 480 a.C., razão do porque de sua importância no desenvolvimento ulterior da filosofia, sobretudo de Sócrates (c. 500 - 428 a.C.) Platão (c. 500 - 428 a.C.), Aristóteles(c. 500 - 428 a.C.). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não poderia ter sido ouvinte imediato de Anaxímenes, porque este último dos três milesianos já era então falecido, não obstante a afirmação de Diógenes Laércio que "ele foi discípulo de Anaxímenes" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à Empédocles, seu contemporâneo mais novo, mas do Ocidente, informa a respeito Aristóteles:  "Anaxágoras de Clazomene, pela sua idade mais velho que Empédocles, mais jovem pelas suas obras..." (Metaf. 984 a 11). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela indicação das olimpíadas nasceu em 500 a.C. e morreu em 428 a.C., o que confere também com a idade de 72 anos e a invasão de Xerxes, rei da Pérsia, quando, em 480 a. C., ocorreu a batalha de Termópilas. Quanto à indicação de que permanecera 30 anos em Atenas, não implica em serem 30 anos sem interrupção, mas uma soma de 30 anos. Se fossem 30 anos a partir dos seus 20 anos, teria estado em Atenas de 480 a 450 a.C. É possível que se tenha estabelecido em Atenas por ocasião da movimentação de tropas, ocasionada pela invasão de Xerxes. Seguramente esteve em Atenas nos últimos anos de sua vida, quando fora acusado de impiedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os detalhes sobre a pessoa de Anaxágoras são conhecidos praticamente só pela biografia legada por Diógenes Laércio, à qual se acrescentam algumas indicações de outros filósofos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Anaxágoras de Clazomene, filho de Hegesíbulo ou Eubulo, foi ouvinte de Anaxímenes e o primeiro que atribuiu inteligência à matéria, como diz no começo de seu tratado, que foi composto em linguagem atraente e elegante. Todas as coisas estavam juntas; então veio a inteligência e estabeleceu a ordem. &lt;br /&gt;Por esta razão ele foi apelidado Inteligência, porque, segundo ele, a Inteligência reuniu os elementos dispersos que antes estavam em caos. &lt;br /&gt;Ele era eminente pela riqueza e por nascimento, e além disto magnânimo, ao ponto de renunciar seus bens em favor dos seus domésticos. &lt;br /&gt;Aos que o acusavam de negligência, replicava: &lt;br /&gt;- E vós, por que não sois mais diligentes? &lt;br /&gt;Finalmente retirou-se e se dedicou à investigação da natureza, sem se preocupar com as coisas públicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou a filosofar em Atenas no arcontado de Cálias, na idade de 20 anos, conforme declara Demétrio de Falera em sua Lista de arcontes. E ali permaneceu 30 anos" &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Os cincoenta anos de prosperidade de Atenas, entre o fim das guerras médicas (480 a.C.), ditas também contra os persas, e os insucessos iniciais da guerra do Peloponeso (431-404 a.C.), entre Atenas e Esparta, foram também os dos sucessos de Anaxágoras. &lt;br /&gt;Um aluno de Anaxágoras se tornou o grande líder dos atenienses: Péricles (499-429 a.C.) &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O fim de Anaxágoras. Quando Péricles declinou politicamente, por causa dos insucessos iniciais da guerra do Peloponeso, também veio o fim de Anaxágoras. É o que se depreende confusamente do texto de Diógenes Laércio. Nem se depreende algo melhor de outros, que também se referem ao fim de Anaxágoras. &lt;br /&gt;"Sobre seu julgamento deram-se versões discordantes. Diz Sócion em sucessões dos filósofos, que foi acusado de impiedade por Cléon, porque declarara que o sol era uma massa de ferro incandescente. Tendo-o defendido seu discípulo Péricles, foi contudo condenado a pagar cinco talentos e banido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sátiro em Vidas diz que o seu perseguidor foi Tucídides, opositor de Péricles, o qual não somente o acusou de impiedade, mas também de traição; e que a sentença de morte foi declarada em sua ausência. Quando a notícia lhe foi levada, de que havia sido condenado e que seus filhos haviam sido mortos, seu comentário sobre a sentença foi: há já muito tempo a natureza condenou a meus juízos e a mim. &lt;br /&gt;Sobre seus filhos: Eu sabia que meus filhos haviam nascido mortais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-1210027239091483064?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/1210027239091483064/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2010/07/vida-e-obra-de-filosofos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/1210027239091483064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/1210027239091483064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2010/07/vida-e-obra-de-filosofos.html' title='VIDA E OBRA DE FILOSOFOS'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-1976103736375295089</id><published>2009-12-22T12:03:00.000-08:00</published><updated>2009-12-22T12:06:45.103-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='key e crack'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='serial'/><title type='text'>TOTAL VIDEO CONVERTER REGISTER KEY</title><content type='html'>0ab52023-ba00347e-9fa86acd-fdc330a9-68578b7e-264b81e1-30bdfeef-cea403fa-20457e4a-39c03409-f69a9aba-388e8a94-677044c7-643fe9ac-66523c91-18a61801&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-1976103736375295089?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/1976103736375295089/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/12/total-video-converter-register-key.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/1976103736375295089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/1976103736375295089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/12/total-video-converter-register-key.html' title='TOTAL VIDEO CONVERTER REGISTER KEY'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-1303075866870667171</id><published>2009-11-22T07:03:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T07:04:09.397-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='KALIBRADOS'/><title type='text'>KALIBRADOS-TE AMO</title><content type='html'>Ok...6 da Manhã ! &lt;br /&gt;Como é bom olhar pra ti e sabe k tú es tudo pra mim. &lt;br /&gt;Não sei se te amo demais ou se te amo pouco. Mas...uma coisa é&lt;br /&gt;certa&lt;br /&gt;tudo k eu tenho pra ti é que eu te amo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia o Sol brilhou diferente pra mim&lt;br /&gt;fui envolvido no teu jeito e tudo começou assim&lt;br /&gt;Vi verdade e fantasia, num mundo de magia&lt;br /&gt;vi diante dos meus olhos o que só nos sonhos via&lt;br /&gt;Sei lá...o teu modo de ser contagia toda a gente&lt;br /&gt;tô sem algo pra dizer &lt;br /&gt;Naum sei falas quando deve, ouve quando deve &lt;br /&gt;pois o teu maior problema quando falas fico leve&lt;br /&gt;Es minha amada como nunca ninguém foi&lt;br /&gt;minha heroína deixa eu ser o teu herói&lt;br /&gt;Quando naum estamos dói&lt;br /&gt;quando estou contigo rói &lt;br /&gt;é uma coisa inesplicavel k me abala e me destrói&lt;br /&gt;M - A - R - I - S - A &lt;br /&gt;Nós somos feitos um pro outro&lt;br /&gt;naum há como negar&lt;br /&gt;faço tudo por ti&lt;br /&gt;vou à Lua por ti&lt;br /&gt;Faças o mesmo por mim&lt;br /&gt;que o nosso amor segue assim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFRÃO (2x)&lt;br /&gt;vou cantar pra ti&lt;br /&gt;Vou dizer te que&lt;br /&gt;Menos um dia da tua vida deixhaste fugir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naum tens defeitos pra mim&lt;br /&gt;sem tirar nem por, deixa assim &lt;br /&gt;tú es a eleita, verdadeira, companheira para mim &lt;br /&gt;Como é bonito ter-te aqui ao pé de mim&lt;br /&gt;deitada no meu peito alegre vendo-te sorrir&lt;br /&gt;a felicidade entra em meu coração&lt;br /&gt;é tanta emoção que naum sinto as pernas no chão&lt;br /&gt;Love, amar-te é fácil porque tu também me amas&lt;br /&gt;dois corações em chamas, és tu meu anjo da guarda&lt;br /&gt;digo que te amo e tenho sido sincero&lt;br /&gt;naum há nada pra esconder quando o amor é verdadeiro&lt;br /&gt;Tu es Jasmin, eu sou Aladdin &lt;br /&gt;estamos presos tipo açucar num cremoso pudim, sim&lt;br /&gt;é maravilha partilhar minha vida&lt;br /&gt;com alguém especial, uma mulher tão querida&lt;br /&gt;que chora quando choro, sofre quando sofro&lt;br /&gt;trata e me cuida com seu unico tesouro&lt;br /&gt;Por onde eu andar serás a direção, onde fores&lt;br /&gt;com seus olhos e meus também pra lá então&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(REFRÃO) 2x&lt;br /&gt;Entraste no meu coração, agora tu és &lt;br /&gt;my baby, my baby, mine 2x&lt;br /&gt;Hoje eu...estou decidido e preciso falar&lt;br /&gt;já naum sei se é paixão, sentimento &lt;br /&gt;ou mais ! Que...&lt;br /&gt;carrego no meu peito esse amor &lt;br /&gt;que tomou posse do meu próprio valor.&lt;br /&gt;Amo-te demais porque eu sinto&lt;br /&gt;que nasceste pra mim, baby, eu naum resisto&lt;br /&gt;quero-te demais, necessito o teu calor e o teu&lt;br /&gt;amor, doce labirinto &lt;br /&gt;Vivo por saber q tu estas em mim &lt;br /&gt;será que naum acreditas no que te supir&lt;br /&gt;como eu adoro teus beijos &lt;br /&gt;talvez porque são maços e parecem sinceros &lt;br /&gt;A vida é só mais vida porque tu estas&lt;br /&gt;naum imaginas o vazio quando naum estas&lt;br /&gt;Os teus lábios nos meus, naum pensei Deus &lt;br /&gt;ela me faz tão bem !!&lt;br /&gt;Entraste no meu coração, agora tú és ma baby&lt;br /&gt;ma baby, mine 2x&lt;br /&gt;(REFRÃO) 2x&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Nicolau&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-1303075866870667171?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/1303075866870667171/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-te-amo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/1303075866870667171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/1303075866870667171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-te-amo.html' title='KALIBRADOS-TE AMO'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-3050544848123296682</id><published>2009-11-22T07:01:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T07:03:15.936-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='KALIBRADOS'/><title type='text'>KALIBRADOS-VOU CANTAR PRA TI</title><content type='html'>Refrão:&lt;br /&gt;Vou cantar pra ti... &lt;br /&gt;Vou dizer.te que ...&lt;br /&gt;Menos um dia da tua vida deixas.te fugir... &lt;br /&gt;Vou cantar pra ti ...&lt;br /&gt;Vou dizer.te que ...&lt;br /&gt;Menos um dia da tua vida deixas.te fugir ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha voz é uma brisa a flutuar dentro de ti &lt;br /&gt;O que deixas-te passar eu já deixei também perdi &lt;br /&gt;E vi que nessa vida não se pode dormir &lt;br /&gt;Tudo tem um preço alto e melhor diluir &lt;br /&gt;Todas essas falhas sabes que são várias &lt;br /&gt;Não caminhes pelo mundo de vista vendadas &lt;br /&gt;Abre o teu olho da mente vê com o teu coração &lt;br /&gt;A boa relação depende de uma afeição&lt;br /&gt;Estou a cantar pra ti e a dizer.te que &lt;br /&gt;O teu amor está escaço será bom corrigir &lt;br /&gt;Quando mais um dia vai-se embora &lt;br /&gt;É menos um dia que a tua vida tem não joga fora&lt;br /&gt;Quanto mais longe o vento te levar melhor &lt;br /&gt;Divina será benção se viveres com amor,mor,mor,mor &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refrão: &lt;br /&gt;Vou cantar pra ti... &lt;br /&gt;...Vai canta pra mim... &lt;br /&gt;Vou dizer.te que... &lt;br /&gt;...Vais dizer.me que...&lt;br /&gt;Menos um dia da tua vida deixas.te fugir...&lt;br /&gt;...Ya deixa fluir... &lt;br /&gt;Vou cantar pra ti ...&lt;br /&gt;...Ya canta pra mim... &lt;br /&gt;Vou dizer.te que... &lt;br /&gt;...Vais dizer.me que... &lt;br /&gt;Menos um dia da tua vida deixas.te fugir... &lt;br /&gt;...Ya deixa fluir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fatigado chegas sempre cansado &lt;br /&gt;Sem tempo para amar as pessoas que tens ao lado&lt;br /&gt;Dedicado quase nunca compensado &lt;br /&gt;Falhado como filho, irmão, neto e namorado &lt;br /&gt;Habitas no vazio e o vazio habita em ti &lt;br /&gt;Sim, sei que te sentes assim &lt;br /&gt;E o mais dificil será falar ou o mais dificil é não&lt;br /&gt;ter com quem falar &lt;br /&gt;Fala eu tou aqui por perto &lt;br /&gt;Chama o senhor para eluminar o teu tragecto &lt;br /&gt;Querer e não fazer não ponho o peito completo &lt;br /&gt;E de boas intenções o inferno tá repleto &lt;br /&gt;Nota bem para um pouco pra pensar &lt;br /&gt;Se não amares quem te ama afinal quem vais amar &lt;br /&gt;Troca carinho deixa a vida te levar &lt;br /&gt;E da luz as novas estrelas pra brilhar no teu olhar &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refrão:&lt;br /&gt;Vou cantar pra ti... &lt;br /&gt;...Vai canta pra mim... &lt;br /&gt;Vou dizer-te que... &lt;br /&gt;...Vais dizer-me que...&lt;br /&gt;Menos um dia da tua vida deixas-te fugir...&lt;br /&gt;...Vai deixa fluir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ésse é mais um dia daqueles dias que vais ter que&lt;br /&gt;acordar &lt;br /&gt;E reparar que mais um dia te deixas .te passar &lt;br /&gt;Opurtunidades na vida só vêm uma vez &lt;br /&gt;Levanta tua cabeça mantem bem firme os teus pés &lt;br /&gt;Avança agora não fiques panco &lt;br /&gt;A vida é um jogo e tu és o melhor em campo &lt;br /&gt;Tudo o que tu precisas tá dentro de ti &lt;br /&gt;Antes de apontar pra fora aponta pra dentro de ti &lt;br /&gt;Dinheiro é poder, respeito é honra &lt;br /&gt;Luta pra ter esses manbos enquanto é hora &lt;br /&gt;Evita guerra, frabrica paz &lt;br /&gt;Cobiça a tua vida não deixes nada pra traz &lt;br /&gt;Felicidade é sinónimo que a vida não corre em vão &lt;br /&gt;Esquece as tristezas precorre com a compaixão &lt;br /&gt;Ama quem te ama &lt;br /&gt;Respeita quem te respeita &lt;br /&gt;Dá valor a quem merece,não há quem só quem te&lt;br /&gt;aproveita &lt;br /&gt;Demonstra a ti mesmo que és forte e tens talento&lt;br /&gt;Representa-te valoriza-te a 100% &lt;br /&gt;Só deixas de viver quando juntas as botas &lt;br /&gt;Mundo é jogo, vida é regra morrer é batota&lt;br /&gt;Refrão:&lt;br /&gt;Vou cantar pra ti... &lt;br /&gt;Vou dizer-te que... &lt;br /&gt;Menos um dia da tua vida deixas-te fugir...&lt;br /&gt;Vou cantar pra ti ...&lt;br /&gt;Vou dizer-te que...&lt;br /&gt;Menos um dia da tua vida deixas-te fugir.....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Nicolau&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-3050544848123296682?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/3050544848123296682/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-vou-cantar-pra-ti.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/3050544848123296682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/3050544848123296682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-vou-cantar-pra-ti.html' title='KALIBRADOS-VOU CANTAR PRA TI'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-4475897329082668559</id><published>2009-11-22T06:52:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T06:54:48.527-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='KALIBRADOS'/><title type='text'>KALIBRADOS-MENOS UM DIA</title><content type='html'>Vou cantar para ti,&lt;br /&gt;Vou dizer-te que,&lt;br /&gt;Menos um dia da tua vida&lt;br /&gt;Deixaste fugir&lt;br /&gt;A minha voz é uma brisa a flutuar dentro de ti&lt;br /&gt;o que deixaste passar eu já deixei, também perdi&lt;br /&gt;e vi que nessa vida não se pode dormir&lt;br /&gt;tudo tem um preço alto, é melhor diluir&lt;br /&gt;todas essas falhas&lt;br /&gt;sabes que são várias&lt;br /&gt;não caminhes pelo mundo de vistas vendadas&lt;br /&gt;abre o teu olho da mente, vê com o teu coração&lt;br /&gt;a boa relação depende de uma afeição&lt;br /&gt;estou a cantar pra ti&lt;br /&gt;e a dizer-te que&lt;br /&gt;o teu amor esta escasso sera bom corrigir&lt;br /&gt;quando mais um dia vai-se embora &lt;br /&gt;é menos um dia que a tua vida tem, não jogue fora&lt;br /&gt;quanto mais longe o vento te levar melhor&lt;br /&gt;divina será benção se viveres com amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*refrão*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fatigado, chegas sempre casado&lt;br /&gt;sem tempo para amar as pessoas que tens ao lado&lt;br /&gt;dedicado, quase nunca compensado&lt;br /&gt;falhado como flho, irmão, neto e namorado&lt;br /&gt;habitas no vazio e o vazio habita em ti&lt;br /&gt;sim, sei que te sentes assim&lt;br /&gt;e o mais dificil será falar&lt;br /&gt;ou o mais dificil é não ter com quem falar?&lt;br /&gt;fala, eu tô aqui por perto&lt;br /&gt;chamo o Senhor para iluminar o teu trajeto&lt;br /&gt;querer e não fazer não põe o peito completo&lt;br /&gt;e de boas intenções o inferno está repleto&lt;br /&gt;nota bem, para um pouco pra pensar&lt;br /&gt;se não amares quem te ama afinal quem vais amar?&lt;br /&gt;troca carinho, deixa a vida te levar&lt;br /&gt;e dá luz a novas estrelas pra brilhar no teu olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*refrão*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é mais um daqueles dias que vais ter que acordar&lt;br /&gt;e reparar que é mais mais um dia que deixaste passar&lt;br /&gt;oportunidades na vida só vêm uma vez&lt;br /&gt;levanta tua cabeça, mantém bem firme os teus pés&lt;br /&gt;avança agora, não fiques panco&lt;br /&gt;a vida é um jogo e tu és o melhor em campo&lt;br /&gt;tudo que tu precisas está dentro de ti&lt;br /&gt;antes de apontar para fora aponta para dentro de ti&lt;br /&gt;dinheiro é poder, respeito é honra&lt;br /&gt;luta pra ter esses mambos enquanto é hora&lt;br /&gt;evita a guerra, fabrica a paz&lt;br /&gt;cobice a tua vida, não deixes nada pra trás&lt;br /&gt;felicidade é sinónimo que a vida não corre em vão&lt;br /&gt;esquece as tristezas, percorre com a compaixão&lt;br /&gt;ama quem te ama, respeita quem te respeita&lt;br /&gt;da valor a quem merece e não a quem só te aproveita&lt;br /&gt;demonstra a ti mesmo que és forte e tens talento&lt;br /&gt;representa-te, valoriza-te a 100%&lt;br /&gt;só deixas de viver quando juntas as botas&lt;br /&gt;mundo é jogo, vida é regra, morrer é batota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Nicolau&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-4475897329082668559?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/4475897329082668559/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-menos-um-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/4475897329082668559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/4475897329082668559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-menos-um-dia.html' title='KALIBRADOS-MENOS UM DIA'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-789234258888507923</id><published>2009-11-22T06:47:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T06:49:08.546-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='KALIBRADOS'/><title type='text'>KALIBRADOS-NÃO DEU PARA SER FIEL</title><content type='html'>Foi num quarto de hotel depois de uma actuação&lt;br /&gt;Amo a minha mulher, mas não sou de ferro não… então!&lt;br /&gt;Se não fizesse com tanta provocação minha masculinidade entrava em questão&lt;br /&gt;Bateram a porta fui abrir só de boxeurs desinibido, tava a pensar que era&lt;br /&gt;O barman com o chá que tinha pedido, tava com a porta aberta, tava de boca aberta&lt;br /&gt;Era mulher perfeita, era a mulher certa,&lt;br /&gt;Corpo Serra da Leba, boca de silicone,&lt;br /&gt;Peito! já não era peito, tinha um traseiro de burro…&lt;br /&gt;Eu disse: moça sou casado por favor me respeita&lt;br /&gt;Ela disse: eu t respeito, mas não sou ciumenta…&lt;br /&gt;Tentei fugir mas não tinha buraco, quando dei por mim meu pincel já estava molhado&lt;br /&gt;E apesar de ser casado na igreja e no papel a verdade é uma só não deu pra ser fiel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baby não deu, não deu pra ser fiel, eu bem que tentei mas baby não&lt;br /&gt;Baby não deu, não deu pra ser fiel, eu bem que tentei mas baby não&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me ponhas a culpa essa dama é maluca, entrou na minha vida tipo Scolary na duta&lt;br /&gt;Essa miúda tem shine, tem flow é um show, me filingou, e me caçou…&lt;br /&gt;Cara que dá pena, rabo que faz coração, pura tentação e o pastor Tadeu diz que não&lt;br /&gt;Mais curvas que a Beyoncé, life em B e não tem makas com cash&lt;br /&gt;No principio pensei que fosse miragem, no seu corpo eu fiz uma grande viagem,&lt;br /&gt;Pensando que fosse uma simples passagem, mas acabei por entrar na sua garagem&lt;br /&gt;Me deu eclipse total, matrix revolução, bicicleta, pára-quedas, tudo num só sofá&lt;br /&gt;Baby tentei mas não deu, amor eu fui infiel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baby não deu, não deu pra ser fiel, eu bem que tentei mas baby não&lt;br /&gt;Baby não deu, não deu pra ser fiel, eu bem que tentei mas baby não&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu nunca tive cara a cara com uma dama tão malandra confesso, eu juro aquela&lt;br /&gt;Diaba foi mandada, não respeitou nada me dicou tipo criança&lt;br /&gt;Chacho profissional eu próprio tirei a aliança, mas disse: eu tenho uma filha e uma dona&lt;br /&gt;Ela disse: eu sou a madrasta que toda enteada sonha, namorada ideal, mulher&lt;br /&gt;Aconselhadora… era mentira ela era a pior das predadoras&lt;br /&gt;Deu-me um golpe de judo ti ya chi, caí no, tentei lutar mas vi que já não tinha solução&lt;br /&gt;Rasgou minha camisa, começou no pega-pega e pôs a sua cabeça entre as minhas pernas&lt;br /&gt;Baby please acredita só em mim, nesse momento juro tava apensar em ti&lt;br /&gt;Coração disse não mas o meu corpo disse sim, ela é rouba marido e não deu pra resistir&lt;br /&gt;Baby não deu, não deu pra ser fiel, eu bem que tentei mas baby não&lt;br /&gt;Baby não deu, não deu pra ser fiel, eu bem que tentei mas baby não&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: nicolau&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-789234258888507923?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/789234258888507923/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-nao-deu-para-ser-fiel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/789234258888507923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/789234258888507923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-nao-deu-para-ser-fiel.html' title='KALIBRADOS-NÃO DEU PARA SER FIEL'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-345480536322168507</id><published>2009-11-22T06:43:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T06:45:13.562-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='KALIBRADOS'/><title type='text'>KALIBRADOS-ENHORITA (GAJO DE GAJAS)</title><content type='html'>Elas deixam cair tudo&lt;br /&gt;Quando eu pinto na zona&lt;br /&gt;Vocês já sabem comé que a cena funciona&lt;br /&gt;As luzes brilham mais quando passam os kalibrados&lt;br /&gt;Eu fico com as garinas e aposento os namorados&lt;br /&gt;Eu tou cheio delas tipo presos na cadeia&lt;br /&gt;O telefone esta sem espaço, tenho toda a lista cheia&lt;br /&gt;Volta e meia é mais uma na minha teia&lt;br /&gt;Colho sempre bue de damas que o meu flow semeia&lt;br /&gt;Quando entro rebento com vento esquento assento&lt;br /&gt;Sem tempo pra qualquer elemento que tente no meu&lt;br /&gt;Assento&lt;br /&gt;Elas tao chatas tenho que inventar papeis&lt;br /&gt;Chupam todo o meu açúcar vão ficar com diabetes&lt;br /&gt;Chamam-me poético meu sentido estético&lt;br /&gt;Querido por mulheres como um doente quer um medico&lt;br /&gt;Anjas ou diabas, pecadoras ou santas&lt;br /&gt;Querendo tu ou não eu sou um gajo de gajas&lt;br /&gt;Malandrina, o poster desses niggas te poe louca&lt;br /&gt;Descontrolada com água na boca&lt;br /&gt;Baby vem e grita ate ficar rouca....&lt;br /&gt;Senhorita, o poster desses niggas te poe louca&lt;br /&gt;Descontrolada com água na boca&lt;br /&gt;Baby vem e grita ate ficar rouca....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Che, o que não me falta é mulher&lt;br /&gt;Falas mal de mim as damas vão te bater&lt;br /&gt;Vão te por o pe, disso eu tenho fé&lt;br /&gt;I'm de pimp the pimp the pimp like that!&lt;br /&gt;Elas me querem, o k preferem&lt;br /&gt;Mister k, vicio delas me perder nunca querem&lt;br /&gt;Tas comigo tas sebem&lt;br /&gt;Damas vamos repartir&lt;br /&gt;Como eu bue de niggas&lt;br /&gt;Sei que feel to be&lt;br /&gt;Puro fofo, tentação pra qualquer girl&lt;br /&gt;Meu corpo é tipo pizza&lt;br /&gt;Minha boca tipo mel&lt;br /&gt;Gajas hoje não da, telefone ta a tocar&lt;br /&gt;Em qual lance eu vou ficar&lt;br /&gt;O mais gostoso de todos os mc's&lt;br /&gt;Se mulheres fossem água eu teria um chafariz&lt;br /&gt;Sei que sou um gajo de gajas&lt;br /&gt;Um gajo de gajas, tou cercado de damas&lt;br /&gt;Malandrina, o pose desses niggas te poe louca&lt;br /&gt;Descontrolada com água na boca&lt;br /&gt;Baby vem e grita ate ficar rouca....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coro:&lt;br /&gt;Senhorita , o pose desses niggas te poe louca&lt;br /&gt;Descontrolada com água na boca&lt;br /&gt;Baby vem e grita ate ficar rouca....&lt;br /&gt;Gajos de gajas, somos nos a tentação pra bue de damas&lt;br /&gt;Somos gajos de gajas, não ha dama que resista a nossa&lt;br /&gt;Tentação&lt;br /&gt;Gajos de gajas, somos nos a tentação pra bue de damas&lt;br /&gt;Somos gajos de gajas, não ha dama que resista a nossa&lt;br /&gt;Tentação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E deus me acusa:&lt;br /&gt;Elas tentam tocar minha roupa,&lt;br /&gt;Tentam beijar minha boca&lt;br /&gt;Ficam tao chatas&lt;br /&gt;Que o telefone mesmo desligado toca&lt;br /&gt;Direitos iguais pra mim são todas donzelas&lt;br /&gt;O meu coração e grande&lt;br /&gt;Tem lugar pra todas elas&lt;br /&gt;O meu fogo nunca sessa&lt;br /&gt;Ataco depressa&lt;br /&gt;Sou culpado dos cornos&lt;br /&gt;Que o teu damo tem na cabeça&lt;br /&gt;E dom ruam (não)&lt;br /&gt;Sou o street mu kadaff&lt;br /&gt;Aquele preto da mayanga&lt;br /&gt;Com style de bomba fla&lt;br /&gt;Chamado armado convencido que preferem&lt;br /&gt;Mu kadaff é para as que podem e não para as que querem&lt;br /&gt;Engenheiro pongue doutorado em mulher&lt;br /&gt;A dama pode ser armada mas vai reconhecer&lt;br /&gt;Que, sou charmoso com as medidas exatas&lt;br /&gt;Para caçar damas pretas ou mulatas&lt;br /&gt;Até casadas eu apanho as patas&lt;br /&gt;Oh, sou um gajo de gajas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Malandrina, o pose desses niggas te poe louca&lt;br /&gt;Descontrolada com água na boca&lt;br /&gt;Baby vem e grita ate ficar rouca....&lt;br /&gt;Senhorita , o pose desses niggas te poe louca&lt;br /&gt;Descontrolada com água na boca&lt;br /&gt;Baby vem e grita ate ficar rouca....&lt;br /&gt;Gajos de gajas, somos nos a tentação pra bue de damas&lt;br /&gt;Somos gajos de gajas, não ha dama que resista a nossa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por. Nicolau&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-345480536322168507?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/345480536322168507/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-enhorita-gajo-de-gajas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/345480536322168507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/345480536322168507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-enhorita-gajo-de-gajas.html' title='KALIBRADOS-ENHORITA (GAJO DE GAJAS)'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-6141658061564339840</id><published>2009-11-22T06:36:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T06:38:07.324-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='KALIBRADOS'/><title type='text'>KALIBRADOS-LUANDA</title><content type='html'>Fico malaike com umas cenas que constato&lt;br /&gt;Queres ver Luanda, vê primeiro erros de facto&lt;br /&gt;Se água tem, energia não tem&lt;br /&gt;Se energia tem, água não tem&lt;br /&gt;Nem tudo tá-se bem&lt;br /&gt;A maioria não se importa é só tchilar&lt;br /&gt;Sexta farrar&lt;br /&gt;Sábado no bar, segunda a bombar&lt;br /&gt;E luanda vai morrendo lentamente&lt;br /&gt;Sem jovens pa erguer uma capital diferente&lt;br /&gt;Se não formos nós&lt;br /&gt;Quem fará por nós&lt;br /&gt;O estrangeiro explora e foge&lt;br /&gt;Nunca quer saber de nós&lt;br /&gt;Não ha estrilho&lt;br /&gt;Pa tudo existe um prazo&lt;br /&gt;Nossa existência não e obra do acaso&lt;br /&gt;De qualquer forma a gente vai criticar, vai retardar&lt;br /&gt;Não só Luanda, angola vai mudar&lt;br /&gt;Só a mudança pa sarar minha ferida&lt;br /&gt;Uahue Luanda..&lt;br /&gt;Amor da minha vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a minha&lt;br /&gt;Tua&lt;br /&gt;Nossa&lt;br /&gt;Vossa banda&lt;br /&gt;Esta é a minha&lt;br /&gt;Tua&lt;br /&gt;Nossa&lt;br /&gt;Vossa luanda&lt;br /&gt;A preto e branco&lt;br /&gt;Como ves&lt;br /&gt;Nua e crua&lt;br /&gt;Crua e nua&lt;br /&gt;Conclusoes efectua&lt;br /&gt;O kimbumdo(hm...hm)&lt;br /&gt;O portugues fala-se mal&lt;br /&gt;Nao e normal&lt;br /&gt;E em termos de linguagem&lt;br /&gt;Tá-se mal&lt;br /&gt;Luz&lt;br /&gt;Ñente&lt;br /&gt;Água&lt;br /&gt;Ñente&lt;br /&gt;E melhor eu me calar para nao ser inconveniente&lt;br /&gt;O tempo da TPA pa quase todos já foi-se&lt;br /&gt;Porque quase todos têm em casa a multi choice&lt;br /&gt;Chanel O, MTV,K TV, CBZ, Globo, RTPI...&lt;br /&gt;A globalização tem força&lt;br /&gt;Vemos outras culturas e esquecemo-nos da nossa&lt;br /&gt;Tu vez que&lt;br /&gt;Eu não falo atoa&lt;br /&gt;Rolotes em Luanda é tipo cafes em lisboa&lt;br /&gt;Reparem só&lt;br /&gt;Analisem com atenção&lt;br /&gt;Sobe o preço da gasolina&lt;br /&gt;Sobe o preço do pão&lt;br /&gt;Sobe quase tudo&lt;br /&gt;So o salário é que não&lt;br /&gt;Bue de makas&lt;br /&gt;Bue de estrilhos&lt;br /&gt;Bue de kilingues maihuhia&lt;br /&gt;Mas mesmo assim, minha luanda kuia&lt;br /&gt;Mas ainda assim, minha Luanda kuia&lt;br /&gt;Mas mesmo assim, minha Luanda kuia&lt;br /&gt;Mas ainda assim, minha Luanda kuia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem vindo a Luanda&lt;br /&gt;A cidade que acontece&lt;br /&gt;Onde todos tao cansados onde todos estão carentes&lt;br /&gt;Onde ha bue de problemas&lt;br /&gt;Mas ninguém ta preocupado&lt;br /&gt;Muitos passam fome&lt;br /&gt;Mas tao sempre bem grifados&lt;br /&gt;Não ha retalho&lt;br /&gt;O problema vem a grosso&lt;br /&gt;Ta na moda formar grupo e dar com catana nos outros&lt;br /&gt;Tem dicas pa rir(tem)&lt;br /&gt;Tem dicas pa chorar&lt;br /&gt;O luandense ate nos óbitos gosta de se mostrar&lt;br /&gt;Isso é Luanda&lt;br /&gt;Ninguém respeita nada&lt;br /&gt;Com conversa não se entendem&lt;br /&gt;Só se entendem com porrada&lt;br /&gt;Fico malaike com o clima da cidade&lt;br /&gt;A porta da discoteca todos são celebridade&lt;br /&gt;Ninguém pode esperar&lt;br /&gt;Todo o mundo quer ser visto&lt;br /&gt;''yo, brother sou v.i.p''&lt;br /&gt;Como é brother evita isso&lt;br /&gt;Esse mambo tempestade de ilusão&lt;br /&gt;Luanda e uma selva onde todos querem ser o leão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Nicolau&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-6141658061564339840?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/6141658061564339840/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-luanda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/6141658061564339840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/6141658061564339840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-luanda.html' title='KALIBRADOS-LUANDA'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-4963911003707963105</id><published>2009-11-22T06:35:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T06:36:24.487-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='KALIBRADOS'/><title type='text'>KALIBRADOS-SOLDADOS CIVIS</title><content type='html'>Hip-Hop, &lt;br /&gt;andamos dia e noite contigo, &lt;br /&gt;Hip-Hop, &lt;br /&gt;vivemos e morremos por ti, &lt;br /&gt;Hip-Hop &lt;br /&gt;Nós somos os soldados civis, &lt;br /&gt;Hip Hip Hip-Hop Hip Hip Hip-Hop &lt;br /&gt;(bis) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mc's, Mc's, soldados civis, &lt;br /&gt;confundidos com drogados, &lt;br /&gt;infiltrados num país, &lt;br /&gt;o invejoso diz que a malta só não cai por um triz, &lt;br /&gt;que a nossa árvore não dá frutos se não tem raiz, &lt;br /&gt;luta árdua, sacrifício e dor, &lt;br /&gt;pra suportar o Hip-Hop é preciso muito amor, &lt;br /&gt;flor, moldada no interior, &lt;br /&gt;só quem sente a corrente vai em frente &lt;br /&gt;o fim vencedor, &lt;br /&gt;ainda vejo Whack's, &lt;br /&gt;muitas amostras, &lt;br /&gt;muitas máscaras, &lt;br /&gt;milhões de cínicos hipócritas, &lt;br /&gt;Sabes que assim não vamos a lado nenhum, &lt;br /&gt;vão acabar em click axes cra crás e bumbuns, &lt;br /&gt;(muitos) &lt;br /&gt;por esta arte ja se sacrificaram, &lt;br /&gt;(muitos) &lt;br /&gt;ja desistiram porque nao aguentaram, &lt;br /&gt;(muitos) &lt;br /&gt;criticaram mas nunca apoiaram, &lt;br /&gt;kalibrados e inovação ja vez a saga não pára &lt;br /&gt;REFRÃo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100 bucks, &lt;br /&gt;é mais sixteen bars, &lt;br /&gt;se te sentes hip-hop é pa comemorares, &lt;br /&gt;parte dois,soldados civis, &lt;br /&gt;hip-hop raiz, &lt;br /&gt;kalibrados tão na casa, &lt;br /&gt;rebentar com país, &lt;br /&gt;produtoras,produtores, novos compositores, &lt;br /&gt;o hip-hop é um jardim e nós somos as flores, &lt;br /&gt;vamos embora,man, &lt;br /&gt;ninguem nos pode deter, &lt;br /&gt;tu cantas semba, eu canto rap, &lt;br /&gt;cada canta o que quer, &lt;br /&gt;é sempre aquele black, &lt;br /&gt;humilde e com respect, &lt;br /&gt;laton,mad, essa cena é muito fat, &lt;br /&gt;lançar é dificil mas pior é não tentar, &lt;br /&gt;depois de muita chuva, &lt;br /&gt;um dia o sol há de brilhar, &lt;br /&gt;anda,mostra lança o teu talento, &lt;br /&gt;grava cenas novas, &lt;br /&gt;é chegado o teu momento, &lt;br /&gt;ficacm as novas, &lt;br /&gt;deita fora as velhas, &lt;br /&gt;só chega até ao mel, &lt;br /&gt;quem passar pelas abelhas. &lt;br /&gt;REFRÃO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;estando errados ou certos, &lt;br /&gt;ouvidos ou não, &lt;br /&gt;lançamos pa people que nos vem no coração, &lt;br /&gt;sem complexos, &lt;br /&gt;sem vergonhas, &lt;br /&gt;sem tretas, &lt;br /&gt;o que acontece nas ruas encontras nas letras, &lt;br /&gt;nós temos bué de skills, &lt;br /&gt;temos milhões de flows, &lt;br /&gt;vamos arrastar people, &lt;br /&gt;rebentar com shows, &lt;br /&gt;força de vontade rompe obstáculos &lt;br /&gt;vamos promover a cena com espectáculos, &lt;br /&gt;RAP é atitude, &lt;br /&gt;apresenta maquetes, &lt;br /&gt;rimas potentes &lt;br /&gt;por cima de beats fats, &lt;br /&gt;esperámos muito tempo &lt;br /&gt;agora é a nossa vez, &lt;br /&gt;vamos calibrar o mercado com bué de cds, &lt;br /&gt;esse é o nosso amor, &lt;br /&gt;e nós levamos a peito, &lt;br /&gt;queremos ouvidos, &lt;br /&gt;queremos vosso respeito, &lt;br /&gt;criticamos o país pro bem da nação, &lt;br /&gt;as nossas calças largas é questão de identificação, &lt;br /&gt;não usamos fardas &lt;br /&gt;mas lutamos pelo país, &lt;br /&gt;guerrilheiros fora da mata, &lt;br /&gt;soldados civis, &lt;br /&gt;guerrilheiros fora da mata, &lt;br /&gt;soldados civis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFRÃO (bis)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Nicolau&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-4963911003707963105?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/4963911003707963105/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-soldados-civis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/4963911003707963105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/4963911003707963105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-soldados-civis.html' title='KALIBRADOS-SOLDADOS CIVIS'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-2797312995687798073</id><published>2009-11-22T06:28:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T06:33:44.976-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='KALIBRADOS'/><title type='text'>KALIBRADOS-KALIBRADOS</title><content type='html'>cheka yeah, &lt;br /&gt;começo por me apresentar, &lt;br /&gt;sou slito mu kadaff, &lt;br /&gt;lentamente da mayanga, &lt;br /&gt;sou mais beto bue com baff, &lt;br /&gt;estendam tapetes, &lt;br /&gt;deixem passar o gigante, &lt;br /&gt;calibra a shit sonora &lt;br /&gt;que nunca ouviram antes, &lt;br /&gt;mu kadaff é a potencia angolana, &lt;br /&gt;apresento o meu stock de rimas topo de gama, &lt;br /&gt;tipo de nigga que tá sempre em evolução, &lt;br /&gt;a chuva que cai do céu forma o meu nome no chão, &lt;br /&gt;calibre nos teus ouvidos é pra consumo obrigatório, &lt;br /&gt;nigga eu vou mandar só em sentido giratório, &lt;br /&gt;mu kadaff que topa, &lt;br /&gt;filho de Lf papa, &lt;br /&gt;nigga que vai bonsar todas as bitches do teu black'a,&lt;br /&gt;na mong black vai ser lei ouvirem isso, &lt;br /&gt;album dos kalibrados, &lt;br /&gt;miúdos sem juízo, &lt;br /&gt;é o album dos kalibrados, &lt;br /&gt;miudos sem juízo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ohooo oho ho, &lt;br /&gt;o mambo está a calibrar, &lt;br /&gt;isso é um ataque não há tempo pra defesas, &lt;br /&gt;ponham o som no máximo, &lt;br /&gt;abanem as cabeças, &lt;br /&gt;ohooo oho ho, &lt;br /&gt;o mambo está a calibrar, &lt;br /&gt;acorda o teu bairro, &lt;br /&gt;avisa a tua crew, &lt;br /&gt;kalibrados, mille mambos, &lt;br /&gt;a potência numero um. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hip-hop tá melhor, &lt;br /&gt;o meu albúm tá no mercado, &lt;br /&gt;mille mambos, kalibrados, &lt;br /&gt;o negócio tá fechado, &lt;br /&gt;esse é um projecto abençoado por cristo, &lt;br /&gt;se não somos os melhores &lt;br /&gt;andamos muito perto disso, &lt;br /&gt;tou nessa estrada, &lt;br /&gt;visão não é de agora, &lt;br /&gt;nigga's querem beats fats, &lt;br /&gt;eu tenho uma produtora, &lt;br /&gt;e o people adora quando o ivo o mic devora, &lt;br /&gt;vamos embora, &lt;br /&gt;ainda vão nos ver vencer o cora, &lt;br /&gt;comprei o game e não tou disposto a ceder, &lt;br /&gt;então lança quando eu lançar, &lt;br /&gt;pra não ser eu só a vender, &lt;br /&gt;é o novo grupo a fazer o seu papel, &lt;br /&gt;hip-hop sem kalibrados, &lt;br /&gt;é tipo cuba sem fidel, &lt;br /&gt;mister K, mu kadaff, &lt;br /&gt;yo black,let's get it on&lt;br /&gt;minhas rimas fazem amor com os beats do laton, &lt;br /&gt;agora é tarde pra travar esse projecto, &lt;br /&gt;controla kalibrados, &lt;br /&gt;ao vivo e em directo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFRÃO &lt;br /&gt;é quente como fogo, &lt;br /&gt;é teste de fogo, &lt;br /&gt;nosso jogo num olhar eu foco, &lt;br /&gt;és um louco se achas isso pouco, &lt;br /&gt;não ha repulsão, &lt;br /&gt;não há rejeição, &lt;br /&gt;somos a bonança após a perturbação, &lt;br /&gt;muito cuidado com este kalibrado, &lt;br /&gt;antes de atacar &lt;br /&gt;observa se estou armado, &lt;br /&gt;quando flipo, estripo, &lt;br /&gt;provoco estériotipo, &lt;br /&gt;clipo e gripo, &lt;br /&gt;individuo com o meu flow cuspido &lt;br /&gt;sou uma força de combate, &lt;br /&gt;puto podes crer &lt;br /&gt;estou preparado pro embate, &lt;br /&gt;sangue no sangue, &lt;br /&gt;pele nas peles, &lt;br /&gt;se matarem um dos nossos, &lt;br /&gt;vamos matar três dos deles, &lt;br /&gt;Mister K, &lt;br /&gt;o sacerdote lírico, &lt;br /&gt;põe o som no máximo, &lt;br /&gt;purifica o teu espírito, &lt;br /&gt;lá,Mister K mu kadaff, &lt;br /&gt;Duval, máfia música &lt;br /&gt;vai calibrar as ruas. &lt;br /&gt;REFRÃO(BIS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Nicolau&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-2797312995687798073?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/2797312995687798073/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-kalibrados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/2797312995687798073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/2797312995687798073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-kalibrados.html' title='KALIBRADOS-KALIBRADOS'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-5522519819247250922</id><published>2009-11-22T06:25:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T06:27:25.240-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='KALIBRADOS'/><title type='text'>KALIBRADOS-ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE</title><content type='html'>Mor ?&lt;br /&gt;Tu és a flor que tem um aroma no qual eu me perfumo&lt;br /&gt;Meu amoorrrr..&lt;br /&gt;És a oitava maravilha desse mundo&lt;br /&gt;Dia, noite, noite e dia eu quero ter-te em posse&lt;br /&gt;Ao teu lado meu coração bate em código morse&lt;br /&gt;Cúpido brincou mal, fuzilou meu coração&lt;br /&gt;Pôs minas de paixão no meu campo sentimental&lt;br /&gt;Eu nunca me senti apaixonado assim baby&lt;br /&gt;És minha mulher, eu sei, eu gosto de gostar de ti&lt;br /&gt;Nada é mais saboroso que o teu beijo perfeito&lt;br /&gt;Durmo como um bebé quando adormeço no teu peito&lt;br /&gt;Quando olhares pra o céu e se alguma estrela brilhar&lt;br /&gt;essa estrela és tu que ilumina o meu mar&lt;br /&gt;O resto do Universo é o amor que tenho para te dar&lt;br /&gt;Para sempre vou-te amar até a morte nos separar&lt;br /&gt;Para sempre vou-te amar até a morte nos separar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;coro&lt;br /&gt;Eieieeeeeee, Eieieeeeeee &lt;br /&gt;Eieieeeeeeeeeeeeeee, &lt;br /&gt;Até que a morte nos separe..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de fechar negócios, já me tinhas tomado posse&lt;br /&gt;A dor fez feridas mas o amor não acabou-se&lt;br /&gt;Tasse, bons anos depois dá-se uma conclusão&lt;br /&gt;Estás mais linda, mais madura, mais capaz&lt;br /&gt;És o que eu sempre quis, quem me faz feliz&lt;br /&gt;Tu manténs me firme quando tu sorris&lt;br /&gt;Depois de amor e ódio nós tamos de pé&lt;br /&gt;Então pra quê, crer remar contra a maré&lt;br /&gt;Verguem um embondeiro e depois trava o meu amor,&lt;br /&gt;transforma em fogo em gelo pra amar com mais fervor&lt;br /&gt;Deus assim o mente e quer os anjos só para o céu&lt;br /&gt;Mas basicamente simples tu és um anjo meu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;coro&lt;br /&gt;Eieieeeeeee, Eieieeeeeee &lt;br /&gt;Eieieeeeeeeeeeeeeee, &lt;br /&gt;Até que a morte nos separe..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca fui tão sincero com as palavras&lt;br /&gt;És tudo o que eu esperava&lt;br /&gt;Parte da minha vida, minha amada&lt;br /&gt;O céu, o mar, a terra, o tempo, são testemunhas deste meu real sentimento&lt;br /&gt;Tranquei meu coração mas baby tu roubaste a chave&lt;br /&gt;Já beijei a neve a tua boca baby é bem mais suave&lt;br /&gt;Meu amor é puro e só no teu coração cabe&lt;br /&gt;Eu s'tarei contigo até que a morte nos separe&lt;br /&gt;Os dias passam e eu te quero mais&lt;br /&gt;Te quero mais. te quero mais&lt;br /&gt;És a mulher deste, bom rapaz&lt;br /&gt;Darei-te amor e paz muito&lt;br /&gt;Amor e paz&lt;br /&gt;REMIX&lt;br /&gt;Eu nunca me senti assim tão apaixonado baby&lt;br /&gt;Eu nunca senti&lt;br /&gt;Nunca senti&lt;br /&gt;Eu e tu meu deus tão bom&lt;br /&gt;Meus olhos brilham, amor vê só&lt;br /&gt;Amor vê só&lt;br /&gt;Amor vê só&lt;br /&gt;Eu nunca me senti assim tão apaixonado baby&lt;br /&gt;Eu nunca senti&lt;br /&gt;Nunca senti&lt;br /&gt;Eu e tu meu deus tão bom&lt;br /&gt;Meus olhos brilham, amor vê só&lt;br /&gt;Amor vê só&lt;br /&gt;Amor vê só&lt;br /&gt;Eu nunca senti ..&lt;br /&gt;Nunca senti&lt;br /&gt;Nunca me senti.. tão só&lt;br /&gt;Baby ...Baby..?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: nicolau&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-5522519819247250922?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/5522519819247250922/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-ate-que-morte-nos-separe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/5522519819247250922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/5522519819247250922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-ate-que-morte-nos-separe.html' title='KALIBRADOS-ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-1986250280920529299</id><published>2009-11-22T06:24:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T06:25:11.556-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='KALIBRADOS'/><title type='text'>KALIBRADOS - QUEM MANDA NO TEU BLOCK?</title><content type='html'>Esse manbo é kalibrado, yo&lt;br /&gt;Quem é que manda no teu block?&lt;br /&gt;Qual é o grupo número um do top, han?&lt;br /&gt;Esse é meu manbo e kalibrados dog&lt;br /&gt;ai la ton ... zuzu bit&lt;br /&gt;Quem manda no teu block? (kalibrados)&lt;br /&gt;Quem é o número um do Top? (kalibrados)&lt;br /&gt;Quem ainda querem nos blefar? (ye, ye, ye, ye, ye)&lt;br /&gt;Tire seu pé da frente, so lamonga ke flaco&lt;br /&gt;Na minha frente só tem pretos&lt;br /&gt;somos o primeiro do Top&lt;br /&gt;Manda beefs, manda sheets&lt;br /&gt;Não me importo, meu álbum é coleção de hits&lt;br /&gt;Sou combustível parrás de forço se fosse na américa&lt;br /&gt;hoje estava no topo da pearl bore&lt;br /&gt;Negro rap, mais quente da cidade&lt;br /&gt;Eu não sou uma celibridade&lt;br /&gt;Eu sou uma calibridade&lt;br /&gt;Na liga mereço o mesmo que só daqui a 100 anos&lt;br /&gt;Meu bloco de rimas vai tá no mundo&lt;br /&gt;o palhaço do miguel neto me chamou de gatuno (quem, eu?)&lt;br /&gt;O sol brilha lá em cima, aqui em baixo brilho eu&lt;br /&gt;Bó sucesso se esbanda de pólo a pólo&lt;br /&gt;Mas ninguém estão penso que nunca saiam do contrólo&lt;br /&gt;Se querem me ver mucho põe te duro tipo porno&lt;br /&gt;meu rabo é preguiçoso nunca levanta do trono&lt;br /&gt;Quem manda no teu block? (kalibrados)&lt;br /&gt;Quem é o número um do Top? (kalibrados)&lt;br /&gt;Quem ainda querem nos blefar? (ye, ye, ye, ye, ye)&lt;br /&gt;Quem manda no teu block? (kalibrados)&lt;br /&gt;Quem é o número um do Top? (kalibrados)&lt;br /&gt;Quem ainda querem nos blefar? (ye, ye, ye, ye, ye)&lt;br /&gt;Bloco operatório, operação blus fácil dos bombista&lt;br /&gt;la mi culto é blui difícil vai pra baixo&lt;br /&gt;AK45 à disparar sem modos&lt;br /&gt;Os meus são feridos, mas os teus acabam mortos&lt;br /&gt;eu esmago teu esqueléto dentro dos seus corpos&lt;br /&gt;Meu nome é tipo, kumbu comprô o mundo todo&lt;br /&gt;well nigga são como taliban&lt;br /&gt;nunca mais os beefs trancam roupas de publidade&lt;br /&gt;Sou Mr Kapa, Mr rap, Mr gangster&lt;br /&gt;fuck you para todos (ye)&lt;br /&gt;consulte o inamete tempestade inprevista&lt;br /&gt;Os beefs não conseguem quebrar todos, cismografia imprevista&lt;br /&gt;Não podes contra vista, comprei as Tua ações&lt;br /&gt;meu grupo esta na merda pronto a sumir confusões&lt;br /&gt;E truco do mini game em todas as estações&lt;br /&gt;Acha que pode isso mesmo, anda lá sé tens ha&lt;br /&gt;Quem manda no teu block? (kalibrados)&lt;br /&gt;Quem é o número um do Top? (kalibrados)&lt;br /&gt;Quem ainda querem nos blefar? (ye, ye, ye, ye, ye)&lt;br /&gt;Quem manda no teu block? (kalibrados)&lt;br /&gt;Quem é o número um do Top? (kalibrados)&lt;br /&gt;Quem ainda querem nos blefar? (ye, ye, ye, ye, ye)&lt;br /&gt;Mãos no ar, ninguém se mexe colocados outra vez&lt;br /&gt;Depois de 2005, trancamos 2006&lt;br /&gt;O melhor grupo de rap, o melhor álbum do ano&lt;br /&gt;É trabalho o suficiente respeitem so essses mano&lt;br /&gt;Craques desde o berço, talento não tem preço&lt;br /&gt;As estrelas vão escrevendo Kalibrados no universo&lt;br /&gt;Assim querem blefar, os sons batem nas rochas&lt;br /&gt;os beefs são tão fracos, que nem merecem resposta&lt;br /&gt;E se merececem, eu rompia um por um&lt;br /&gt;Tenho 99 problemas, mas beefs nenhum&lt;br /&gt;O negócio está fechado, tema tipo é magia, meu disco tem 3 horas, é o record da portaria&lt;br /&gt;O que é mal todos criticam&lt;br /&gt;O que é bom, ninguém comenta&lt;br /&gt;Kalibrados, os maiores enchente da casa 70&lt;br /&gt;Top Coca Cola, top Casa Blanca&lt;br /&gt;Top do bombástico, top rádio Luanda&lt;br /&gt;estou a mandar no game, o novo dono do hip hop&lt;br /&gt;Criança nunca mente, quem é que manda no teu block?&lt;br /&gt;Ka-li-bra-dos, Ka-li-bra-dos&lt;br /&gt;Quem manda no teu block? (kalibrados)&lt;br /&gt;Quem é o número um do Top? (kalibrados)&lt;br /&gt;Quem ainda querem nos blefar? (ye, ye, ye, ye, ye)&lt;br /&gt;Quem manda no teu block? (kalibrados)&lt;br /&gt;Quem é o número um do Top? (kalibrados)&lt;br /&gt;Quem ainda querem nos blefar? (ye, ye, ye, ye, ye)&lt;br /&gt;ye,ye,ye,ye,ye&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por: nicolau&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-1986250280920529299?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/1986250280920529299/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-quem-manda-no-teu-block.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/1986250280920529299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/1986250280920529299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-quem-manda-no-teu-block.html' title='KALIBRADOS - QUEM MANDA NO TEU BLOCK?'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-4487484962949371301</id><published>2009-11-22T06:20:00.000-08:00</published><updated>2009-11-22T06:24:02.424-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='KALIBRADOS'/><title type='text'>KALIBRADOS-BOY I´M SORRY</title><content type='html'>Coro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boooooy….&lt;br /&gt;Boy i´m sorry&lt;br /&gt;Eu sei que agi mal mas;&lt;br /&gt;Não foi intencional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boooooy….&lt;br /&gt;Boy i´m sorry&lt;br /&gt;Eu sei que agi mal mas;&lt;br /&gt;Não foi intencional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como pode não ter sido intencional aquele beijo?&lt;br /&gt;Parecia sumo 100% natural de desejo&lt;br /&gt;Como foste capaz?&lt;br /&gt;Não te consigo perdoar&lt;br /&gt;Fácil é pedir desculpa difícil é voltar atrás&lt;br /&gt;É triste porque eu te amei&lt;br /&gt;Como nunca amei ninguém &lt;br /&gt;E agora estou a sofrer&lt;br /&gt;Como nunca desejei&lt;br /&gt;Paixão intensa te dei&lt;br /&gt;Dedicação também dei&lt;br /&gt;Ate de rainha do meu lado &lt;br /&gt;Cheguei a te reconhecer&lt;br /&gt;Nada valeu a aposta que fiz em ti não acredito&lt;br /&gt;Nosso love dava inveja porque tinha as cores do infinito&lt;br /&gt;Devias ter pensado nas consequências a prior&lt;br /&gt;Agora é tarde para um simples I´m sorry&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coro 2x&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para com isso tu não és criança sabes o que fizeste&lt;br /&gt;E se o fizeste é porque quiseste &lt;br /&gt;Não pensaste duas vezes quando estavas prevenida &lt;br /&gt;Fica-te mal essa de bandida arrependida &lt;br /&gt;Ainda dizes que a acção não foi intencionada &lt;br /&gt;Dama para antes que eu levante a mão na tua cara&lt;br /&gt;Disso é que desse nigga quero saber a morada&lt;br /&gt;Ele é o mais bonito do mundo ou tu é que não vales nada?&lt;br /&gt;Erraste muito em ter andado com esse dji&lt;br /&gt;Eu não tenho talento pra corno bi&lt;br /&gt;Devolve so todas as coisas que eu te ofereci&lt;br /&gt;Nunca mais na minha vida eu vou querer saber de ti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coro 2x&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que amor é este que tu dizes ter por mim&lt;br /&gt;Se com um  problema choras no ombro doutro wi &lt;br /&gt;Eu vi ninguém contou ninguém fofocou&lt;br /&gt;E o engraçado é não ta bravo decepcionado to&lt;br /&gt;O melhor ele evitar as desculpas que hoje pedes&lt;br /&gt;Como hoje queres&lt;br /&gt;Que nem ajoelhas aos meus pés&lt;br /&gt;No fundo és&lt;br /&gt;A causadora do desgaste&lt;br /&gt;Transformaste o meu amor num pano que pisaste&lt;br /&gt;Enfim estas pra mim&lt;br /&gt;Igual a outros bros&lt;br /&gt;Perdeste, contos, mentiste traíste&lt;br /&gt;Fizeste invenções&lt;br /&gt;Quebraste apois &lt;br /&gt;Geraste ódios &lt;br /&gt;Foste da dama dos  sonhos&lt;br /&gt;A pesadelo dos meus olhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coro 2x&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: nicolau&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-4487484962949371301?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/4487484962949371301/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-boy-im-sorry.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/4487484962949371301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/4487484962949371301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/kalibrados-boy-im-sorry.html' title='KALIBRADOS-BOY I´M SORRY'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-5364235064663796666</id><published>2009-11-09T13:08:00.000-08:00</published><updated>2009-11-09T13:10:30.369-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FILOSOFIA'/><title type='text'>ARGUMENTAÇÃO &amp; PROPOSIÇÃO</title><content type='html'>INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;ARGUMENTAÇÃO&lt;br /&gt;Desenvolvimento de um raciocínio com o fim de defender ou repudiar uma tese ou ponto de vista, para convencer um oponente, um interlocutor circunstancial ou a nós próprios. &lt;br /&gt;A argumentação desenvolve-se em função de um destinatário, que influencia directa ou indirectamente a forma como evoluem os argumentos propostos. Argumentamos para persuadir alguém que, à partida, não partilha os mesmos pontos de vista ou as mesmas convicções que nós possuímos. Sem ferir a atenção do destinatário da argumentação, esta jamais poderá ser efectiva. É, pois, condição necessária o estabelecimento de um acordo que em nenhum caso pode ser tácito. A argumentação não é um acto de persuasão meramente psicológica de um auditório. Não nos serve nem a pretensão de eloquência de Isócrates nem a definição de Sócrates referida à tradição sofística da retórica como uma psicogogia ou "persuasão da alma" . Fedro inicia o "Diálogo sobre a Retórica" chamando a atenção para o seguinte: “Ouvi dizer que para quem deseja tornar-se um orador consumado, não se torna necessário um conhecimento perfeito do que é realmente justo, mas sim do que parece justo aos olhos da maioria, que é quem decide, em última instância. Tão-pouco precisa de saber realmente o que é bom ou belo, bastando-lhe saber o que parece sê-lo, pois a persuasão se consegue não com a verdade, mas com o que aparenta ser verdade.” . A estética da recepção de um discurso argumentativo exige uma outra filosofia.&lt;br /&gt;PROPOSIÇÃO&lt;br /&gt;Proposição é um termo usado em lógica para descrever o conteúdo de asserções. Uma asserção é um conteúdo que pode ser tomado como verdadeiro ou falso. Asserções são abstrações de sentenças não-lingüísticas que a constituem. A natureza das proposições é altamente controversa entre filósofos, muitos dos quais são céticos sobre a existência de proposições. Muitos lógicos preferem evitar o uso do termo proposição em favor de usar sentença.&lt;br /&gt;Diferentes sentenças podem expressar a mesma proposição quando têm o mesmo significado. Por exemplo, "A neve é branca" e "Snow is white" são sentenças diferentes, mas ambas dizem a mesma coisa, a saber, que a neve é branca. Logo, expressam a mesma proposição. Outro exemplo de sentença que expressa a mesma proposição que as anteriores é "A precipitação de pequenos cristais de água congelada é branca", pois "precipitação de pequenos cristais de água congelada" é a definição de "neve".&lt;br /&gt;Na lógica aristotélica uma proposição é um tipo particular de sentença, a saber, aquela que afirma ou nega um predicado de um sujeito.&lt;br /&gt;DESENVOLVIMENTO&lt;br /&gt;(PROPOSIÇÃO)&lt;br /&gt;Proposições são usualmente consideradas como o conteúdo de crenças e outros pensamentos representativos. Elas também podem ser o objeto de outras atitudes, como desejo, preferência, intenção, como em "Desejo um carro novo" e "Espero que chova", por exemplo.&lt;br /&gt;Também não é raro contrastar com a noção de proposição como conteúdo mental a noção de proposições russellianas. De facto, boa parte da discusão em torno da natureza da proposição, travada no século xx e contemporaneamente, oscila, e por vezes tenta conciliar, ambas noções.&lt;br /&gt;Uma proposição é a afirmação de que algo é verdadeiro. De outro modo: uma proposição é uma afirmação que ou é verdadeira ou é falsa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usamos frases para exprimir proposições. Mas nem toda a frase é proposição: ordens, perguntas, conselhos só em casos especiais contêm proposições.&lt;br /&gt;Exemplos:&lt;br /&gt;1. As seguintes frases exprimem a mesma proposição: &lt;br /&gt;o Está a chover. &lt;br /&gt;o Esta llooviendo. &lt;br /&gt;o It is raining. &lt;br /&gt;o Il pleut. &lt;br /&gt;2. As seguintes frases exprimem a mesma proposição: &lt;br /&gt;o João ama Maria. &lt;br /&gt;o Maria é amada pelo João. &lt;br /&gt;Discussão: Faz sentido pensar numa proposição como o significado de uma frase. O significado de uma frase tem várias componentes: &lt;br /&gt;• Denotação: o estado de coisas que a frase afirma ser o caso. &lt;br /&gt;• Conotação: os sentimentos, ideias ou emoções provocadas pela frase no auditor. &lt;br /&gt;• ênfase: a importância relativa que o autor atribui aos diferentes elementos da frase.&lt;br /&gt;Por exemplo, na frase "O fogo enfurecia-se pelo monte" a denotação da frase é asserção de que um fogo ocorre no monte. A conotação é a de que isso deve ser temido (a palavra "enfurecia-se" implica cólera e perigo). O ênfase desta frase está no próprio fogo. Se tivéssemos escrito "Pelo monte enfurecia-se o fogo" o ênfase estaria no monte. &lt;br /&gt;Os filósofos discutem bastante sobre o significado. Alguns dizem que o significado é apenas a denotação. Outros dizem que é a combinação apenas da denotação e da conotação. Outros ainda (incluindo Stephen Downes) dizem que o significado é a combinação dos três — denotação, conotação e ênfase. &lt;br /&gt;Valor de Verdade&lt;br /&gt;Uma proposição pode ter um dos seguintes valores de verdade:&lt;br /&gt;• verdade &lt;br /&gt;• falsidade &lt;br /&gt;Os filósofos discutem muito sobre o que constitui a verdade. Por agora podemos usar uma caracterização muito simples:&lt;br /&gt;• "P" é verdadeira se e somente se P. &lt;br /&gt;• "P" é falsa se e apenas se não-P. &lt;br /&gt;Exemplos:&lt;br /&gt;• A proposição "A neve é branca" é verdadeira se e somente se a neve for branca. &lt;br /&gt;• A proposição "A neve é branca" é falsa se e somente se a neve não for branca. &lt;br /&gt;Por outras palavras, uma proposição é verdadeira se ela descreve correctamente um estado do mundo, e será falsa se descrever incorrectamente um estado do mundo. Isto é conhecido como A Teoria da Verdade de Tarski.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(ARGUMENTAÇÃO)&lt;br /&gt;Oferecem-se neste apêndice alguns instrumentos complementares para a redacção e avaliação de argumentos. Os instrumentos aqui expostos são particularmente importantes para a redacção e avaliação de ensaios argumentativos em filosofia, onde o risco de errar não é amenizado pelos dados da experiência. Por este motivo, a ênfase é toda colocada nos argumentos dedutivos. O objectivo é oferecer aos estudantes, sobretudo os de filosofia, a possibilidade de exercer as suas faculdades críticas, argumentando a favor do que pensam acerca dos mais diversos problemas, teses e argumentos filosóficos. &lt;br /&gt;A estrutura deste apêndice é a seguinte: as três primeiras secções tratam da validade de argumentos e da avaliação de condicionais; as duas secções seguintes apresentam duas falácias comuns que têm de ser detectadas e evitadas; introduz-se depois algum simbolismo lógico, assim como algumas regras de transformação, úteis para avaliar alguns argumentos filosóficos; o apêndice termina com dois exemplos de argumentos filosóficos que o leitor já pode agora avaliar, com os instrumentos oferecidos ao longo deste livro.&lt;br /&gt;Validade e correcção &lt;br /&gt;Um argumento dedutivo válido é qualquer argumento dedutivo que obedeça às regras da lógica, algumas das quais foram apresentadas no capítulo VI. A definição semântica de argumento dedutivo válido é a seguinte: um argumento dedutivo é válido se, e somente se, nos casos em que as premissas são verdadeiras, a conclusão também é verdadeira. Por exemplo:&lt;br /&gt;Se o conhecimento é possível, os cépticos estão enganados. &lt;br /&gt;O conhecimento é possível. &lt;br /&gt;Logo, os cépticos estão enganados. &lt;br /&gt;Dada a verdade das duas premissas, a conclusão é também verdadeira. Claro que se as premissas forem falsas, a conclusão tanto pode ser falsa como verdadeira. A validade dedutiva do argumento só nos garante a verdade da conclusão caso as premissas sejam verdadeiras. Por outras palavras, um argumento dedutivo válido garante que nunca podemos ter as premissas verdadeiras e a conclusão falsa.&lt;br /&gt;Considere-se agora o seguinte argumento:&lt;br /&gt;O mundo exterior existe. &lt;br /&gt;O mundo exterior não existe. &lt;br /&gt;Logo, Deus existe. &lt;br /&gt;Pela definição dada, este argumento é válido, apesar de poder parecer o contrário. A indecisão nasce do facto de não ser possível atribuir a verdade simultaneamente às duas premissas, porque estas são inconsistentes. Mas já se torna claro o facto de este argumento ser válido se fizermos a seguinte consideração: precisamente pelo facto de as premissas não poderem nunca ser simultaneamente verdadeiras, segue-se que nunca podemos ter as premissas verdadeiras e a conclusão falsa. Logo, o argumento é válido, pois é isso precisamente que caracteriza os argumentos válidos. &lt;br /&gt;Considere-se este outro argumento:&lt;br /&gt;Deus existe. &lt;br /&gt;Logo, o mundo exterior existe ou o mundo exterior não existe. &lt;br /&gt;À primeira vista pode parecer que este argumento não é válido. Mas se tivermos mais atenção verificamos que se trata, de facto, de um argumento válido. Mais uma vez: dada a verdade da premissa, a conclusão pode ser falsa? Bom, é fácil ver que a conclusão nunca pode ser falsa. Logo, também não é falsa dada a verdade da premissa. Logo, é um argumento válido. &lt;br /&gt;O objectivo destes dois exemplos de argumentos válidos que aparentemente não o são é distinguir a validade de um argumento da sua relevância. Apesar de os dois argumentos acima serem válidos, eles não são relevantes. Porquê? Porque o primeiro é válido à custa da inconsistência das premissas; e o segundo é válido à custa do facto de a conclusão ser sempre verdadeira. Temos assim de perceber que o que nos interessa num ensaio argumentativo, quer estejamos a escrevê-lo, quer estejamos a avaliá-lo, não é a validade dos argumentos tout court, mas um caso especial de validade, a que podemos chamar relevância. Assim, para decidir se um argumento é relevante, temos de usar a seguinte definição: um argumento dedutivo válido é relevante se, e somente se: 1) todas as premissas podem ser simultaneamente verdadeiras; 2) a conclusão pode ser falsa.&lt;br /&gt;Perante um argumento dedutivo qualquer, o leitor deve usar a seguinte rotina para verificar a sua relevância:&lt;br /&gt;1. Verificar se é um argumento válido, pela definição semântica dada. &lt;br /&gt;2. Verificar se todas as premissas podem ser simultaneamente verdadeiras. &lt;br /&gt;3. Verificar se a conclusão pode ser falsa. &lt;br /&gt;Um argumento só é relevante se passar os três testes. Se passar apenas um ou dois, não é relevante. &lt;br /&gt;Condicionais&lt;br /&gt;As condicionais são canonicamente expressas na forma «Se..., então...». Mas a verdade é que existem muitas formas de exprimir condicionais. Esta secção oferece uma lista de algumas dessas formas. &lt;br /&gt;O leitor deve recordar as regras 2, 4 e 6, assim como a regra C4: a clareza na exposição dos seus argumentos é fundamental. Algumas das formas de exprimir condicionais são de evitar, pois só servem para obscurecer o que de outra forma seria uma condicional facilmente compreensível — e também facilmente criticável. Esta secção é útil para avaliar argumentos cuja estrutura lógica está escondida (geralmente atrás de uma hecatombe lexical que impede o leitor de pensar, isto é, de avaliar criticamente o que o autor está a afirmar).&lt;br /&gt;O primeiro facto: muitas vezes, o «então» é elidido, como em&lt;br /&gt;Se Deus não existe, a ética não é possível. &lt;br /&gt;que significa precisamente o mesmo que&lt;br /&gt;Se Deus não existe, então a ética não é possível. &lt;br /&gt;Outros factos menos evidentes:&lt;br /&gt;Se A, então B&lt;br /&gt;pode exprimir se como&lt;br /&gt;1. A somente se B. &lt;br /&gt;2. A só se B. &lt;br /&gt;3. A implica B. &lt;br /&gt;4. A só no caso de B. &lt;br /&gt;5. A só na condição de B. &lt;br /&gt;6. A é condição suficiente de B. &lt;br /&gt;7. B é condição necessária de A. &lt;br /&gt;8. B se A. &lt;br /&gt;9. Só se B é que A. &lt;br /&gt;Não se deve usar a lista acima para fazer variar a forma como, ao longo de um ensaio, se exprimem condicionais. Lembre-se da regra 6, que se aplica também às partículas lógicas: se começou por dizer «Se A, então B», não afirme de seguida «C só se D», para tornar o texto variado; afirme antes «Se C, então D». Um texto não é um espectáculo de variedades e a elegância literária não vale nada se for conseguida à custa da clareza, porque é uma forma luminosa para um conteúdo obscuro (é como um automóvel com uma excelente pintura, mas com o motor avariado).&lt;br /&gt;O que costuma fazer mais confusão são as noções de condição necessária e condição suficiente. A lista acima permite saber exactamente o que é uma condição suficiente (a antecedente de uma condicional) e uma condição necessária (a consequente de uma condicional). Mas os exemplos seguintes tornarão claras estas noções:&lt;br /&gt;Estar inscrito em Filosofia é uma condição necessária para passar a Filosofia. Mas estar inscrito em Filosofia não é uma condição suficiente para passar a Filosofia.&lt;br /&gt;Ter 10 valores é uma condição suficiente para passar a Filosofia. Mas ter 10 valores não é uma condição necessária para passar a Filosofia.&lt;br /&gt;Argumentos e condicionais&lt;br /&gt;Muitos argumentos são expostos sob a forma de uma condicional, como &lt;br /&gt;Se não existir livre-arbítrio, a responsabilidade moral não é possível.&lt;br /&gt;Para avaliar a verdade de uma condicional usam-se precisamente as mesmas regras que se usam para avaliar a validade de um argumento. A diferença consiste agora em tomar a antecedente da condicional em vez das premissas, e a sua consequente em vez da conclusão. Assim, uma condicional pode funcionar como um argumento válido se, e somente se, nos casos em que a antecedente é verdadeira, a consequente também for verdadeira. Por outras palavras, uma condicional pode funcionar como um argumento válido se, e somente se, for uma verdade lógica.&lt;br /&gt;Note-se que uma condicional pode ter antecedentes ou consequentes complexos: &lt;br /&gt;1. Se Deus e o mundo existem, então Deus existe. &lt;br /&gt;2. Se Deus existe, então Deus ou o mundo existem.&lt;br /&gt;Nos casos de condicionais com antecedentes ou consequentes complexos, aplica-se a mesma distinção que já introduzimos anteriormente: para que se aceite uma condicional verdadeira como relevante é necessário que a sua antecedente possa ser verdadeira e que a sua consequente possa ser falsa. As duas condicionais anteriores são verdadeiras e relevantes, mas as duas seguintes não são relevantes, apesar de serem verdadeiras:&lt;br /&gt;1. Se o mundo exterior existe e o mundo exterior não existe, Deus existe. &lt;br /&gt;2. Se Deus existe, então o mundo exterior existe ou o mundo exterior não existe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;De uma forma conclusiva depois de um aárdua investigação a cerca deste tema que é muito pertinente, temos a dizer:&lt;br /&gt;A argumentação tem como objetivo levar um indivíduo ou grupo a aderir a determinada tese (defendida pelo argumentador, por motivo de familiarização ou até mesmo por próprio capricho). O texto argumentativo deve possuir uma clareza na transmissão de idéias (concisão), podendo tratar de temas, situações ou assuntos variados. É constituído por um primeiro parágrafo curto, que deixa a idéia clara, depois o desenvolvimento deve referir a opinião da pessoa que o escreve, com argumentos convincentes e verdadeiros, e com exemplos que exemplifique uma confiabilidade e persuasão. Deve também conter contra-argumentos, de forma a não permitir a meio da leitura que o leitor os faça. Por fim, deve ser concluído com um parágrafo que responda ao primeiro parágrafo, ou simplesmente com a idéia-chave da opinião.&lt;br /&gt;A argumentação surgiu em 427 a.C., na Grécia Antiga. Era denominada Retórica. Argumentar é a arte de convencer e persuadir. (persuadir+Argumentar=Convencer).&lt;br /&gt;Falando da proposição, muitos filósofos e linguistas alegam que a noção de proposição é muito vaga ou inútil. Para eles, é apenas um conceito enganador que deve ser removido da filosofia e da semântica. Quine que a indeterminação da tradução impede qualquer discussão com sentido de proposições, e que as mesmas devem ser descartadas em favor das sentenças.&lt;br /&gt;Todavia, como em réplica diz Alvin Plantiga (em The Nature of Necessity, Oxford:Clarendon Press,1974): "Na medida em que a alegada debilidade [a falta de um claro critério de identidade] pode tornar-se toleravelmente clara, trata-se de uma debilidade que proposições compartilham com eléctrons, montanhas, guerras -- e sentenças." &lt;br /&gt;Na lógica chamada aristotélica ou tradicional, distingue-se proposição de juízo. A proposição é o enunciado verbal de um juízo -- tal como o termo é a expressão verbal de um conceito. A proposição é... uma sequência de palavras; o juízo é uma operação intelectual -- uma asserção afirmativa (Dostoievsky é um escritor russo) ou negativa (Não há bem que sempre dure), verdadeira ou falsa [na Lógica não são consideradas as frases interrogativas, as imperativas ou as vocativas/exclamativas, porque aquilo que expressam não pode ser considerado verdadeiro ou falso. Ex.: Vem cá! ou Quantos anos tens?]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-5364235064663796666?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/5364235064663796666/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/argumentacao-proposicao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/5364235064663796666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/5364235064663796666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/argumentacao-proposicao.html' title='ARGUMENTAÇÃO &amp; PROPOSIÇÃO'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-1760328152856846716</id><published>2009-11-01T03:08:00.000-08:00</published><updated>2009-11-01T03:10:01.363-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='GEOLOGIA'/><title type='text'>TEMPERATURA ATMOSFÉRICA</title><content type='html'>INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A temperatura atmosférica é o grau de aquecimento do ar da atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A temperatura da atmosfera da &lt;a title="Terra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terra"&gt;Terra&lt;/a&gt; varia entre camadas em altitudes diferentes, portanto, a relação matemática entre temperatura e altitude também varia, sendo uma das bases da classificação das diferentes camadas da atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atmosfera está estruturada em três camadas relativamente quentes, separadas por duas camadas relativamente frias. Os contatos entre essas camadas são áreas de descontinuidade, e recebem o sufixo "pausa", após o nome da camada subjacente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atmosfera corresponde à camada de ar que envolve o Globo Terrestre, a qual pode dividir-se em diversas camadas com características físicas substancialmente diferentes, nomeadamente a troposfera, a estratosfera, a mesosfera e a exosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A temperatura atmosférica é um dos elementos climáticos mais importantes. Corresponde ao estado térmico do ar atmosférico, ou seja, ao estado de “frio” ou de “calor” da atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É medida por meio de aparelhos chamados termômetros e, para medi-la, os meteorologistas utilizam dois tipos de termômetros: o de máximas (à base de mercúrio) e o de mínimas (à base de álcool).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do registo das temperaturas podemos calcular TEMPERATURAS MÉDIAS (soma dos valores de temperatura registados a dividir pelo número de registos) e AMPLITUDES TÉRMICAS ( diferença entre a temperatura máxima e a temperatura mínima registadas). Estes cálculos podem ser feitos para um dia (diurnos), para um mês (mensais) ou para um ano (anuais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como consequência do Movimento de Rotação, a temperatura varia ao longo de um dia: quanto maior é a inclinação dos raios solares mais fraco é o aquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como consequência do Movimento de Translação, a temperatura varia em latitude e ao longo do ano. Podemos analisar a distribuição das temperaturas em mapas de ISOTÈRMICAS ( linhas que unem pontos de igual temperatura média reduzida ao nível do mar):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;à Registam-se temperaturas médias anuais elevadas e fracas amplitudes térmicas anuais junto ao Equador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;à Registam-se temperaturas médias anuais moderadas e maiores amplitudes térmicas anuais nas latitudes médias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;à Registam-se temperaturas médias anuais baixas e fortes amplitudes térmicas anuais junto aos Pólos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ar seco aquece e arrefece mais depressa que o ar húmido e, por isso, dizemos que a humidade modera a temperatura. Deste modo, os lugares mais próximos do mar têm amplitudes térmicas mais fracas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base na distribuição das temperaturas em latitude divide-se a Terra em zonas climáticas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;à ZONA QUENTE ou INTERTROPICAL ( localizada entre os trópicos)&lt;br /&gt;à ZONAS TEMPERADAS DO NORTE E DO SUL ( localizadas entre os trópicos e os círculos polares)&lt;br /&gt;à ZONAS FRIAS DO NORTE E DO SUL ( respectivamente a Norte e a Sul dos círculos polares)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A temperatura atmosférica varia de -60ºC à 1.000ºC nas diferentes camadas que vamos citar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Troposfera&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a camada da atmosfera que está em contacto com a superfície terrestre e que contém o ar que respiramos. Tem altitude entre 8Km a 16Km. É a camada menos espessa, mas é a mais densa. O ar junto ao solo é mais quente, diminuindo de temperatura com a altitude até atingir -60ºC. A zona limite chama-se tropopausa. Aqui a temperatura mantém-se constante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estratosfera&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situa-se entre os 12Km a 50Km. É aqui que está a camada de ozono. Nesta camada a temperatura aumenta de -60ºC a 0ºC. Este aumento deve-se à interacção química e térmica entre a radiação solar e os gases aí existentes. As radiações absorvidas são as ultravioletas (6,6 a 9,9 x10-19 J). A zona limite chama-se estratopausa. Aqui a temperatura mantém-se constante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesosfera&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situa-se entre os 50Km a 80Km. Trata-se da camada mais fria da atmosfera. A temperatura volta a diminuir com a altitude, chegando aos -100ºC aos 80Km. A absorção da radiação solar é fraca. A zona limite chama-se mesopausa. Aqui a temperatura mantém-se constante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termosfera&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a camada mais extensa. Começa nos 80Km e vai para além dos 1000Km. Trata-se da camada mais quente da atmosfera. A temperatura pode atingir os 2000ºC. Absorvem-se as radiações solares mais energéticas (energia superior a 9,9 x10-19 J). Subdivide-se em duas partes a ionosfera (entre 80 e 550Km) e a exosfera (parte exterior da atmosfera que se dilui no espaço a partir dos 1000Km de altitude).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;a title="Editar secção: Exosfera" href="http://wiki.educartis.com/wiki/index.php?title=Atmosfera&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=7"&gt;editar&lt;/a&gt;] Exosfera&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a camada mais externa da atmosfera. Começa mais ou menos a 600km de altitude e seus limites superiores são imprecisos. Nessa camada, a inexistência de ar permite temperaturas elevadíssimas (mais de 1.000°C), razão pela qual as naves espaciais são construídas com materiais super-resistentes. Foi nessa camada, a 600 km de altitude, que a nave espacial Discovery colocou em órbita o telescópio Hubble em abril de 1990. Nessa altitude, o telescópio está praticamente livre da influência da atmosfera para realizar suas observações do universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo pode concluir-se que a atmosfera é a camada gasosa que envolve a terra. E a sua temperatura  é variável  de -60ºC à 2000ºC, tal varia consoante a camada em que nos encontramos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas variações são influienciadas pelos movimentos de rotação e translação terrestre. No entanto estas variações induzem também variações climáticas nas diferentes zonas do globo, a temperatura nos polos é diferente da do equador e assim consecutivamente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-1760328152856846716?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/1760328152856846716/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/temperatura-atmosferica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/1760328152856846716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/1760328152856846716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/11/temperatura-atmosferica.html' title='TEMPERATURA ATMOSFÉRICA'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-4156033569798241715</id><published>2009-10-26T13:50:00.000-07:00</published><updated>2009-10-26T13:55:11.963-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='GEOLOGIA'/><title type='text'>POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuYMPy9QchI/AAAAAAAAAA4/bUT2sW10XXs/s1600-h/poluicaoatmosferica01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397014668966392338" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 296px; CURSOR: hand; HEIGHT: 215px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuYMPy9QchI/AAAAAAAAAA4/bUT2sW10XXs/s320/poluicaoatmosferica01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poluição atmosférica refere-se às alterações da &lt;a title="Atmosfera" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atmosfera"&gt;atmosfera&lt;/a&gt; susceptíveis de causar impacto a nível &lt;a title="Ambiental" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ambiental"&gt;ambiental&lt;/a&gt; ou de &lt;a title="Saúde humana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sa%C3%BAde_humana"&gt;saúde humana&lt;/a&gt;, através da &lt;a title="Contaminação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Contamina%C3%A7%C3%A3o"&gt;contaminação&lt;/a&gt; por &lt;a title="Gases" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gases"&gt;gases&lt;/a&gt;, &lt;a title="Partículas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Part%C3%ADculas"&gt;partículas&lt;/a&gt; sólidas, liquidas em suspensão, material &lt;a title="Biológico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Biol%C3%B3gico"&gt;biológico&lt;/a&gt; ou &lt;a title="Energia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia"&gt;energia&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adição dos contaminantes pode provocar danos directamente na &lt;a title="Saúde humana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sa%C3%BAde_humana"&gt;saúde humana&lt;/a&gt; ou no &lt;a title="Ecossistema" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecossistema"&gt;ecossistema&lt;/a&gt;, podendo estes danos ser causados por elementos resultantes dos contaminantes. Para além de prejudicar a &lt;a title="Saúde humana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sa%C3%BAde_humana"&gt;saúde&lt;/a&gt;, pode igualmente reduzir a visibilidade, diminuir a intensidade da luz ou provocar odores desagradáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESENVOLVIMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poluição atmosférica significa uma &lt;a title="Antropogénico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropog%C3%A9nico"&gt;introdução antropogénica&lt;/a&gt;, directa ou indirectamente, de substâncias ou energia para o ar, resultando em efeitos prejudiciais de modo a pôr em perigo a &lt;a title="Saúde humana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sa%C3%BAde_humana"&gt;saúde humana&lt;/a&gt;, danos nos recursos vivos e nos &lt;a title="Ecossistemas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecossistemas"&gt;ecossistemas&lt;/a&gt; assim como nos bens materiais, pôr em risco ou prejudicar os valores &lt;a title="Estético" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A9tico"&gt;estéticos&lt;/a&gt; e as outras legítimas utilizações do ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A influência dos contaminantes, ou substâncias poluentes, no grau de &lt;a title="Poluição" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o"&gt;poluição&lt;/a&gt; depende da sua &lt;a title="Composição química" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Composi%C3%A7%C3%A3o_qu%C3%ADmica"&gt;composição química&lt;/a&gt;, &lt;a title="Concentração" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Concentra%C3%A7%C3%A3o"&gt;concentração&lt;/a&gt; na massa de ar ou mesmo dependendo das condições climatéricas, que podem influenciar a sua dissipação, ou os mecanismos reaccionais que podem dar origem a novos poluentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poluição é geralmente encontrado em cidades pré-industriais, onde as pessoas queimam madeira e trabalham em artesanato e indústria. Já no &lt;a title="Século V a.C." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_V_a.C."&gt;século V a.C.&lt;/a&gt;, &lt;a title="Hipócrates" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3crates"&gt;Hipócrates&lt;/a&gt; observa o efeito dos alimentos, da ocupação e, sobretudo, do clima nas doenças, escrevendo o livro Ar, água e lugares, onde fala da importância do clima, as diferente propriedades do ar em função de diferentes ventos e da &lt;a title="Qualidade do ar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Qualidade_do_ar"&gt;qualidade do ar&lt;/a&gt; e da água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posteriormente, outra referência surge em &lt;a title="61 a.C." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/61_a.C."&gt;61 a.C.&lt;/a&gt;, através de &lt;a title="Séneca" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9neca"&gt;Séneca&lt;/a&gt;, que afirma: "mal deixei o ar pesado de &lt;a title="Roma" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Roma"&gt;Roma&lt;/a&gt; para trás e o mau cheiro do fumo das &lt;a title="Chaminé" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chamin%C3%A9"&gt;chaminés&lt;/a&gt; … que derramam vapor pestilento e fuligem… senti uma alteração do meu humor".&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o_atmosf%C3%A9rica#cite_note-www.radford.edu-5#cite_note-www.radford.edu-5"&gt;[6]&lt;/a&gt; Em 1257, a Rainha &lt;a title="Leonor da Provença" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leonor_da_Proven%C3%A7a"&gt;Leonor de Provença&lt;/a&gt; é forçada a deixar o &lt;a title="Castelo de Nottingham" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Nottingham"&gt;Castelo de Nottingham&lt;/a&gt; devido a faltas de ar causadas pelos intensos fumos de &lt;a title="Carvão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carv%C3%A3o"&gt;carvão&lt;/a&gt;. Mais tarde, em 1558 A &lt;a title="Isabel I de Inglaterra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Isabel_I_de_Inglaterra"&gt;Rainha Isabel I de Inglaterra e Escócia&lt;/a&gt; proibiu a queima de &lt;a title="Carvão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carv%C3%A3o"&gt;carvão&lt;/a&gt; durante as Sessões do Parlamento por ser alérgica aos fumos libertados.&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o_atmosf%C3%A9rica#cite_note-9#cite_note-9"&gt;[10]&lt;/a&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o_atmosf%C3%A9rica#cite_note-10#cite_note-10"&gt;[11]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POLUENTES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os contaminantes do ar provêm de diversas fontes, como &lt;a title="Fábrica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A1brica"&gt;fábricas&lt;/a&gt;, &lt;a title="Centrais termoeléctricas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Centrais_termoel%C3%A9ctricas"&gt;centrais termoeléctricas&lt;/a&gt;, veículos motorizados, no caso de emissões provocadas pela actividade humana, podendo igualmente provir de meios naturais, como no caso de &lt;a title="Incêndios florestais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inc%C3%AAndios_florestais"&gt;incêndios florestais&lt;/a&gt;, ou das poeiras dos &lt;a title="Desertos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desertos"&gt;desertos&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os poluentes são normalmente classificados como primários ou secundários. Poluentes primários são os contaminantes directamente emitidos no &lt;a title="Ambiente" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ambiente"&gt;ambiente&lt;/a&gt;, como no caso dos gases dos &lt;a title="Automóveis" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Autom%C3%B3veis"&gt;automóveis&lt;/a&gt;, e os secundários resultam de reacções dos poluentes primários na &lt;a title="Atmosfera" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atmosfera"&gt;atmosfera&lt;/a&gt;.&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o_atmosf%C3%A9rica#cite_note-22#cite_note-22"&gt;[23]&lt;/a&gt; Neste caso, o &lt;a title="Ozono troposférico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ozono_troposf%C3%A9rico"&gt;ozono troposférico&lt;/a&gt; (O3), resultante de reacções &lt;a title="Fotoquímica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotoqu%C3%ADmica"&gt;fotoquímicas&lt;/a&gt; entre os &lt;a title="Óxidos de azoto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93xidos_de_azoto"&gt;óxidos de azoto&lt;/a&gt;, &lt;a title="Monóxido de carbono" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mon%C3%B3xido_de_carbono"&gt;monóxido de carbono&lt;/a&gt; ou &lt;a title="Compostos orgânicos voláteis" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Compostos_org%C3%A2nicos_vol%C3%A1teis"&gt;compostos orgânicos voláteis&lt;/a&gt; (COV).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IMPACTOS DA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poluição atmosférica causa impactos negativos na &lt;a title="Saúde humana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sa%C3%BAde_humana"&gt;saúde humana&lt;/a&gt;, cujo grau de incidência e de perigosidade depende do nível de poluição, assim como dos poluentes envolvidos. Os problemas com maior expressão são ao nível do &lt;a title="Sistema respiratório" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_respirat%C3%B3rio"&gt;sistema respiratório&lt;/a&gt; e &lt;a title="Sistema cardiovascular" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_cardiovascular"&gt;cardiovascular&lt;/a&gt;. Estudos recentes mostram que crianças sujeitas a niveis elevados de poluição atmosférica têm maior prevalência de &lt;a title="Doença respiratória" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7a_respirat%C3%B3ria"&gt;sintomas respiratórios&lt;/a&gt;, sofrem uma diminuição da &lt;a title="Capacidade pulmonar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capacidade_pulmonar"&gt;capacidade pulmonar&lt;/a&gt; com um aumento de episódios de doença respiratória, podendo mesmo fazer aumentar o &lt;a title="Absentismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Absentismo"&gt;absentismo&lt;/a&gt; nas escolas, assim como a capacidade de concentração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos efectuados em três países, &lt;a title="Áustria" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81ustria"&gt;Áustria&lt;/a&gt;, &lt;a title="França" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a"&gt;França&lt;/a&gt; e &lt;a title="Suíça" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Su%C3%AD%C3%A7a"&gt;Suíça&lt;/a&gt;, demonstram que a poluição atmosférica é responsável por 6% das mortes ocorridas anualmente no conjunto desses países, sendo que metade das mortes se deve á poluição rodoviária. Alerta ainda para o fato de 4000 pessoas morrerem por ano devido aos efeitos da poluição atmosférica, e que cerca de 25 000 dos casos de ataque de &lt;a title="Asma" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Asma"&gt;asma&lt;/a&gt; anuais têm como origem precisamente na exposição aos poluentes atmosféricos. Tudo isto causa impactos nas &lt;a title="Finanças" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Finan%C3%A7as"&gt;finanças&lt;/a&gt;, sendo que os esforços do sistema de saúde ronda 1,7 % do seu &lt;a title="PIB" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PIB"&gt;PIB&lt;/a&gt;.&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o_atmosf%C3%A9rica#cite_note-47#cite_note-47"&gt;[48]&lt;/a&gt; Já nas grandes cidades da &lt;a title="Ásia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81sia"&gt;Ásia&lt;/a&gt; e &lt;a title="América do Sul" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_do_Sul"&gt;América do Sul&lt;/a&gt;, provoca vítimas de problemas respiratórios e cardíacos, infecções pulmonares e &lt;a title="Cancro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cancro"&gt;cancro&lt;/a&gt;, sendo o valor de vítimas mortais a rondar os 2 milhões. Estas cidades albergam cerca de metade da &lt;a title="População mundial" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Popula%C3%A7%C3%A3o_mundial"&gt;população mundial&lt;/a&gt;, esperando-se que atinja os dois terços em meados de 2030.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROTOCOLO DE QUIOTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Protocolo de Quioto é consequência de uma série de eventos iniciada com a &lt;a title="Toronto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Toronto"&gt;Toronto&lt;/a&gt; Conference on the Changing Atmosphere, no &lt;a title="Canadá" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Canad%C3%A1"&gt;Canadá&lt;/a&gt; (outubro de &lt;a title="1988" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1988"&gt;1988&lt;/a&gt;), seguida pelo IPCC's First Assessment Report em &lt;a title="Sundsvall" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sundsvall"&gt;Sundsvall&lt;/a&gt;, &lt;a title="Suécia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Su%C3%A9cia"&gt;Suécia&lt;/a&gt; (agosto de &lt;a title="1990" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1990"&gt;1990&lt;/a&gt;) e que culminou com a &lt;a title="Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança Climática" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conven%C3%A7%C3%A3o-Quadro_das_Na%C3%A7%C3%B5es_Unidas_sobre_a_Mudan%C3%A7a_Clim%C3%A1tica"&gt;Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança Climática&lt;/a&gt; (CQNUMC, ou UNFCCC em inglês) na &lt;a title="ECO-92" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ECO-92"&gt;ECO-92&lt;/a&gt; no &lt;a title="Rio de Janeiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro"&gt;Rio de Janeiro&lt;/a&gt;, &lt;a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt; (junho de &lt;a title="1992" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1992"&gt;1992&lt;/a&gt;).&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o_atmosf%C3%A9rica#cite_note-79#cite_note-79"&gt;[80]&lt;/a&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o_atmosf%C3%A9rica#cite_note-80#cite_note-80"&gt;[81]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O protocolo constitui um passo importante na luta contra o &lt;a title="Aquecimento global" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global"&gt;aquecimento global&lt;/a&gt;, pois apresenta objectivos vinculativos e quantificados de limitação e redução dos &lt;a title="Gases com efeito de estufa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gases_com_efeito_de_estufa"&gt;gases com efeito de estufa&lt;/a&gt;. Se o Protocolo de Quioto for implementado com sucesso, estima-se que a &lt;a title="Temperatura" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Temperatura"&gt;temperatura&lt;/a&gt; global reduza entre 1,4&lt;a title="Celsius" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Celsius"&gt;°C&lt;/a&gt; e 5,8°C até 2100, entretanto, isto dependerá muito das negociações pós período 2008/2012, pois há comunidades científicas que afirmam categoricamente que a meta de redução de 5% em relação aos níveis de 1990 é insuficiente para a &lt;a title="Mitigação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitiga%C3%A7%C3%A3o"&gt;mitigação&lt;/a&gt; do &lt;a title="Aquecimento global" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global"&gt;aquecimento global&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;ESTATÍSTICAS DE EMISSÃO DE POLUENTES ATMOSFÉRICOS&lt;br /&gt;A poluição atmosférica é geralmente concentrada em &lt;a title="Área metropolitana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81rea_metropolitana"&gt;áreas metropolitanas&lt;/a&gt; densamente povoadas, especialmente nos &lt;a title="Países em desenvolvimento" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADses_em_desenvolvimento"&gt;países em desenvolvimento&lt;/a&gt; onde as &lt;a title="Normas ambientais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Normas_ambientais"&gt;normas ambientais&lt;/a&gt; são menos restritivas ou inexistente. No entanto, mesmo os &lt;a title="Países desenvolvidos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADses_desenvolvidos"&gt;países desenvolvidos&lt;/a&gt; e com normas e legislação ambientais avançadas se pode verificar níveis elevados de poluentes atmosféricos. No entanto podemos aqui citar algumas cidades mais poluídas do mundo: &lt;a title="Cairo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cairo"&gt;Cairo-Egipto&lt;/a&gt;, &lt;a title="Deli" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deli"&gt;Deli-Índia&lt;/a&gt;, &lt;a title="Calcutá" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calcut%C3%A1"&gt;Calcutá-Índia&lt;/a&gt;, &lt;a title="Tianjin" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tianjin"&gt;Tianjin-China&lt;/a&gt;, &lt;a title="Chongqing" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chongqing"&gt;Chongqing-China&lt;/a&gt;, &lt;a title="Kanpur" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kanpur"&gt;Kanpur-India&lt;/a&gt;, &lt;a title="Lucknow" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lucknow"&gt;Lucknow-India&lt;/a&gt;, &lt;a title="Jacarta" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacarta"&gt;Jacarta-Indonesia&lt;/a&gt;, &lt;a title="Shenyang" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Shenyang"&gt;Shenyang-China&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3Os países que mais emitem dióxido de carbono (CO2) são: &lt;a title="Estados Unidos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt;, &lt;a title="China" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/China"&gt;China&lt;/a&gt;, &lt;a title="Rússia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%BAssia"&gt;Rússia&lt;/a&gt;, &lt;a title="Índia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndia"&gt;Índia&lt;/a&gt;, &lt;a title="Japão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jap%C3%A3o"&gt;Japão&lt;/a&gt;, &lt;a title="Alemanha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alemanha"&gt;Alemanha&lt;/a&gt; e &lt;a title="Austrália" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Austr%C3%A1lia"&gt;Austrália&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto pode-se concluir que, a poluição atmosférica é a &lt;a title="Antropogénico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropog%C3%A9nico"&gt;introdução&lt;/a&gt;, directa ou indirectamente de substâncias ou energia para o ar. E tais substâncias ou quantidades de energia infectam o ar atmosférico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses gases ou energias derrubam a camada de ozono, que é uma sub camada atmosférica que filtra os raios solares impedindo assim que tais raios de elevadas temperaturas alcancem a superfície terrestre e os seus habitantes.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-4156033569798241715?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/4156033569798241715/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/10/poluicao-atmosferica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/4156033569798241715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/4156033569798241715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/10/poluicao-atmosferica.html' title='POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuYMPy9QchI/AAAAAAAAAA4/bUT2sW10XXs/s72-c/poluicaoatmosferica01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-980408486763265193</id><published>2009-10-23T13:26:00.000-07:00</published><updated>2009-10-23T13:29:33.440-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LINGUA PORTUGUESA'/><title type='text'>POESIA</title><content type='html'>INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia é a expressão de sentimentos, emoções e sentidos do poeta em relação àquilo que o rodeia ou pelo que toma como tema, revelada numa forma escrita, cuja sonoridade e estrutura, muitas vezes se assemelha a um cântico, a um apelo, etc.&lt;br /&gt;Analisando-a no plano fónico, a poesia não é uma linguagem comum que serve somente para significar. Consegue criar um conjunto de sons agradáveis e melodiosos através da rima, do ritmo e de várias figuras de estilo como a repetição que é frequentemente utilizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESENVOLVIMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia, ou gênero lírico, ou lírica é uma das &lt;a title="Arte" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte"&gt;sete artes&lt;/a&gt; tradicionais, pela qual a linguagem humana é utilizada com fins estéticos. “Poesia, segundo o modo de falar comum, quer dizer duas coisas. A arte, que a ensina, e a obra feita com a arte; a arte é a poesia, a obra poema, o poeta o artífice.” O &lt;a title="Semântica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sem%C3%A2ntica"&gt;sentido&lt;/a&gt; da mensagem poética também pode ser importante (principalmente se o poema for em louvor de algo ou alguém, ou o contrário: também existe poesia satírica), ainda que seja a forma estética a definir um texto como poético. A poesia compreende aspectos metafísicos (no sentido de sua imaterialidade) e da possibilidade de esses elementos transcenderem ao mundo fático. Esse é o terreno que compete verdadeiramente ao poeta. Num &lt;a title="Texto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Texto"&gt;contexto&lt;/a&gt; mais alargado, a poesia aparece também identificada com a própria arte, o que tem razão de ser já que qualquer arte é, também, uma forma de linguagem (ainda que, não necessariamente, verbal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia, no seu sentido mais restrito, parte da linguagem verbal e, através de uma atitude criativa, transfigura-a da sua forma mais corrente e usual (a prosa), ao usar determinados recursos formais. Em termos gerais, a poesia é predominantemente oral - mesmo quando aparece escrita, a oralidade aparece sempre como referência quase obrigatória, aproximando muitas vezes esta arte da música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gêneros poéticos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os gêneros de poesia permitem uma classificação dos poemas conforme suas características. Por exemplo, o poema épico é, geralmente, narrativo, de longa extensão, grandiloqüente, aborda temas como a guerra ou outras situações extremas. Dentro do genéro épico, destaca-se a &lt;a title="Epopéia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Epop%C3%A9ia"&gt;epopéia&lt;/a&gt;. Já o poema lírico pode ser muito curto, podendo querer apenas retratar um momento, um flash da vida, um instante emocional. Poesia é a expressão de um sentimento, como por exemplo o amor. Vários poemas falam de amor. O poema, é o seu sentimento expressado em belas palavras, palavras que tocam a alma. Poesia é diferente de poema. o Poema é a forma que se está escrito e a poesia é o que dá a emoção ao texto.&lt;br /&gt;Definição sucinta de poesia: é a arte de exprimir sentimentos por meio da palavra ritmada. Essa definição torna-se insuficiente quando se volta o olhar para a poesia social, a política ou a metapoesia. Com o advento da poesia concreta, o próprio ritmo da palavra foi anulado como definição de poesia, valorizando mais o sentido. O poema passa a ter função de exprimir sucintamente e entre linhas o pensamento do eu-lírico. A narrativa também pode fazer isso, mas a maioria dos poemas, com exceção dos épicos, não se baseia num enredo. A mensagem do autor é muito mais importante do que a compreensão de algum fato.&lt;br /&gt;"A poesia é a mínima distância entre o sentimento e o papel" - Levi Trevisan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Licença poética&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da &lt;a title="Norma culta" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Norma_culta"&gt;norma culta&lt;/a&gt; da &lt;a title="Língua" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua"&gt;língua&lt;/a&gt;, tomando a liberdade necessária para recorrer a recursos como o uso de &lt;a title="Palavrão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Palavr%C3%A3o"&gt;palavras de baixo-calão&lt;/a&gt;, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o carácter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de &lt;a title="Fernando Pessoa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Pessoa"&gt;Fernando Pessoa&lt;/a&gt; ("O poeta é um fingidor").&lt;br /&gt;A matéria-prima do poeta é a palavra e, assim como o escultor extrai a forma de um bloco, o escritor tem toda a liberdade para manipular as palavras, mesmo que isso implique romper com as normas tradicionais da gramática. Limitar a poética às tradições de uma língua é não reconhecer, também, a volatilidade das falas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia consegue tornar  visível algo abstracto como os sentimentos, em realidades quase palpáveis. Uma das formas mais representativas da poesia é o lirismo que não é mais do que a expressão do "eu".&lt;br /&gt;Aí, o poeta fala do que sente; revela-nos o seu estado de espírito, de um modo que é estranho ao homem em geral, que muitas vezes é tomado pelos mesmos sentimentos e sensações, mas que não é capaz de os revelar da mesma forma. Aliás, como o são os sentimentos, a poesia não é regida por um modelo generalizado: cada poeta tem a sua forma, o seu estilo, o seu método de escrever... O poeta poderá também apresentar como tema aquilo que o rodeia. Interioriza o que lhe é externo e trata-o de uma forma sentida, expondo o resultado, de um modo geral, completamente transformado, à sua maneira: revela um mundo criado por si a partir de um mundo que lhe passa ao lado.&lt;br /&gt;É uma arte; é um dom que só alguns possuem. É conseguir fazer chorar a partir de um motivo para rir. É  tão somente viver poesia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-980408486763265193?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/980408486763265193/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/10/poesia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/980408486763265193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/980408486763265193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/10/poesia.html' title='POESIA'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-854356717342118129</id><published>2009-10-22T14:43:00.000-07:00</published><updated>2009-10-22T14:46:33.087-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HISTÓRIA'/><title type='text'>PROBLEMÁTICA DO ENSINO DAS LÍNGUAS NACIONAIS EM ANGOLA NO PERIODO DE NORTON DE MATTOS</title><content type='html'>INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       No presente trabalho, faremos uma abordagem exaustiva sobre a problemática do ensino das línguas nacionais em Angola no período de Norton de Mattos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       É um tema bastante pertinente dada as suas influências directas no actual mosaico sócio-cultural angolano. E, para, que fosse possível fazer-se o mesmo foram usados métodos como, investigativo, indutivo e dedutivo. Esperamos que com o presente trabalho os colegas sejam capazes de conhecer a problemática do ensino das línguas nacionais no período em estudo. E, analisar os factores que concorreram para esta problemática; o período que mais adiante nós vamos debruçar é subdividido pelos seguintes períodos (1912 à 1915) e de (1921 à 1924), período em que ocorreram os governos de Norton de Matos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       José Maria Mendes Ribeiro Norton de Matos, nasceu em Ponde de Lima a 23 de Março de 1867. Era filho de Tomás Mendes Norton de Mattos e de Emília de Mattos Prego e Sousa. Casou-se com Ester Newton Pereira de Mattos. Frequentou o colégio de Braga, e, em 1880, ingressou na Escola Académica, de Lisboa. Em Outubro de 1884 iniciou o curso de matemática, na universidade de Coimbra, cujo bacharelato obteve em 1888, e dois anos depois concluiu o curso de Estado-Maior do exército.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Em 1910, foi nomeado mediante concurso, professor de geodesia e topografia no Instituto Superior Técnico (I.S.T). Ficou somente um ano e alguns meses pois em 1912, foi convidado para Governador-Geral de Angola, para onde partiu à 01 de Junho, tendo chegado à aquela província à 17 do mesmo mês. Era então major do corpo do Estado-Maior. Administrou esse território até Março de 1915. Revelou, nestas funções, uma notável capacidade administrativa e um grande espírito de previsão futura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       A sua vida foi quase toda consagrada ao estado e ao governo dos territórios ultramarinos. Teve, no entanto, acção preponderante noutras actividades nacionais. Em 1949, já com o posto de general, embora na reserva, apresentou a sua candidatura à presidência da república.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       A extensa actividade política facultou-lhe, além de várias medalhas, o título de Sir, da coroa Belga, da Região de honra, comendador da ordem de Cristo, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       “Remeto inclusos 800 cruzeiros em notas, que recebi do Brasil em pagamento de um artigo que há mais de um ano escrevi para uma revista brasileira. Isto hoje pouco vale. Peço-lhe que me obtenha o maior câmbio possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Nunca tive tempo para fazer fortuna e agora, com as grandes despesas desta demanda doença, tenho de aproveitar todas as migalhas”(1)&lt;br /&gt;(1) MASCARENHAS, Renato F. Antunes, Norton de Mattos alto-comissário de Angola, p.p. XVII&lt;br /&gt;   Poucos dias depois, a 13 de Janeiro de 1955, faleceu na localidade onde nascera. Esta ocorrência originou o desaparecimento de um dos mais ilustres portugueses de sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Não pretendemos aqui fazer uma abordagem exagerada sobre Norton de Mattos dado que o nosso objectivo não é este. Mas de compreendemos melhor como foi esse grande contribuinte para a história contemporânea de Angola.&lt;br /&gt;       Portanto, vamos retratar já a seguir os factores e factores que concorrem para a problemática das línguas nacionais na época deste homem, a sua política e as consequências que daí advieram  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.- A EDUCAÇÃO E A INSTRUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Norton de Matos afirmava que “A educação e a instrução dos indígenas apareceu-me desde as primeiras horas, como de necessidade absoluta e como um dever a cumprir”.(2)  Para ele, a principal dificuldade de civilizar a África à nossa maneira, quero dizer, assimilando os seus habitantes a nós mesmos de tal forma que com o tempo apenas fique a cor a distinguir-nos e em tão pequeno e insignificante grau que acabaremos uns e outros, por não dar por ela no convívio constante e de perfeita igualdade na comunidade nacional comum, é a profunda diferença das línguas que falamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Enquanto os habitantes de Angola, Moçambique, Guiné, Índia e Timos não falarem todos correntemente o português, a Unidade Nacional não será perfeita e a civilização destes povos poderá fazer-se, mas conduzirá fatalmente a nacionalidade diversas.(3)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       O Brasil sofou-se como nação graças a língua portuguesa que lá deixamos. Ao chegar a Angola em 17 de Junho de 1912, achei-me perante a população que era aproximadamente a seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Pretos………….3.666.000&lt;br /&gt;       Brancos…………...13.800&lt;br /&gt;       Mestiços…………..28.000&lt;br /&gt;                                   3.707.800 Habitantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Dos mestiços e pretos só 18.000 falariam o português; e dos 3.694.000, mestiços e pretos uns 600.000 à 700.000 estariam em idade de aprenderem a nossa língua. Como transformar este estado de coisas? Seriam necessárias muitas dezenas de anos; um grande número de escolas onde principalmente, quase exclusivamente, se pensasse no ensino da língua portuguesa; um rápido povoamento de Angola com famílias portuguesas, que deveriam atingir no fim de 35 anos a contar de 1915, um milhão de pessoas. Mas era necessário caminhar sem assustar ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Pus-me a dar os primeiros passos para a realização do formidável projecto de se fazerem esquecer o mais rapidamente possível as línguas de Angola, substituindo-as pela língua portuguesa; e o facto de os Bantu nunca terem aproveitado ou inventado qualquer espécie de escrita na sua vida em comunidade, desviava deste propósito qualquer aspecto de destruição ou de injustiça.(4)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) MATOS, Norton de, memórias e trabalhos de minha vida, volume III&lt;br /&gt;(3) Idem…&lt;br /&gt;(4) Ibidem…&lt;br /&gt;    Quando cheguei a Angola, o orçamento em vigor fixava para a Indústria Pública a verba de 16.000 escudos, na qual a quase exclusiva despesa era o pagamento de 14 professores de instrução primária, únicos que havia na província. No meu orçamento de 1913-1914 consegui elevar o número de professores a noventa e oito (98) e a despesa com a instrução da província a 84.056 escudos (£=5$00). Uma proposta orçamental suplementar elevou o número dessa categoria de professores a 112, e tendo-se principiado a instalar e a mobilizar as escolas respectivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Em 08 de Abril de 1912, Norton de Matos mandou ao ministro da colónias sobre matéria de instrução na província de Angola um desenvolvido relatório. Norton afirmou o seguinte: “a minha opinião mantém-se a mesma que acabo de apresentar quanto a aprendizagem da língua portuguesa e a substituição total por ele de todas as línguas indígenas”.(5)  Já depois de sua saída continuou a defender os seus intentos, nos seguintes termos: “mantenho ainda hoje a minha oposição à abertura de qualquer ensino superior ou universitário na província; continuo a advogar com a maior insistência o ensino profissional que tivesse por fim a formação no interior de Angola de auxiliares técnicos de onde as crianças adquirirão hábitos de limpeza, de higiene, de decência e de moralidade.”(6)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Quando voltou a Angola, em 1921, encontrou essa verba reduzida para 26 contos. Estava a libra a 42$00 e a subir rapidamente o caminho que a levou a 134$00, em 1924. Esses valores de constituíram numa recordação bastante dolorosa de Norton de Mattos. O seu orçamento de 1921-1922 elevou essa verba a 732 contos que passaram para 1.858 contos no orçamento seguinte e para 2.663 contos no do ano de 1923-1924.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Permitiram estas verbas e, principalmente o espírito que presidiu a sua aplicação, levar a centenas de indígenas os benefícios da instrução e, sobretudo, espalhar entre as populações indígenas a convicção de que Portugal desejava dotar o mais rapidamente possível todos os grandes centros de população preta de escolas, onde se aprendesse a falar, a ler e a escrever a língua portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Norton de Mattos concluiu “Não me foi necessário muito tempo de permanência em Angola para me convencer de que era esta a ambição máxima dos indígenas da província. Não a soubemos aproveitar, nos anos que decorreram a partir de 1923”.(7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(5) MATOS, Norton de, memórias e trabalhos de minha vida, volume III&lt;br /&gt;(6) Idem…&lt;br /&gt;(7) Ibidem…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1.- ESCOLAS RITA NORTON DE MATOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Criaram-se em Angola escolas para a educação de crianças indígenas do sexo feminino às quais um acto de justiça e reconhecimento deu o nome de «Escolas Rita Norton de Mattos». Os princípios basilares e a orientação que presidiram a organização destes estabelecimentos podem resumir-se da seguinte maneira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       1º Essas escolas são destinadas exclusivamente a raparigas indígenas, que devem principiar a frequentá-las de terra idade, para que a força dos hábitos adquiridos no seio das famílias, não oponha barreira insuperável à educação à ministrar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       2º O regime escolar é o de semi-internato, para que a criança esteja bastante horas separada da família indígenas, mas não segregada dela;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       3º A escola será sobretudo uma casa de educação e trabalho, onde as crianças adquirirão hábitos de limpeza, de higiene, de decência e de moralidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       4º A escola não terá qualquer criados ou serviçais, sendo todo o trabalho doméstico interno, de limpeza, de lavagem de roupa, cozinha, serviço de mesa, etc., feito pelas crianças indígenas, por turnos e segundo as suas idades;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       5º A comida e o vestuário das crianças serão os usuais da família indígena a que pertencem, apenas mais cuidados e mais limpos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       6º Haverá uma aula de costura em que se ensine unicamente a fazer roupa modesta, de homem e de mulher, que usem ou devem usar os indígenas da região onde estiver situado a escola;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       A instrução literária limitar-se-á a falar, a ler e escrever o português, as quatro operações aritméticas e ao conhecimento da moeda e dos pesos e medidas correntes em Angola. Simples palestras sobre higiene das pessoas e das habitações, contra os vícios e práticas nocivas, usos e costumes nefastos de vida do indígena, sobre a história de Portugal e os benefícios da civilização portuguesa, adequadas as idades e ao desenvolvimento intelectual dos ouvintes, serão frequentemente feitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       “Alguma coisa perderão por certo, mas não perderão tudo, afirmou Norton de Mattos.(8)  A criança passará a ser na famílias indígena um elemento de educação, e a sua influência educativa crescerá com os anos de frequência escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       E quando, findo este período de seis (6) a oito (8) anos de escola, as raparigas pretas, transformadas em mulheres de uma civilização e moralidade superior, voltem definitivamente à vida da família, constituíam famílias regulares e de harmonia com as nossas leis, religiosas e costumes, a sua influência no sentido que desejamos será enorme. Nunca a influência do homem educado nas escolas profissionais poderá na vida de famílias, na evolução social que temos em vista, aproximar-se sequer da mulher.&lt;br /&gt;(8) MATOS, Norton de, memórias e trabalhos de minha vida, volume III&lt;br /&gt;      Montem-se algumas centenas destas escolas em Angola, dizia Norton de Matos, coloquem-se em cada uma delas duas (2) mulheres portuguesas que sejam capazes de desempenhar a alta-missão que este plano educativo exige, e Angola transformar-se-á, por completo, no que respeita à civilização dos indígenas, dentro de poucas gerações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Assim pensou desde a primeira hora, pois que a primeira «escola Rita de Norton de Mattos» foi criada por diploma de 03 de Outubro de 1912. No preâmbulo deste documento Norton de Mattos escreveu: “Sendo certo de que a educação da mulher indígena habituada aos mais rudes trabalhos e constituindo por isso  mesmo um elemento preponderante nas sociedades nativas, será um dos melhores meios de abrir brecha na ignorância, nas superstições, nos preconceitos e nos vícios das populações de Angola; não me restando qualquer dúvida de que, para se obterem resultados propícios das instituições escolares para indígenas, a instrução literária deve ceder o pano ao ensino profissional”.(9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       A primeira das escolas de que Norton de Mattos retrata foi inaugurada em Luanda em 31 de Janeiro de 1913. Poucos dias antes, um diploma seu aprovava o regulamento dessas escolas. Nele claramente se revela o espírito e as intenções que presidiam à sua criação. Bastantes anos depois, ao dizer ao que foram as bases da sua política indígena Norton de Mattos escreveu novamente: «Pôr, enquanto se trata de indígenas, a educação e o ensino de uma profissão manual acima da instrução literária».(10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Pelo seu já referido projecto de orçamento para 1913-1914, criara-se em todos os distritos da província escolas daquela natureza para o sexo feminino e escolas profissionais de artes e ofícios para o sexo masculino indígena.(11)  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       A guerra obrigou-o a sair de Angola e tudo aquilo ficou quase tudo no papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Foi-lhe possível, em 1921 à 1924, investido como estava dos poderes de Alto-Comissário da república, dar um grande impulso à instrução dos indígenas de Angola. No ano de 1922 publicou 29 diplomas com esse fim, e, ao terminar desse ano, tinham sido criadas 44 escolas novas. Em 1923, for mantida esta grande intensidade no desenvolvimento da instrução pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(9)  MATOS, Norton de, memórias e trabalhos de minha vida, volume III&lt;br /&gt;(10) Idem…&lt;br /&gt;(11) Ibidem…&lt;br /&gt;1.2 – CRIAÇÃO DAS ESCOLAS-OFICINAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Os serviços públicos de espécie de instrução atingiram uma grande expansão, caracterizada pelo aparecimento de um elevado número de escolas-oficinas, umas destinadas a raparigas, a maioria, porém, reservadas aos rapazes, e uma com carácter misto. De entre as que visavam o sector populacional feminino, podem menciona-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - As escolas primárias técnicas, de semi-internato, criadas no Dondo, Belmonte e Andulo, pela portaria provincial Nº 30, de 23 de Fevereiro de 1922, cujo ensino constava de instrução literária rudimentar, de prática de costura, corte e confecção de vestuário comum, de nações de misteres domésticos, da aprendizagem de noções higiénicas e de cuidados a observar no tratamento dos filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - O asilo-escola Rita Norton de Matos, aprovado por decreto Nº 199, de 24 de Julho de 1922, que acomodava em regime de internato, um mínimo de cinquenta (50) crianças e aceitava, na modalidade de semi-internato, o número de alunos que as instalações comportassem. Funcionava em Luanda e destinava-se a obrigar e a educar propriamente as crianças indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - A escola de ensino primário fundada em Malange, pela portaria provincial Nº 20, de 25 de Janeiro de 1923, que seguia uma política educacional idêntica à seguida no asilo-escola de Luanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       As escolas destinadas aos rapazes visavam, na parte do ensino profissional, incutir-lhes noções de marcenaria, carpintaria, de pedreiro, de alfaiataria, de sapateiro, de ferreiro, de serralheiro, de oleiro, etc… Destas mencionar-se-ão as criadas nas seguintes localidades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Escola-oficona 21 de Janeiro, que funcionava em Luanda de acordo com a portaria provincial Nº 29, de 23 de Fevereiro de 1922;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - As escolas de Catete, Gabela, Nova Seles, Mussende, Calulu, Muxima e Vila Liso, todas aprovadas pela portaria provincial Nº 33, de 24 de Fevereiro de 1922;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - A de Saurimo, instituída pela portaria provincial Nº 52, de 10 de Março de 1922;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - As de Cabinda, Maquela do Zombo, Santo António do Zaire, Malange, Gnada e Cubango, criadas pela portaria provincial Nº 54, de 10 de Março de 1922;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - A escola do Cuma, cujo aparecimento se deve à portaria Nº 145, de 28 de Julho de 1922;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;       - A escola do Bailundo, criada pela portaria provincial Nº 149, de 28 de Julho de 1922;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - A do Ambriz, regulada pela portaria provincial Nº 155, de 17 de Agosto de 1922;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - A do Andulo (portaria provincial Nº 191, de 31 de Outubro de 1922);       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - A de Kangamba (portaria provincial Nº 202, de 16 de Novembro de 1922);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - A escola da sede da circulação civil do Alto-Cwanza aprovada pela portaria provincial Nº 80, de 25 de Abril de 1923.(12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Pelo que se verifica, o esquema seguido adoptou escolas separadas, conforme se destinavam a rapazes ou a raparigas. Tal orientação devia ter sido imposta pela diferente natureza dos ofícios que se tornava necessária ministrar aos interessados. A contrair esta política, verificava-se, apenas uma excepção determinada pela portaria provincial Nº 32, de 24 de Fevereiro de 1922, que institui, na Humpata, uma escola-oficina para ambos os sexos denominado Óscar Torres, para cujas instalações se reservaram os edifícios destinados aos serviços de aviação.(13)  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(12) MATOS, Norton de, providências, de 1922, p.p. 192, 290, 320, 482, 533 e 389&lt;br /&gt;(13) Ibidem, de 1923, 313, 389&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 1.2.1 – REGULAMENTO GERAL DAS ESCOLAS-OFICINAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Constitui este diploma a verdadeira «carta de instrução dos indígenas de Angola».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       O décimo artigo do decreto Nº 30, de 26 de Julho de 1921, preceituava que seriam criadas, em todos os concelhos e circunscrições administrativas onde as não houvesse, escolas-oficinas para o ensino de indígenas. Foi aprovado, posteriormente, o regulamento geral das escolas oficinas, pelo decreto Nº 242, de 22 de Fevereiro de 1923, que era a verdadeira “carta da instrução dos indígenas de Angola”(14) Neste regulamento encontravam-se estabelecidas as regras que deviam enquadrar as actividades escolares. Era constituído por dez (10) capítulos, cujos títulos foram assim enunciados; instituição e fins das escolas, instalação das escola; organização do ensino (disposições gerais, instrução literária e técnica, educação moral e cultura cívica/física), regime escolar e admissão de alunos, tempo escolar, pessoal de ensino, administração de escolas, superintendência e fiscalização das escolas e disposições gerais. A instrução ministrada nestes centros de aperfeiçoamento, compreendia de uma maneira geral, para os alunos, a difusão da língua portuguesa, o ensino literário, a aprendizagem de artes e ofícios e a educação moral e física e, para as alunas, mantinha-se o mesmo programa, excepto a prática de artes e ofícios que era substituída pelo ensino da costura, de trabalhos domésticos ou de qualquer outra ocupação compatível com a natureza feminina. A orientação atribuída a essas escolas permitia o aperfeiçoamento e a moralização dos hábitos e do carácter das populações e, no que respeitava aos centros para as raparigas, constituíam mais casas de trabalho do que escolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       O ensino prosseguido por estas escolas era gratuito e apresentava várias modalidades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Escolas com o regime de semi-internato, para rapazes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Asilos-escolares, para os menores de sexo masculino, onde os alunos além da educação, recebiam completa assistência material;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Escolas com o regime de semi-internato, para raparigas, do género das antigas escolas Rita Norton de Mattos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Asilos-escolas, para as menores do sexo feminino, do estilo do asilo-escola Rita Norton de Mattos.(15)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(14) MATOS, Norton de, memórias e trabalhos de minha vida, volume III&lt;br /&gt;(15) MATOS, Norton de, providências, de 1923, 39 a 55&lt;br /&gt;       MATOS, Norton de, memórias e trabalhos de minha vida vol. III, p.p. 311 a 313&lt;br /&gt;       MATOS, Norton de, A nação Una, p.p 96, 235&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. – CRIAÇÃO DA MISSÕES CIVILIZADORAS LAICAS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       O decreto 300, marcou a minha posição no quadro da vida nacional; foi um diploma legislativo que criou em Angola esta espécie de missões. Nada há nele de ambíguo, de dúbio, de pouco claro ou de hipócrita – Apenas o meu inteiro respeito pelas crenças e pelos procedimentos bem intencionados e patriótico dos meus concidadãos; a inteira reivindicações é devido pelas convicções e princípios guiadores da minha vida, e do directo que me assiste de os expor pela palavra e pela escrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       As missões civilizadoras laicas realizarão os seguintes fins:&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       - Espalhar a civilização portuguesa, prestigiar a prática e assimilar as populações indígenas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Promover a vulgarização da língua portuguesa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Incutir nos indígenas hábitos de higiene, de limpeza e de decência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Cada missão civilizadora laica terá com divisa o verso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       «Glória vã não pretende, nem dinheiro»(16)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       No já citado relatório entregue ao ministro das colónias, em Fevereiro de 1924, escrevi o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       «Quanto as missões laicas mereceu a sua organização maior cuidado ao Alto-Comissariado. O que foi encontrar em Angola sobre missões laicas para pouco ou nada servia. Por meio de remodelações sucessivas chegou-se ao que hoje existe que, se se mantiver e desenvolver, constituirá um dos mais prestimosos elementos para fazermos evolucionar os indígenas de Angola, numa marcha continuada, firme e rápida (sem os tirarmos inteiramente da sua civilização peculiar), do estado de atraso onde, na quase totalidade, se encontram, por uma vida mais perfeita e mais profícua para eles e para a terra onde nasceram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       A leitura do decreto Nº 300 mostrará a V. Exa a forma e sobretudo a elevação com que foi organizado em Angola o ensino profissional dos indígenas e como se aproveitaram as missões laicas para a ministrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Um povo colonizador que dá exemplos destes na educação, instrução e ensino das reças primitivas que tem sob a sua tutela, é digno de admiração do mundo e marcha na vanguarda das nações civilizadoras. Posso dizer isso bem alto, porque a obra admirável de civilização dos indígenas que estamos a levar a cabo em Angola, não me pertence exclusivamente. É obra da república, sobretudo, e também do espírito que formado pelos princípios da república, hoje de tão notável maneira prevalece em Angola».(17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(16) MATOS, Norton de, memórias e trabalhos de minha vida, vol. III&lt;br /&gt;(17) Idem…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 – AS MISSÕES RELIGIOSAS&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       Constituíam estas missões elementos de alto valor para a educação e instrução dos indígenas. Seria falta imperdoável não as aproveitar, não as chamar a colaborarem com o estado, para se realizar a transformação de Angola, que a Nação inteira deseja. Mas alguma coisa era necessário emendar na organização missionária cristã em exercício na província cuja civilização e progresso me foram confiados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1.1 – O DECRETO 77&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;       Norton de Mattos redigiu o decreto 77 que nele figurava o seguinte:&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;       Tendo ouvido o conselho executivo; e usando das faculdades que me são conferidas pelas leis em vigor; Hei por bem decretar o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Art. Iº - Nenhuma missão de ensino e propaganda religiosa, poderá estabelecer-se na província  de Angola, sem prévia licença do governador-Geral, requerida com a indicação do local onde pretende instalar-se, e obrigando-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       1º A provar que os seus membros são ministrados da religião que professam ou auxiliares da missão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       2º A submeter à aprovação do governador-geral o problema civilizador que se propõe executar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       3º A ensinar a língua portuguesa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       4º A não ensinar qualquer língua estrangeira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       5º A ministrar aos indígenas o ensino profissional ou agrícola em harmonia com a legislação em vigor na província.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Art. IIº - Não é permitido ensinar nas escolas das missões, línguas indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Art. IIIº - O uso da língua indígena, só é permitida em língua falada na catequese, e com auxiliar no período do ensino elementar da língua portuguesa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       1º É vedado na catequese das missões, nas suas escolas e em quaisquer relações com os indígenas, o emprego das línguas indígenas por escrito ou de outra língua que não seja a portuguesa, por meio de folheto, jornais, folhas avulsas e quaisquer manuscritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Art. V…&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;       1º Quando se tratar de sucursais com escolas, não poderá ser passado o bilhete de identidade sem que o professor nativo saiba falar o português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Art. VI – As missões religiosas serão dadas as seguintes vantagens:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       3º Um subsídio anual de 3.000$00 a cada missão que tenha em serviço permanente um professor europeu, missionário ou não, que possua as condições e habilitações necessárias para bem ensinar a língua portuguesa.(18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       O que mais importa neste diploma é o alto prestígio de Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Quem por experiência própria, adquiriu no exercício do difícil e tão largo mister de administração ou de administrar e governar regiões coloniais, o profundo conhecimento de bem que as missões religiosas podem produzir em terras de África e do mal que elas podem causar, não deixara de considerar este decreto como medida de grande alcance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       É necessário, sem duvido, continuar a contar com todas as boas vontades, venham eles de onde vierem, para a civilização e para o progresso de África; mas é indispensável que as missões religiosas que nas colónias portuguesas se queiram estabelecer, se sujeitem inteiramente as nossas leis e que se lhes exija a absoluta submissão à nossa soberania e à nossa orientação, em matéria de administração e instrução.(19)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Tendo sido uma das características da administração colonial portuguesa, através dos séculos, o espalhar e fixar a nossa língua. Outros países coloniais têm ou pretendem ter a este respeito modo de ver diverso. Pouco nos deveria importar neste assunto, tão estudado e tão praticado, por nós, o que os outros fazem. De resto, o que se estava dando em torno de muitas missões estrangeiras em Angola, quando, em 1912, principiei em pôr em execução o plano de transformar Angola região onde a língua da população fosse o português, de modo algum podia continuar. Havia já muitas indígenas falando inglês e o francês, além da língua nativa e não conhecendo uma palavra de português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Abrindo a esperança neste rápido fugir da vida de que muito ficará e vingará do grande esforço, mais espiritual do que material, que me foi possível fazer, durante os meus seis (6) anos de governo, para educar, instruir e civilizar os pretos de Angola, com mira em que, no fim de duas (2) ou três (3) gerações, eles pudessem ser, moral e intelectualmente iguais aos brancos que como eles tivessem a aventura de ser cidadãos portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       No que acaba de ler-se e no título que dei a esta parte da minha evocação, fala-se da educação e da instrução, mas não se vá imaginar que eu dou mais importância a uma em relação a outras nestas duas (2) tão necessárias influências no espírito humano em formação. No caso presente de povos atrasados devo dizer que sempre pensei que educar é superior a instruir. Ensinar o português e educar era a obra a iniciar em 1912.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(18) MATOS, Norton de, A nação Una&lt;br /&gt;        MATOS, Norton de, memórias e trabalhos de minha vida, vol. III&lt;br /&gt;(19) MATOS, Norton de, memórias e trabalhos de minha vida, vol. II&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Muitas vezes disse em Angola, e continuei até hoje a dizê-lo na Metrópole, que tratando-se de povos atrasados a instrução, e principalmente a instrução literária, ocupava um lugar muito secundário nos primeiros passos da sua transformação, apesar de bem saber que instruir deve ser também educar.(20)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Educar por todos os meios possíveis os indígenas como se fossem nossos filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       O ensino da língua portuguesa instante e contínuo; os hábitos de limpeza e de higiene os mais rigorosos; a formação do carácter derivado do culto da verdade, da repulsa por qualquer indignidade; a consideração de que é sagrado  que a outros pertence; o respeito pela pessoa humana; a conveniência e a urbanidade nas relações, na vida da família e na comunidade, tudo isso é essencial incutir nos pretos e é, por certo, tarefa muito mais difícil do que ensinar a ler, a escrever e a contar: - sabem-no bem os bons missionários e bons professores:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       «Uns instruindo, os outros cristianizando, eu facilitando a uns e a outros, por todos os méis ao meu alcance, directos ou indirectos, a sua obra meritória: - Estamos todos sem dúvida, a caçar no mesmo terreno».(21)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(20) MATOS, Norton de, memórias e trabalhos de minha vida, vol. III&lt;br /&gt;        MATOS, Norton de, A nação Una&lt;br /&gt;(21) MATOS, Norton de, memórias e trabalhos de minha vida, vol. III&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1.2 - CONCLUSÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Tendo analisado o primeiro capítulo deste trabalho, levou-nos a concluir o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       1º No concernente a educação e a instrução, Norton de Mattos, mostrou o seu interesse de passar este elemento (que são fundamentais para a pessoa humana) desde as primeiras horas que pisou o solo Angolano, aliás, no seu primeiro discurso assim o afirmou: “A educação e a instrução dos indígenas apareceu-me desde as primeiras horas, como de uma necessidade urgente e absoluta e como um devera cumprir”;(22)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       2º As escolas Rita Norton de Mattos e, as escolas-oficinas, cumpriram de forma muito séria para o cumprimento do desiderato de Norton de Mattos, pois foi com elas que se deram os primeiros passos para a supressão das línguas nacionais (indígenas). Norton de Mattos chegou mesmo a afirmar o seguinte: “Alguma coisa perderão por certo, mas não perderão tudo”;(23)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       3º Norton de Mattos nunca escondeu a sua vontade de (civilizar) o povo de Angola e integrá-los na civilização portuguesa, e de facto, fez tudo o que esteve ao seu alcance para que pudesse concretizar este desiderato, e isso foi cumprido no seu decreto 77, onde constam os elementos-chaves para a dissipação completa das línguas nacionais.(24)   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(22) MATOS, Norton de, memórias e trabalhos de minha vida, vol. III, Cp.p.p. 3&lt;br /&gt;(23) Cp.p.p. 6&lt;br /&gt;(24) Art. Cit.,p.p.13&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – AS SETE (7) TRANSFORMAÇÕES DE ANGOLA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Durante o governo de Norton de Mattos Angola passou por várias transformações, que se contaram no total de oito (8), onde enunciaremos sete (7) e faremos uma abordagem resumida sobre as mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Estas transformações foram as seguintes:&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;       1º Passagem da organização administrativa militar para a organização administrativa civil. A posse do território;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       2º O novo indígena: - da condição de trabalhador recrutado para a de proprietário e cultivador rural, os géneros pobres. O aumento da população;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       3º As estradas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       4º A proibição do comércio da pólvora e armas, e do fabrico e venda de bebidas alcoólicas;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;       5º A assistência médica aos indígenas; higiene e melhoria da vida indígena. O congresso da medicina tropical;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       6º A vida de família e o conforto dos europeus. Habitações, transportes, comunicações, segurança e ordem pública;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       7º A educação e a instrução.(25)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1 – A POLÍTICA DE NORTON DE MATTOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Este governador afirmou que a república iniciou uma política indígena que outras nações coloniais apontaram como exemplo e seguiram, nas suas linhas gerais. Aquela orientação foi revista, por vezes sem se entender, infelizmente, nem ao proveito dos indígenas nem ao da própria nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       A atitude deste estadista, face à necessidade de se civilizar os indígenas, deve ser considerada como uma continuação da acção de Paiva Couceiro. Em sua opinião, a ocupação de um território, habilitado por povos diferentes dos da nação ocupante fazia-se em duas (2) fazes sucessivas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       1ª A substituição da soberania dos indígenas pela do ocupante;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       2ª Estabelecimento da soberania do novo soberano no território em causa. Este período seria caracterizado por uma acção cultural e o progresso, ao passo que a primeira para a actuação dos elementos de força e expansão. Dito isso, facilmente se compreendia o valor que a civilização dos indígenas adquiriu pois identificava a última forma de ocupação de um território.(26)&lt;br /&gt;(25) MATOS, Norton de, Op. Cit&lt;br /&gt;(26) MASCARENHAS, Renato F. Antunes, Norton de Matos alto-comissário e governador-geral de Angola&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;       Esta preocupação foi denunciada na tomada de posse, em Luanda, do seu governo-geral. No discurso que produziu afirmou que a maior riqueza de Angola eram os habitantes da província, os quais por estarem ainda tutelados por civilizações de atrasada evolução deviam ser auxiliados a fim de progredirem, dentro dos quadros das suas civilizações. Tal atitude mereceu a repudia junto dos colonos (brancos), pois em  1912, a mentalidade que então dominava na província, e que também existia na metrópole, aceitava que o africano não podia subscrever novos elementos de cultura e, por isso, se prejudicou o respeito por ele. Esta concepção impediu que careceiro  actuasse junto dos indígenas, com vista à sua evolução. Em 1912, porém, a ambiência devia estar enfraquecida, pois a borracha perdera a sua boa cotação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      A acção civilizadora, anterior a 1912, não devia ter sido brilhante, dado que, nessa época, poucos indígenas haviam logrado adquirir novos padrões culturais, uma vez que haveria, apenas, uns cinco mil (5.000) autóctones assimilados e, por outro lado, observam-se, ainda por exemplo, resíduos de servidões. Estes elementos eram sintomáticos de uma deficiente acção colonizadora. Norton de Mattos pretendeu modificar este panorama. A sua preocupação por esta problemática encontrava-se claramente reflectida no regulamento da circunscrição administrativa, de 1913, onde, com frequência se encontravam determinações com vista a protecção, dignificação e elevação dos nativos. Esta legislação enquadrava-se numa orientação que visava “acima de tudo, à rápida civilização dos indígenas, à melhoria das suas condições devida, materiais e espirituais, à sua integral protecção, a dignificar no preto de Angola, a pessoa humana”.(27) O novo sistema de administração civil, que se destinava a substituir a ocupação militar até certo ponto, também foi determinado pelo desejo de se favorecer os indígenas, pois Norton de Mattos considerava que uma ocupação, baseada no exército, impedia o aparecimento de revoltas mas sustentava o desenvolvimento económico da província, que se baseava sobretudo, no progresso material e moral dos indígenas, evitando a evolução das etnias, constituindo, portanto, “o maior dos inconvenientes para o progresso da colónia…”(28)       &lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(27) MATOS, Norton de, memórias e trabalhos de minha vida, vol. III p.p. 81, 182&lt;br /&gt;        MASCARENHAS, Renato F. Antunes, Norton de Matos alto-comissário e governador-geral de Angola&lt;br /&gt;(28) MATOS, Norton de, A província, p.p. 243&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1.2 – A ADMINISTRAÇÃO DE NORTON DE MATTOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       No alto-comissariado verificou-se um grande impulso na aplicação dos serviços de instrução pública dos europeus e dos autóctones, caracterizado pela instituição de um elevado centro ou número de centros de instrução primária. É importante enumerar algumas das povoações beneficiadas por este ensino, bem como a correspondente legislação que originou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Catabola, Camacupa, Chinguar, Dondeiro, Vila nova, Caála, Cuma, Mapunda (Lubango) e Sá da Bandeira (portaria provincial Nº 34, de 24 de Fevereiro de 1922);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Quilengues, Ganda e Cubal (portaria provincial Nº 140, de 07 de Julho de 1922);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Bailundo (portaria provincial Nº 151, de 28 de Julho de 1922);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Lepi (portaria provincial Nº 173, de 10 de Outubro de 1922);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Palanca (portaria provincial Nº 204, de 16 de Novembro de 1922);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Bela Vista (portaria provincial Nº 216, de 9 de Dezembro de 1922);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Vila Luso (portaria provincial Nº 221, de 10 de Dezembro de 1922);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Cubal (portaria provincial Nº 222, de 10 de Dezembro de 1922);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Malange (portaria provincial Nº 62, de 16 de Março de 1923);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Cangamba (portaria provincial Nº 79, de 21 de Abril de 1923);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Menongue (portaria provincial Nº 82, de 27 de Abril de 1923);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.3 – A DIFUSÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Norton de Mattos era de opinião que a melhor atitude a adoptar, com vista a evolução e assimilação dos indígenas, consistia em ensinar-lhes “antes de mais o falar o português”(29) Considerava-se que a principal dificuldade que se opunha à integração cultural dos autóctones consubstanciava-se justamente na variedade dos seus patrimónios linguísticos. A expansão do léxico português por outro lado favorecia o aparecimento de uma base linguística cujo a existência alicersava-se melhor a unidade nacional. Egas Moniz, discursando perante a academia de ciências de Lisboa, afirmou que a concepção de Norton de Mattos, acerca daquela matéria, era tão válida que se podia acreditar que enquanto todos os habitantes da nação não falassem a língua da pátria o país podia evoluir na escola civilizacional, mas obter-se-iam várias nacionalidades padronizadas pelos diferentes supostos linguistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       O alto-comissário, em conformidade com o seu pensamento, adoptou medidas tendentes a acabar com o uso das línguas locais (línguas nacionais) ao mesmo tempo que não favorecia as suas expressões escritas. De entre as disposições havidas, merecem referência os Nºs 3 e 4 do primeiro artigo do decreto Nº 77, de 09 de Dezembro de 1921, que estipulava as missões religiosas a obrigatoriedade do ensino do português, proibindo-lhes simultaneamente, que leccionassem em qualquer língua estrangeira. No mesmo diploma restringia-se muito o emprego de dialectos locais e vedava-se, determinadamente, a adopção de léxicos indígenas escritos, Os próprios missionários reconheceram as vantagens da obrigatoriedade do ensino da língua portuguesa. Neste período governativo subscrevia-se a ideologia de que a existência de escolas onde unicamente se ensinassem línguas locais, dotadas de professores exclusivamente indígenas, tendo em vista a difusão de uma língua autóctone, conduziria ao funesto nativismo já detectado em certas áreas de África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Norton de Matos, sempre preocupado com a propagação da língua, advogava que, anualmente, dezenas de crianças africanas, de ambos os sexos, pertencentes a famílias já em vias de integração cultural, de Angola e Moçambique, deviam ser levadas para a metrópole a fim de frequentarem colégios e conviverem, durante dez (10) anos, com rapazes e raparigas europeias. Regressariam, depois, às suas terras como professores auxiliares de instrução primária ou de artes e ofícios, com o objectivo principal, de ensinarem o português aos outros indígenas. Esta posição, de certo modo, já encontrou uma base de apoio pois, Carlos de Vasconcelos declarou, na Câmara dos deputados, em 1923, que só em Lisboa havia dois mil (2.000) estudantes negros, do ultramar.(30)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(29) MATOS, Norton de, África nossa, p.p. 96&lt;br /&gt;(30) MASCARENHAS, Renato F. Antunes, Norton de Matos alto-comissário e governador-geral de Angola&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1.3.1 - CONCLUSÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Depois de terem sido analisados todos os aspectos do segundo capítulo, levamos a concluir o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Nos princípios do século XX, ocorreram em Angola várias transformações que ditaram o mosaico actual do território angolano, no âmbito educacional, instrutivo, económico e até cultural. Na sua política, Norton de Mattos era apologista acérrimo da substituição da cultura autóctone pela do colonizador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Na sua administração, puderam ser observadas as suas preocupações no ramo da instrução pública. Portanto, tudo fez para a difusão da língua portuguesa. Norton de Mattos afirmava que “a melhor forma de civilizar os indignas, era antes de mais, ensinar-lhes a falar o português”.(31)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(31) Art. Cit, p.p. 4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÕES GERAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Tendo analisado, todos os aspectos subjectivos e objectivos do nosso trabalho de investigação, chegamos a presente conclusão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - Após as primeiras políticas (erradas) implementadas pelo estado português, havia a necessidade de se fazer uma viragem radical em termos de orientação administrativa, politica e social;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - No princípio do século XX é neste período que se vão verificar as transformações drásticas naquilo que vai constituir o mosaico sócio-cultural actual de Angola;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - A problemática do ensino das línguas nacionais foi um aspecto reduzido para o quinto plano pelo governador-geral (entenda-se Norton de Mattos);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       - A problemática do ensino das línguas nacionais passou a ter os principais bloqueios que tê no período actual;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Norton de Mattos, como já se explicou, apunha-se claramente e nunca escondeu isso ao ensino das línguas nacionais; proibiu até as missões por ele legitimadas o ensino de qualquer coisa nas línguas nacionais (indígenas). Esta atitude criou o retrocesso muito grande na aprendizagem das línguas nacionais. No entanto, sobre esse assunto Norton de Mattos, justifica-se nos seguintes aspectos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       “Já que os bantu não inventaram qualquer espécie de escrita, não é maldoso ou hipocrisia que se proíba o ensino das línguas nacionais (indígenas) nas escolas, mas o que poderá ser feito fora dela”(31)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       No entanto, como se sabe, como em África a palavra não voa, permanece, não se perdeu tudo felizmente. Mas, por outro lado tivemos também um ganho muito grande com a inclusão da língua portuguesa, dado que é uma língua veicular que permite o intercâmbio entre o vasto povo que habita o nosso belo território. E, tudo isso deveu-se graças aos esforços empreendidos pelo general e alto-comissário, governador-geral José Maria Ribeiro Norton de Mattos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       As línguas nacionais, no período de Norton de Mattos não tiveram nenhuma abertura, pois a sua dissipação foi manifestada por Norton de Mattos, logo no seu primeiro discurso a quando da sua chegada a Angola a 17 de Junho de 1912. Nunca é de mais repetir que Norton de Mattos era apologista de que quando um colonialista chega a um determinado território o primeiro objectivo a ser cumprido é a ocupação efectiva e o segundo a substituição completa da cultura nativa para implementação da cultura do colonizador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Portanto, a problemática do ensino das línguas nacionais neste aspecto ou período foi nulo dada as pretensões de Norton de Mattos. Surge então aqui um desafio para as gerações vindouras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-854356717342118129?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/854356717342118129/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/10/problematica-do-ensino-das-linguas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/854356717342118129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/854356717342118129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/10/problematica-do-ensino-das-linguas.html' title='PROBLEMÁTICA DO ENSINO DAS LÍNGUAS NACIONAIS EM ANGOLA NO PERIODO DE NORTON DE MATTOS'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-7184733308989858242</id><published>2009-10-22T14:40:00.000-07:00</published><updated>2009-10-22T14:41:29.468-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='GEOLOGIA'/><title type='text'>ATMOSFERA</title><content type='html'>INTRODUÇÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma atmosfera é uma camada de &lt;a title="Gás" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1s"&gt;gases&lt;/a&gt; que envolve (nem todos os casos) um corpo material com &lt;a title="Massa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Massa"&gt;massa&lt;/a&gt; suficiente.&lt;a title="" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atmosfera#cite_note-0#cite_note-0"&gt;[1]&lt;/a&gt; Os gases são atraídos pela &lt;a title="Gravidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gravidade"&gt;gravidade&lt;/a&gt; do corpo e são retidos por um longo período de tempo se a gravidade for alta e a temperatura da atmosfera for baixa. Alguns &lt;a title="Planeta" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Planeta"&gt;planetas&lt;/a&gt; consistem principalmente de vários gases e portanto têm atmosferas muito profundas (veja &lt;a title="Planeta gasoso" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Planeta_gasoso"&gt;planetas gasosos&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;O termo &lt;a title="Atmosfera estelar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atmosfera_estelar"&gt;atmosfera estelar&lt;/a&gt; é usada para designar as regiões externas de uma estrela e normalmente inclui a porção entre a &lt;a title="Fotosfera" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotosfera"&gt;fotosfera&lt;/a&gt; opaca e o começo do espaço sideral. Estrelas com temperaturas relativamente baixas podem formar compostos moleculares em suas atmosferas externas. A &lt;a title="Atmosfera terrestre" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atmosfera_terrestre"&gt;atmosfera terrestre&lt;/a&gt; protege os organismos vivos dos &lt;a title="Raio ultravioleta" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Raio_ultravioleta"&gt;raios ultravioleta&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Pressão atmosférica&lt;br /&gt;A &lt;a title="Pressão atmosférica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Press%C3%A3o_atmosf%C3%A9rica"&gt;pressão atmosférica&lt;/a&gt; é a força por unidade de área que é aplicada perpendicularmente numa superfície pelo gás circundante. É determinada pela força gravitacional planetária em combinação com a massa total de uma coluna de ar acima de um determinado local na superfície. As unidades de pressão atmosférica são baseados pela &lt;a title="Atmosfera (unidade)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atmosfera_(unidade)"&gt;atmosfera padrão&lt;/a&gt; internacionalmente reconhecido (atm), que é definido como 101,325 &lt;a title="Pascal (unidade)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pascal_(unidade)"&gt;Pa&lt;/a&gt; (ou 1.013.250 &lt;a title="Dina" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dina"&gt;dinas&lt;/a&gt; por &lt;a title="Metro quadrado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metro_quadrado"&gt;cm²&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;a name="Escape_atmosf.C3.A9rico"&gt;&lt;/a&gt;Escape atmosférico&lt;br /&gt;A &lt;a title="Gravidade de superfície (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Gravidade_de_superf%C3%ADcie&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;gravidade de superfície&lt;/a&gt;, a força que segura uma atmosfera, difere significativamente conforme o planeta. Por exemplo, a imensa força gravitacional de &lt;a title="Júpiter" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/J%C3%BApiter"&gt;Júpiter&lt;/a&gt; é capaz que reter gases leves tais como o &lt;a title="Hidrogênio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrog%C3%AAnio"&gt;hidrogênio&lt;/a&gt; e o &lt;a title="Hélio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%A9lio"&gt;hélio&lt;/a&gt;, que normalmente escapam de objetos com pouco força gravitacional. A distância entre um corpo celestial e sua estrela mais próxima determina a disponibilidade de energia ao gás atmosférico ao ponto onde o &lt;a title="Movimento térmico (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Movimento_t%C3%A9rmico&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;movimento térmico&lt;/a&gt; excede a &lt;a title="Velocidade de escape" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Velocidade_de_escape"&gt;velocidade de escape&lt;/a&gt; do planeta, a velocidade no qual as moléculas de gás supera a ação da força gravitacional. Assim, o distante e &lt;a title="Titã" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tit%C3%A3"&gt;Titã&lt;/a&gt;, &lt;a title="Tritão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trit%C3%A3o"&gt;Tritão&lt;/a&gt; e &lt;a title="Plutão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Plut%C3%A3o"&gt;Plutão&lt;/a&gt; são capazes de reter suas atmosferas apesar da fraca força gravitacional. &lt;a title="Exoplanetas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Exoplanetas"&gt;Exoplanetas&lt;/a&gt;, teoricamente, também podem reter tênuas atmosferas.&lt;br /&gt;&lt;a name="Composi.C3.A7.C3.A3o"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Composição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Ampliar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Top_of_Atmosphere.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As camadas mais altas da atmosfera terrestre&lt;br /&gt;A composição inicial da atmosfera de um corpo geralmente reflete a composição e a temperatura da &lt;a title="Nebulosa solar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_solar"&gt;nebulosa solar&lt;/a&gt; local durante a formação planetária e o subseqüente escape dos gases interiores. Estas atmosferas originais sofrem muita evolução com o decorrer do tempo, sendo que a variedade dos planetas reflete em muitas atmosferas diferentes.&lt;br /&gt;Por exemplo, as atmosferas de &lt;a title="Vênus" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%AAnus"&gt;Vênus&lt;/a&gt; e &lt;a title="Marte" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marte"&gt;Marte&lt;/a&gt; são compostas primariamente de &lt;a title="Dióxido de carbono" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%B3xido_de_carbono"&gt;dióxido de carbono&lt;/a&gt;, com pequenas quantidades de &lt;a title="Nitrogênio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nitrog%C3%AAnio"&gt;nitrogênio&lt;/a&gt;, &lt;a title="Argônio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arg%C3%B4nio"&gt;argônio&lt;/a&gt; e &lt;a title="Oxigênio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oxig%C3%AAnio"&gt;oxigênio&lt;/a&gt;, além de traços de outros gases.&lt;br /&gt;A composição atmosférica terrestre reflete as atividades dos seres vivos. As baixa temperaturas e a alta gravidade dos planetas gasosos permite a eles reter gases com baixas &lt;a title="Massa molecular" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Massa_molecular"&gt;massas moleculares&lt;/a&gt;. Portanto, estes contêm hidrogênio e hélio e subseqüentes compostos formados pelos dois. &lt;a title="Titã" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tit%C3%A3"&gt;Titã&lt;/a&gt; e &lt;a title="Tritão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trit%C3%A3o"&gt;Tritão&lt;/a&gt;, satélites de &lt;a title="Saturno" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Saturno"&gt;Saturno&lt;/a&gt; e &lt;a title="Netuno" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Netuno"&gt;Netuno&lt;/a&gt;, respectivamente, apresentam atmosféricas não negligenciáveis, primariamente constituídas de &lt;a title="Nitrogênio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nitrog%C3%AAnio"&gt;nitrogênio&lt;/a&gt;. &lt;a title="Plutão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Plut%C3%A3o"&gt;Plutão&lt;/a&gt; também apresenta uma atmosfera semelhante, mas esta se congela quanto o planeta-anão se afasta do &lt;a title="Sol" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sol"&gt;Sol&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a name="Estrutura"&gt;&lt;/a&gt;Estrutura&lt;br /&gt;&lt;a name="Terra"&gt;&lt;/a&gt;Terra&lt;br /&gt;A &lt;a title="Atmosfera terrestre" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atmosfera_terrestre"&gt;atmosfera terrestre&lt;/a&gt; consiste, da superfície até o espaço, da &lt;a title="Troposfera" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Troposfera"&gt;troposfera&lt;/a&gt;, da &lt;a title="Estratosfera" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estratosfera"&gt;estratosfera&lt;/a&gt;, &lt;a title="Mesosfera" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mesosfera"&gt;mesosfera&lt;/a&gt;, &lt;a title="Ionosfera" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ionosfera"&gt;ionosfera&lt;/a&gt; e &lt;a title="Exosfera" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Exosfera"&gt;exosfera&lt;/a&gt;. Cada uma destas camadas apresentam &lt;a title="Gradiente adiabático saturado (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Gradiente_adiab%C3%A1tico_saturado&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;gradiente adiabático saturado&lt;/a&gt;, definido as mudanças de temperatura conforme a altura.&lt;br /&gt;&lt;a name="Outros"&gt;&lt;/a&gt;Outros&lt;br /&gt;&lt;a title="Atmosfera de Mercúrio (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Atmosfera_de_Merc%C3%BArio&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Atmosfera de Mercúrio&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Atmosfera de Vênus (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Atmosfera_de_V%C3%AAnus&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Atmosfera de Vênus&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Atmosfera da Lua" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atmosfera_da_Lua"&gt;Atmosfera da Lua&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Atmosfera de Marte" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atmosfera_de_Marte"&gt;Atmosfera de Marte&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Atmosfera de Júpiter (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Atmosfera_de_J%C3%BApiter&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Atmosfera de Júpiter&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Atmosfera de Saturno" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atmosfera_de_Saturno"&gt;Atmosfera de Saturno&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Atmosfera de Titã (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Atmosfera_de_Tit%C3%A3&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Atmosfera de Titã&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Atmosfera de Urano (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Atmosfera_de_Urano&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Atmosfera de Urano&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Atmosfera de Netuno (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Atmosfera_de_Netuno&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Atmosfera de Netuno&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Atmosfera de Tritão (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Atmosfera_de_Trit%C3%A3o&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Atmosfera de Tritão&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Atmosfera de Plutão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atmosfera_de_Plut%C3%A3o"&gt;Atmosfera de Plutão&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="Circula.C3.A7.C3.A3o"&gt;&lt;/a&gt;Circulação&lt;br /&gt;A circulação da atmosfera ocorre devido às diferenças térmicas quando a &lt;a title="Convecção" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Convec%C3%A7%C3%A3o"&gt;convecção&lt;/a&gt; torna-se um transportador de gases mais eficiente do que a &lt;a title="Radiação termal (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Radia%C3%A7%C3%A3o_termal&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;radiação termal&lt;/a&gt;. Em planetas onde a fonte primária de calor é a radiação solar, o calor excessivo dos trópicos é transportando para latitudes mais altas. Quando um planeta gera quantidades significativas de calor interno, como no caso de &lt;a title="Júpiter" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/J%C3%BApiter"&gt;Júpiter&lt;/a&gt;. Ocorre a convecção vertical, ou seja, o calor interno é levado para altitudes mais altas.&lt;br /&gt;&lt;a name="Import.C3.A2ncia"&gt;&lt;/a&gt;Importância&lt;br /&gt;Do ponto de vista de um &lt;a title="Geologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Geologia"&gt;neologista&lt;/a&gt; planetário, a atmosfera é um agente evolucionário essencial na &lt;a title="Morfologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Morfologia"&gt;morfologia&lt;/a&gt; de um &lt;a title="Planeta" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Planeta"&gt;planeta&lt;/a&gt;. O &lt;a title="Vento" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vento"&gt;vento&lt;/a&gt; transporta &lt;a title="Poeira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Poeira"&gt;poeira&lt;/a&gt; e outras partículas que degrada a superfície (&lt;a title="Erosão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eros%C3%A3o"&gt;erosão&lt;/a&gt; eólica). &lt;a title="Precipitação (meteorologia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Precipita%C3%A7%C3%A3o_(meteorologia)"&gt;precipitações&lt;/a&gt; atmosféricas, tais como a queda de gelo (neve, granizo, etc.) e &lt;a title="Chuva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chuva"&gt;chuva&lt;/a&gt;, que dependem da composição atmosférica, também influenciam o relevo. Mudanças climáticas podem influenciar a história geológica de um planeta. De modo oposto, o estudo da superfície de um planeta, primeiramente a &lt;a title="Terra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terra"&gt;Terra&lt;/a&gt;, pode levar a um entendimento sobre a história da atmosfera e do clima no planeta.&lt;br /&gt;Para um &lt;a title="Meteorologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meteorologia"&gt;meteorologista&lt;/a&gt;, a composição da atmosfera determina o &lt;a title="Clima" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Clima"&gt;clima&lt;/a&gt; e suas variações. para um &lt;a title="Biologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Biologia"&gt;biologista&lt;/a&gt; a composição atmosférica mantém uma íntima relação com o aparecimento da vida e de sua &lt;a title="Evolução" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o"&gt;evolução&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;SISTEMAS DE VENTO.&lt;br /&gt;Principais sistemas de vento&lt;br /&gt;Os factores que mais afectam os componentes do sistema climático são a radiação solar, a distribuição dos continentes e oceanos, o movimento de rotação da Terra e a orografia da Terra. A maior parte da energia solar chega à cintura equatorial. Esta região é caracterizada por ventos muito fracos, as calmarias, que se localizam ligeiramente a norte do Equador, entre as duas cinturas dos ventos alísios (ver mais à frente).&lt;br /&gt;A grande quantidade de radiação solar que chega à superfície da Terra nesta região provoca o aumento da temperatura da água superficial do oceano e do solo continental. Este aquecimento resulta na ascensão do ar quente e húmido, em baixa pressão do ar, nebulosidade, humidade elevada, vento fraco e várias formas de mau tempo como tempestades e rajadas. Os furacões têm origem nesta região. As calmarias são reconhecidas por períodos de ausência de vento que retêm os veleiros durante dias ou semanas.&lt;br /&gt;O ar que ascende na região equatorial descende nas denominadas “latitudes do cavalo”. São duas cinturas latitudinais onde o vento é ligeiro e o tempo é quente e seco. Localizam-se essencialmente sobre os oceanos, a cerca de 30º de latitude em cada Hemisfério e apresentam um deslocamento norte-sul de 5º seguindo a migração sazonal do Sol.&lt;br /&gt;O ar descendente ao atingir a superfície, separa-se num ramo na direcção do Equador como parte dos ventos alísios predominantes e noutro na direcção do Pólo sendo parte dos ventos de oeste. A cintura do Hemisfério Norte é frequentemente denominada de “calmarias de câncer” enquanto que a do Hemisfério Sul se denomina de “calmarias de Capricórnio”.&lt;br /&gt;O aquecimento diferencial do nosso planeta que depende da latitude, da localização das massa de água e de solo constituem os principais motores dos sistemas de vento no nosso planeta. Monções e ventos alíseos e são dois exemplos desses sistemas de vento.&lt;br /&gt;Muitos dos nomes tradicionais dos ventos e das zonas de vento têm as suas raízes na idade média, no tempo em as naus eram utilizadas, e quando calmarias e tempestades poderiam, frequentemente, decidir entre a vida e a morte. O fenómeno do El Niño, que se baseia na variação de pressão no Pacífico Central, tem uma forte influência na temperatura e precipitação em vários outros locais do globo. O tempo na Europa e na região mediterrânea é, porém, mais dependente da Oscilação do Atlântico Norte. Poderá aprender mais sobre estes sistemas nas secções seguintes desta unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HUMIDADE ATMOSFÉRICA.&lt;br /&gt;A soma de todo o vapor d’água, névoa e gelo da atmosfera representa (se condensado) 25 mm de água na superfície terrestre, 10 vezes mais que a água de todos os rios do planeta. A precipitação vem deste suprimento transitório.&lt;br /&gt;A humidade atmosférica absorve ou reflete aproximadamente metade da radiação de ondas curtas durante o dia e ajuda a reter radiação de onda longa dia e noite.&lt;br /&gt;A humidade atmosférica também controla a evaporação permitindo o armazenamento de água no solo.&lt;br /&gt;Na medida que o ar se aquece, sua capacidade de reter umidade aumenta. Por outro lado, na medida que se resfria, partículas de nuvem podem crescer por coalescência provocando chuva e neve.&lt;br /&gt;Conteúdo de saturação de vapor é a quantidade máxima de vapor que pode existir a uma dada temperatura.&lt;br /&gt;Humidade específica é a razão entre a massa de vapor d’água e a massa total de ar que o contém (g/kg) – não muda com a pressão.&lt;br /&gt;Humidade absoluta é a razão entre a massa de vapor d’água e o volume total de ar que o contém (g/m3) – muda com a pressão. A densidade do ar seco, ao nível do mar, é aproximadamente 1,276 g/m3. A humidade absoluta é, em geral, menor que 0,005 g/m3; isto é menos que 0,5 % em vapor.&lt;br /&gt;Pressão de vapor é a pressão parcial exercida pelo vapor d’água (e) em ar húmido. É expressa em bars (b) ou milibars (mb):&lt;br /&gt;1 b = 1000 mb = 0,987 atm (pressão atmosférica ao nível do mar)&lt;br /&gt;1 b = 105 N/m2 = 105 Pa = 0,1 MPa&lt;br /&gt;1 mb = 102 N/m2 = 0,1 KPa&lt;br /&gt;Pressão de saturação de vapor (es) é a pressão parcial de vapor d’água na condição de saturação. É dada por (em função da temperatura):&lt;br /&gt;[4.1]&lt;br /&gt;em que es é em KPa e t é em oC.&lt;br /&gt;Figura 4.1 Pressão de saturação de vapor es em função da temperatura.&lt;br /&gt;Humidade relativa do ar é razão entre a pressão de vapor e a pressão de saturação:&lt;br /&gt;[4.2]&lt;br /&gt;Déficit de pressão de vapor é a diferença (es – e) em mb (ou KPa)&lt;br /&gt;Ponto de orvalho é a temperatura na qual o ar em processo de resfriamento se satura. Resfriamento adicional resulta em condensação provocando orvalho.&lt;br /&gt;Razão adiabática: refere-se a variação da temperatura com a altitude (acima do nível do mar) de aproximadamente 6,5oC para cada 1000 m. Se uma parcela de ar de 1 kg e UR de 30%, contendo 5 g de vapor, sobe na atmosfera a partir do nível do mar, sem ganhar ou perder calor, sua temperatura cai "adiabaticamente". Adiabático significa sem perder ou ganhar energia; a temperatura cai porque a energia da parcela em ascensão vai para a expansão dos gases que a compõe. A UR aumenta com a subida. A parcela atinge o ponto de orvalho e as gotas de nuvem se formam. Quando a umidade relativa do ar atinge 100%, a declividade de queda da temperatura deixa de ser adiabática seca (Figura 4.2), devido ao calor latente de condensação (586 cal/g). Desta forma, o processo de formação de chuva usa sua própria energia de condensação, empurrando a parcela de ar cada vez mais para cima até que parte da água das nuvens é precipitada.&lt;br /&gt;Figura 3.2. Processos adiabáticos de formação de nuvens.&lt;br /&gt;Precipitação.&lt;br /&gt;Precipitação ocorre quando grandes massas de ar úmido atingem altitudes elevadas devido a convecção, a invasão de massas quentes e frias uma sobre a outra ou devido a forçagem orográfica. O resfriamento noturno devido à perda de radiação provoca orvalho e geada, mas não esfria massas de ar o suficiente para provocar chuva ou neve.&lt;br /&gt;Tipos de chuva. Três mecanismos de classificação&lt;br /&gt;Chuva de convecção são causadas por aquecimento solar diferencial do solo e camadas de ar mais baixas (principalmente no fim do verão). Células convectivas vão de 25 a 30 km2, mas a intensidade de chuva pode ser elevada pois as nuvens vão até 15 km ou mais (granizo se forma nestas elevações).&lt;br /&gt;Chuva frontal ou ciclônica são causadas por ar quente invadindo ar frio ou vice-versa. O ar quente é forçado para cima, provocando precipitações de duração longa e sobre áreas extensas.&lt;br /&gt;Chuva orográfica é causada por ar úmido sendo forçado para cima por uma barreira física, como as montanhas de uma linha costeira (serra do mar, p.e.)&lt;br /&gt;Formas de precipitação&lt;br /&gt;Chuva é formada quando as gotas condensadas tornam-se muito grandes para permanecer em suspensão. Gotas em queda crescem por coalescência e condensação até 6 mm e posteriormente são divididas em gotas menores pela própria aceleração gravitacional.&lt;br /&gt;Neve se forma quando o vapor d’água se resfria ligeiramente abaixo do ponto de congelamento, em torno de 0oC (altas latitudes e montanhas elevadas).&lt;br /&gt;Garoa chuva com gotículas menores que 0,5 mm características de tempo frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INFLUENCIA DAS ACTIVIDADES NA QUALIDADE DO AR ATMOSFÉRICO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considera-se poluente qualquer substância presente no ar que, pela sua concentração, possa torná-lo impróprio, nocivo ou ofensivo à saúde, causando inconveniente ao bem estar público, danos aos materiais, à fauna e à flora ou prejudicial à segurança, ao uso e gozo da propriedade e às atividades normais da comunidade (Conselho Nacional do Meio Ambiente, Resolução n° 03/90).Os poluentes atmosféricos existem sob a forma de gases e de partículas e podem ser naturais e artificiais, provenientes de fontes fixas (indústrias, usinas termoelétricas, incineradores de lixo, &lt;a href="http://educacao.uol.com.br/geografia/ult1686u74.jhtm"&gt;vulcões&lt;/a&gt;) e móveis (&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/quimica/ult1707u67.jhtm"&gt;veículos automotores&lt;/a&gt;, trem, avião, embarcação marítima).Dentre os poluentes naturais, estão as cinzas e gases de emissões vulcânicas altamente tóxicas compostas principalmente de enxofre, partículas do solo ou gotículas de água salgada do mar, partículas e gases de incêndios florestais e os grãos de pólen.Os poluentes artificiais, produzidos pelas atividades humanas e "jogados na atmosfera", são na sua grande maioria, aqueles produzidos pela queima de combustíveis fósseis (&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/quimica/ult1707u57.jhtm"&gt;petróleo&lt;/a&gt;, gás natural e carvão mineral) ou recicláveis (lenha, álcool, etc.).&lt;br /&gt;Composição do ar limpo&lt;br /&gt;Existem muitas maneiras de se classificar os poluentes. Entretanto, antes de se analisar qualquer delas, é oportuno conhecer a composição do "ar atmosférico limpo".A &lt;a href="http://educacao.uol.com.br/geografia/ult1701u75.jhtm"&gt;atmosfera&lt;/a&gt; é a camada gasosa da biosfera, indispensável para a vida na Terra. Além de partículas de poeira, grãos de pólen, &lt;a href="http://educacao.uol.com.br/biologia/microorganismos.jhtm"&gt;microorganismos&lt;/a&gt; e sais marinhos, entre outros, ela é composta por uma mistura de gases: 79% de nitrogênio, 20% de oxigênio e 1% de outros gases, entre os quais incluem-se dióxido de carbono, vapor d'água e gases raros (argônio, neônio, hélio, criptônio, ozônio, etc.), assim chamados porque existem em quantidades muito pequenas.Devido a sua extensão, cerca de pouco mais de 800 quilômetros de altitude, a atmosfera é dividida em camadas: troposfera, estratosfera, mesosfera, termosfera e exosfera. Mas é na baixa atmosfera ou troposfera, porção onde vivemos, que ocorrem os efeitos nocivos dos produtos das atividades humanas.&lt;br /&gt;Classificação dos poluentes atmosféricos&lt;br /&gt;Os poluentes são divididos em duas categorias: primários e secundários. Os poluentes primários são aqueles liberados diretamente das fontes de emissão, como o dióxido de enxofre (SO2), o sulfeto de hidrogênio (H2S), os óxidos de nitrogênio (NOx), a amônia (NH3), o monóxido de carbono (CO), o dióxido de carbono (CO2) e o metano (CH4). Os poluentes secundários são aqueles formados na atmosfera através de reação química entre poluentes primários e componentes naturais da atmosfera, se destacando o peróxido de hidrogênio (H2O2), o ácido sulfúrico (H2SO4), o ácido nítrico (HNO3), o trióxido de enxofre (SO3), os nitratos (NO3ˉ), os sulfatos (SO42-), o ozônio (O3) e o nitrato de peroxiacetila - PAN - (CH3=OO2NO2).Somam-se ainda a esses poluentes os álcoois, aldeídos, hidrocarbonetos (HC), compostos orgânicos voláteis (COVs), mercúrio (Hg) e material particulado (MP). O termo material particulado abarca um conjunto de poluentes constituídos de poeiras, fumaças e todo tipo de material sólido e líquido que se mantém suspenso na atmosfera por causa do seu pequeno tamanho. Dependendo do tamanho, suas partículas podem ser classificadas como Partículas Totais em Suspensão ou Partículas Inaláveis e Fumaça.&lt;br /&gt;Efeitos da poluição atmosférica&lt;br /&gt;Os efeitos da poluição atmosférica são numerosos e diversos, estendendo-se dos toxicológicos aos econômicos. Materiais, animais, vegetais e pessoas podem ser indiscriminadamente molestados pelos efeitos de poluentes, quer direta, quer indiretamente.Nos humanos, os poluentes atmosféricos gasosos ou particulados, normalmente entram no organismo por via respiratória, afetando os pulmões e o trato respiratório.Nas plantas, os poluentes são absorvidos pelas folhas através dos estômatos que permitem as trocas gasosas entre a planta e o meio ambiente, alterando-se assim a fotossíntese.Nos materiais, os poluentes corroem e escurecem metais, partem borrachas, sujam roupas, danificam mármores, descolorem vários tipos de materiais, enfraquecem algodão, lã e fibra de seda e destroem o nylon.Os poluentes também causam efeitos no tempo atmosférico, como a redução da visibilidade, a descoloração da atmosfera, a dispersão da luz solar quando há grande quantidade de particulados no ar, e o aumento da formação de neblina e precipitação.Também há substâncias que provocam alterações na atmosfera produzindo efeitos nocivos a grandes distâncias ou até sobre o planeta como um todo. Essas substâncias são denominadas de poluentes de efeito global. Esses efeitos são, principalmente, as chuvas ácidas, a destruição da camada de ozônio e o efeito estufa.&lt;br /&gt;Queimadas e indústrias&lt;br /&gt;Também as pessoas que vivem no campo podem colaborar para a redução da poluição, evitando, por exemplo, as queimadas da roça na época de plantio ou do canavial, na época da colheita. Essas queimadas produzem grandes quantidades de gás carbônico, fuligem e cinzas, além de provocarem a perda da fertilidade dos solos, diminuição do teor de matéria orgânica e a falta de nutrientes.Para concluir, não devemos nos esquecer das indústrias que possuem uma parte na responsabilidade com relação à poluição atmosférica. Algumas medidas promovem a redução da poluição, como a implantação e a utilização de tecnologias limpas no sistema produtivo.Também ajuda muito a racionalização do processo industrial, no sentido de obter maior quantidade de produtos utilizando a mesma quantidade de matéria-prima. Vale lembrar que, na maioria das vezes, a poluição é resultado de desperdícios, seja de matéria, seja de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natureza utiliza recursos para proteger-se da poluição atmosférica, mas eles são limitados. Os principais processos que atuam na natureza, provocando a neutralização, a diluição ou a eliminação dos poluentes atmosféricos são: a dispersão, a precipitação, as transformações químicas e a assimilação biológica.Podemos iniciar pela escolha do nosso veículo, privilegiando os que utilizam álcool como combustível, por ser reciclável e gerar menos poluentes. Além disso, é necessária uma manutenção periódica para manter o motor do veículo regulado e, desta forma, emitir menos poluentes.Igualmente, andar um pouco mais a pé, de bicicleta e priorizar o transporte público como o metrô, o trem ou ônibus ao invés de tirar o carro da garagem toda vez que temos de nos locomover a pequenas distâncias, além de gastar menos combustível e poluir menos, estaremos contribuindo para reduzir os congestionamentos tão freqüentes em nossas cidades cooperando também com a nossa própria saúde.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-7184733308989858242?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/7184733308989858242/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/10/atmosfera.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/7184733308989858242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/7184733308989858242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/10/atmosfera.html' title='ATMOSFERA'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-7877665304541548555</id><published>2009-10-22T14:36:00.000-07:00</published><updated>2009-10-23T03:40:56.198-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LINGUA PORTUGUESA'/><title type='text'>SILABA MÉTRICA</title><content type='html'>INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sílaba métrica ou sílaba poética, é a sílaba contada no verso, tal como é apercebida pelo ouvido. A contagem das sílabas métricas difere da gramatical.Uma das principais diferenças reside no facto de, na contagem métrica, não se contabilizarem as sílabas que se seguem à última sílaba tónica.A contagem termina sempre na sílaba tônica da última palavra de cada verso. Dispensa-se da contagem as demais sílabas dessa mesma última palavra, se houver. A cada verso inicia-se nova contagem (dispensa-se as sílabas que sobraram da última palavra do verso anterior).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESENVOLVIMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metro é a medida do &lt;a title="Verso" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Verso"&gt;verso&lt;/a&gt;. O estudo do metro chama-se metrificação e escansão é a contagem dos sons dos versos. As &lt;a title="Sílaba" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SÃ&amp;shy;laba"&gt;sílabas&lt;/a&gt; métricas, ou poéticas, diferem das sílabas gramaticais em alguns aspectos. Lembraremos alguns preceitos a esse respeito: contam-se as sílabas ou sons até a tônica da última palavra de um verso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo:&lt;br /&gt;A-mo-te,ó-cruz,no-vér-ti-ce-fir-ma/da = 10 sílabas&lt;br /&gt;De es-plên-di-das-i-gre/jas = 6 sílabas&lt;br /&gt;Mi-nha-mu-lher-ex-pi-rou = 7 sílabas&lt;br /&gt;E as-bre/ves = 2 sílabas&lt;br /&gt;Vir-gem-das-do/res = 4 sílabas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na contagem, ignora-se sempre quaisquer pontuações. A técnica de contagem de sílaba pode ser resumida em apenas quatro regras:Só contam as sílabas dos versos até a última tónica. Quando uma palavra terminar por vogal átona e a palavra seguinte começar por vogal, também átona, as sílabas que contêm essas vogais constituirão uma só sílaba poética. (hiato)Os hiatos podem transformar-se em ditongos e estes, embora com menos frequência, em hiatos. Quando uma palavra termina por M e a seguinte começa com vogal, pode haver o desaparecimento da consoante; teremos, então, a figura poética chamada elipse. Exemplo:No verso de Camões “e viva eu cá na terra sempre triste” tem doze sílabas gramaticais, mas apenas dez sílabas métricas, sendo o -is de «triste» a última contabilizada.E – vi – va – eu – cá – na – te – rra – sem – pré – tris – te (12 sílabas gramaticais)E – vi – vaeu – cá – na – te – rra – sem – pré – tris (te) (10 sílabas poéticas)&lt;br /&gt;A lista geral de designações silábica é a seguinte:&lt;br /&gt;Monossílabo : 1 sílaba&lt;br /&gt;Dissílabo : 2 sílabas&lt;br /&gt;Trissílabo : 3 sílabas&lt;br /&gt;Tetrassílabo: 4 sílabas&lt;br /&gt;Pentassílabo ou Redondilha Menor: 5 sílabas&lt;br /&gt;Hexassílabo ou Heróico Quebrado: 6 sílabas&lt;br /&gt;Heptassílabo ou Redondilha Maior: 7 sílabas&lt;br /&gt;Octossílabo: 8 sílabas&lt;br /&gt;Eneassílabo: 9 sílabas&lt;br /&gt;Decassílabo: 10 sílabas&lt;br /&gt;Hendecassílabo: 11 sílabas&lt;br /&gt;Dodecassílabo ou alexandrino: 12 sílabas poéticas.&lt;br /&gt;Bárbaro: 13 ou mais sílabas poéticas.&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluindo é conveniente dizer que, as sílaba métrica ou poética, é a silaba contada no verso, tal como é aparcebida pelo ouvido. A contagem das sílabas métricas difere da gramatical.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-7877665304541548555?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/7877665304541548555/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/10/introducao-silaba-metrica-ou-silaba.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/7877665304541548555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/7877665304541548555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/10/introducao-silaba-metrica-ou-silaba.html' title='SILABA MÉTRICA'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8572314941631240528.post-8206832855308334797</id><published>2009-10-22T14:23:00.000-07:00</published><updated>2009-10-22T14:30:06.670-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ECOLOGIA'/><title type='text'>ECOSSISTEMA</title><content type='html'>INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo organismo vive independente do respectivo ambiente externo, e simultaneamente exerce acções de maior importância sobre esses ambientes. O ambiente é constituído não só com factores químicos (factores abióticos isto é sem vida).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A regra na natureza é a existência de uma estreita relação, não só entre os diferentes organismos; como estes ambientes qualquer ambiente é um conjunto onde se misturam os seres vivos e os seres inanimados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESENVOLVIMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conjunto de organismos que vivem numa determinada área e as interacções que se estabelecem entre esses seres vivos e o ambiente constituem um ecossistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conjunto de seres vivos de um ecossistema e as relações que se estabelecem entre eles constituem uma comunidade abiocenose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EX: uma lagoa com uma vegetação, peixes, ovos, rãs, lã e larvas de alguns animais que tipos constituem um ecossistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conjunto de indivíduos da mesma espécie que vivem numa determinada área e no determinado período de tempo ou chama-se população. Cada espécie Rã da lagoa constituem uma população e os peixes de determinados espécies são outras populações diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biótopo: é o espaço físico ocupado por uma comunidade, e o espaço ocupado por uma população é designado por habitat. Os seres vivos têm uma estreita relação com seu ambiente, dependendo necessariamente daquilo que os rodeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terra é o único planeta conhecido do sistema solar que oferece condições para a existência de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como definimos a diversidade dos animais e plantas que encontramos num determinado ambiente não é obra do acaso. As relações entre os seres vivos e o ambiente são os assuntos da ciência biológica chamada ecologia: que é o ramo da biologia que estuda os seres vivos e o seu ambiente natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ECOSSIETEMA AQUÁTICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ecossistema aquático divide-se em dois grandes grupos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;à Ecossistemas de água salgada.&lt;br /&gt;Ex: Oceanos e mares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;à Ecossistema de água doce.&lt;br /&gt;Ex: Lagoa, rios, pântanos e lagos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe ainda um ecossistema de transição o chamado estuário, onde existem uma mistura de água doce e de água salgada, criando condições especiais para existência de comunidades diversidades. As flutuações da quantidade de sal dissolvida na água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                  Oceanos, mares&lt;br /&gt;                                                           Rios, lagos, lagoas&lt;br /&gt;ECOSSIETEMA AQUÁTICO             pântanos e estuários&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ECOSSIETEMA AQUÁTICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grandes ecossistemas terrestres são constituídos por enormes extenções de terra onde cresce árvores, arbustros e capim ou seja uma vegetação que pode ser densa (como é o caso de grandes florestas tropicais). Ou raras como nos desertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Existem também muitos animais que adoptam a cada em de um ecossistema. Os grandes ecossistemas em Angola são as florestas tropicais e o deserto bem como ao ouriço-do-mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                        -florestas tropicais, savanas&lt;br /&gt;ECOSSIETEMA AQUÁTICO                e desertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo podemos concluir que deveras o ecossistema é a pedestal do nascimento, e desenvolvimento sadio de toda espécie viva no planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que diz que ecossistema concorda com biosfera que é toda a parte do planeta terra onde a vida pode se desenvolver, mas dizer que há discordância à esse conceito visto que já há estudos esperançosos de vidas em outros planetas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; POR: NICOLAU&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8572314941631240528-8206832855308334797?l=nicolaumoises.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/feeds/8206832855308334797/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/10/ecossistema.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/8206832855308334797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8572314941631240528/posts/default/8206832855308334797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nicolaumoises.blogspot.com/2009/10/ecossistema.html' title='ECOSSISTEMA'/><author><name>nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16455047878871311534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_JYay9ENcam4/SuDP-7i3pYI/AAAAAAAAAAM/BqY7vpMusaI/S220/nick.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
